Carreira

Como construir sua marca pessoal

Você pode ser uma excelente pessoa de vendas e oferecer um produto útil para o seu cliente, mas se você está rotulado como um vendedor ambulante porta a porta, você não terá uma chance. Você pode ser um candidato excepcional para uma determinada posição profissional, mas se você não se apresentar de uma forma adequada, o seu potencial empregador vai contratar alguém menos qualificado, mas mais apresentável.

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Bem-vindo ao mundo da marca pessoal! Veja na galeria abaixo como construí-la:

  • Em qual categoria você está?

    Antes de abordar alguém individualmente, nós primeiro os julgamos através de uma categoria mental. Seria aquela mulher, lendo um livro na biblioteca, uma boa candidata para esposa ou apenas para um encontro? Seria aquele homem alguém bom para uma amizade ou namorado? Será que essa pessoa seria um bom chefe ou ela é totalmente imprópria para esse papel? Faça uma lista das categorias que deseja pertencer: nos relacionamentos, no trabalho, em seus grupos sociais, e depois consistentemente realize essas funções.

  • Conte a sua história

    Houve 23 filmes sobre James Bond e eles ainda não nos entediam. Se o produtor quiser fazer outro, seria o suficiente escolher um vilão (que quer destruir o mundo), o agente 007 para combatê-lo, dar duas belas contrapartes femininas para o personagem (há sempre uma boa e uma má). Dê a James Bond um conjunto dos mesmos objetos (um relógio, um terno, uma pistola, um carro, e alguns dispositivos) e o filme está feito. Esta matriz é uma fórmula pronta que pode ser usada infinitamente. As pessoas veem as mesmas histórias com conteúdo ligeiramente diferente. Construa sua própria história, porque isso é o que seus clientes comprarão.

  • Encontre o seu arquétipo

    O marketing apresenta 12 figuras arquetípicas que se comunicam de várias maneiras. Você é um rebelde que luta contra o sistema ou um amante que convida outras pessoas para o prazer? Você deseja definir os termos e dominar o mercado, como cada mestre deveria, ou você preferiria ser um tipo de cuidador de seus clientes? Talvez você queira criar algo normal e ser amigável com todo mundo (o chamado “homem médio”)? Talvez você seja o homem sábio, o especialista que se comunica através do conhecimento, da ciência e números?

  • Você é a marca

    Hoje o produtor e o produto podem ser a mesma pessoa, enquanto o mercado exige que você saiba como vender a si mesmo conscientemente. Você cria a si mesmo e você é a marca. Assim como qualquer outro produto, você pode ser desejado, amado, evitado ou procurado. Como o cliente o vê depende muito de sua estratégia comunicativa e se ela é feita da forma correta. Do ponto de vista do mercado, você é o produto que deve ser um investimento valioso para qualquer contratante potencial.

  • Construa-se como marca

    Branding é a união do marketing e da arte. Sabendo que um consumidor escolhe o alimento por causa da embalagem, mas retorna a ele por causa do sabor, lembre-se que você precisa de uma forma adequada de comunicação para atrair as pessoas certas. Esta “embalagem” selecionará aqueles que você deseja alcançar, e permitirá que você construa conscientemente a sua imagem, algo sem o qual não pode funcionar nos dias de hoje, não só no mercado de trabalho, mas também em situações sociais.

Em qual categoria você está?

Antes de abordar alguém individualmente, nós primeiro os julgamos através de uma categoria mental. Seria aquela mulher, lendo um livro na biblioteca, uma boa candidata para esposa ou apenas para um encontro? Seria aquele homem alguém bom para uma amizade ou namorado? Será que essa pessoa seria um bom chefe ou ela é totalmente imprópria para esse papel? Faça uma lista das categorias que deseja pertencer: nos relacionamentos, no trabalho, em seus grupos sociais, e depois consistentemente realize essas funções.

Mateusz Grzesiak é psicólogo, treinador de desenvolvimento pessoal e coach. Trabalha internacionalmente em 6 idiomas e é autor de oito livros sobre psicologia do sucesso, mudança, negócios, relacionamentos, inteligência emocional e tomada de consciência (mindfulness).

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