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5 fatores que provam que você é inteligente, de acordo com a ciência

Inteligência, ou QI, não é o quanto se sabe, mas a velocidade com que se adquire novas informações. Estudos mostram que o QI é fixado durante os primeiros anos de vida. Mas ele não é a única coisa que determina uma vida bem-sucedida. Uma pesquisa mostra, aliás, que ele não é nem o fator mais importante. Mas ter um QI alto não é, claro, algo ruim.

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Muitos de nós seguimos com a vida sem saber exatamente o quão inteligente somos. QI é algo difícil de se medir, e a menos que esteja disposto a pagar um alto valor a um profissional para descobrir com exatidão, você nunca saberá o seu.

Novas pesquisas fornecem algumas dicas interessantes que conectam experiências de vida, além de outras coisas, com alta inteligência. Veja na galeria cinco coisas associadas a um QI alto:

  • Você é ansioso

    É difícil pensar na ansiedade como algo bom, mas evidências mostram que pode não ser tão ruim. O psiquiatra Jeremy Coplan estudou pacientes com transtornos de ansiedade e descobriu que as pessoas com sintomas mais intensos tinham um QI mais alto. Outros estudos mostram que maiores pontuações em testes de QI são de pessoas com altos níveis de ansiedade. E existe também um estudo mais complexo conduzido pelo Centro Interdisciplinar Herzliya em Israel. Pesquisadores pediram aos participantes que avaliassem peças de arte apresentadas por um software, que ativaria um falso vírus de computador, que faria com que a arte parecesse algo feito pelo participante. Depois, mandaram os participantes em missões de suporte técnico. Descobriram que os participantes mais ansiosos eram também os mais focados e eficazes na execução das tarefas.

  • Você começou a ler cedo

    Um estudo britânico com 2.000 pares de gêmeos idênticos descobriu que, apesar dos genes, as crianças que começaram a ler mais cedo tiveram maiores pontuações nos testes de QI (verbais e não verbais). A explicação parece ser simples: as crianças que aprenderam a ler mais cedo são mais inteligentes. Mas não é bem assim. Pesquisadores concluíram que aprender a ler cedo impacta o desenvolvimento, faz com que as crianças fiquem mais inteligentes. Se você aprendeu a ler cedo, não foi devido à sua inteligência. Ler cedo é que te fez ficar inteligente.

  • Você é canhoto

    Parece que todos aqueles professores que faziam canhotos escreverem com a mão direita no passado entenderam tudo errado. Mesmo que exista uma pequena e ainda inexplicada relação entre ser canhoto e ser um criminoso, existem vantagens intelectuais em dar preferência à mão esquerda. Um estudo demonstrou que ser canhoto está associado ao pensamento divergente, principalmente nos homens. Essa habilidade única de combinar dois objetos não relacionados é uma forma de inteligência.

  • Você fez aulas de música quando criança

    Existe um número de estudos que demonstram que treinamento musical aumenta a inteligência verbal e a função executiva, uma habilidade necessária para foco e autocontrole. Um estudo conduzido pela psicóloga Sylvain Moreno observou 48 crianças com idades entre 4 e 6 anos durante um programa de treinamento computadorizado liderado por uma professora. Durante uma hora por dia, cinco dias por semana durante um mês, metade dos alunos completou um programa de música, e a outra metade completou um programa de artes visuais. No final do experimento, 90% das crianças que receberam o treinamento musical mostraram melhoras no QI verbal.

  • Você é engraçado

    Viva os palhaços do fundão da sala! Pesquisas mostram uma forte conexão entre inteligência verbal e razão abstrata. Parece que o bom senso de humor é fruto de uma mente afiada.

Você é ansioso

É difícil pensar na ansiedade como algo bom, mas evidências mostram que pode não ser tão ruim. O psiquiatra Jeremy Coplan estudou pacientes com transtornos de ansiedade e descobriu que as pessoas com sintomas mais intensos tinham um QI mais alto. Outros estudos mostram que maiores pontuações em testes de QI são de pessoas com altos níveis de ansiedade. E existe também um estudo mais complexo conduzido pelo Centro Interdisciplinar Herzliya em Israel. Pesquisadores pediram aos participantes que avaliassem peças de arte apresentadas por um software, que ativaria um falso vírus de computador, que faria com que a arte parecesse algo feito pelo participante. Depois, mandaram os participantes em missões de suporte técnico. Descobriram que os participantes mais ansiosos eram também os mais focados e eficazes na execução das tarefas.

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