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5 dispositivos de imóveis inteligentes que estão transformando os escritórios

Dizer que proprietários de imóveis comerciais estão se tornando criativos com o ambiente de trabalho seria subestimar a capacidade deles. No que diz respeito a criar escritórios diferenciados, tem surgido uma gama de regalias: prédios com simuladores de golfe, piscinas e lounges no terraços, spas, spas para cachorros e até paredes de escalada. Isso certamente pode ser atraente para uma empresa que busque alguns luxos extras em seu ambiente profissional e garante sucesso nas redes sociais, mas os idealizadores de edifícios inteligentes estão fazendo investimentos estratégicos em melhorias que beneficiam de maneira mais ampla e consistente tanto o dono quanto o inquilino do imóvel.

VEJA TAMBÉM: http://forbes.uol.com.br/carreira/2017/08/5-trabalhos-mais-promissores-da-area-de-tecnologia-da-informacao/

Líderes do mercado de imóveis comerciais estão cada vez mais em sintonia com as tendências dos edifícios inteligentes. O termo é largamente aplicado, mas geralmente faz referência a sistemas de gestão de prédios ativados por rede que ajudam a automatizar operações dos edifícios. Essas tecnologias, então consideradas revolucionárias, estão se tornando a regra nos melhores prédios de escritório dos dias atuais.

Para negócios que estão em busca de espaço, é importante saber que alugar uma sala em um prédio inteligente pode ter benefícios substanciais, incluindo custos mais baixos, economia de tempo e promoção de um senso de conforto e facilidade para os empregadores, já que os edifícios são equipados com infra-estruturas para apoiar esses usos.

Veja, na galeria de fotos, 5 exemplos de regalias de prédios inteligentes que podem ter um grande impacto no escritório:

  • Sistemas HVAC otimizados
    A revista “Facility Executive” citou recentemente um estudo de caso sobre otimização de climatização, ventilação e ar condicionado (HVAC) que descreve como utilizar softwares avançados para controlar fatores como “fluxo de água e velocidade da bomba e dos ventiladores ao mesmo tempo em que a temperatura estabelecida é mantida”. Para muitos imóveis, aquecer e resfriar manualmente escritórios individuais equivale a mais de um terço de todo o consumo de água do prédio.

    No exemplo mostrado pela publicação, um prédio de escritório de 220 metros quadrados que opera 24 horas consumia 2.200 toneladas de energia para realizar o resfriamento. Quando mudou para um sistema de HVAC baseado em rede que calculava automaticamente as melhores maneiras de aquecer, resfriar e ventilar com base na hora do dia, o estabelecimento passou a economizar 1,4 milhão de litros de água por ano.

    Outro exemplo é o Rockefeller Group que, por meio de sistemas automatizados de HVAC que “maximizam a performance do todo o processo” alcançou grandes reduções de CO2 – quase 3 mil toneladas anualmente – em seu prédio Time-Life, um edifício de quase 186 mil metros quadrados no centro de Manhattan.

  • Reduções no consumo de eletricidade
    Comprometidos a manter o consumo energético em níveis sustentáveis nos dias mais quentes do verão, muitos prédios oferecem vários incentivos de “resposta à demanda” desenhados para ajudar a garantir a confiabilidade do sistema.

    Na Califórnia, o Scheduled Loan Reduction Program, da fornecedora de energia PG&E, incentiva proprietários a reduzir o uso de eletricidade nos horários de pico. Durante períodos de tempo determinados, donos de edifícios concordaram em reduzir o consumo em, pelo menos, 15% da demanda mensal média, ou 100 kilowatts – o que fosse melhor. Os proprietários podem usar sistemas inteligentes para efetuar as reduções programadas e, de maneira eficiente, certificar-se de que as reduções realmente ocorreram. Aqueles que entregarem o resultado esperado ganham US$ 0,10 para cada kilowatt por hora economizado.

  • Mais segurança
    Os prédios inteligentes de hoje também disponibilizam sistemas baseados em rede para manter a segurança do imóvel. Uma grande empresa oferece um serviço de gestão de visitantes que permite que negócios usem registros dos mesmos diretamente do e-mail. Isso pode acelerar drasticamente o processo de check-in ao enviar códigos de barra por e-mail aos visitantes.

    Há também muitos fornecedores de segurança oferecendo sistemas sem fio de detecção de intrusos, que permitem que os administradores do prédio escolham entre uma variedade de transmissores móveis e sensores de movimento para automatizar a proteção dos escritórios, até mesmo fora do horário comercial.

  • Sensores inteligentes para iluminação
    O prédio de 52 andares e 150 mil m² do “New York Times” em Manhattan foi projetado para utilizar 1,28 watts de energia de iluminação por metro quadrado. O publisher implementou um sistema de gestão que alinhou controles de iluminação, cortinas motorizadas, sensores e lâmpadas de LED, tudo sob um único guarda-chuva de software apoiado em uma interface online. O sistema corta o uso para aproximadamente 0,4 watts por metro quadrado – uma economia de energia de 70%.

    Em outro exemplo, a AT&T reduziu os gastos com iluminação por meio de um programa piloto em 240 propriedades com média de 7,7 mil metros quadrados. A iluminação fluorescente foi substituída por iluminação de LED, capaz de economizar energia com sistemas de sensores inteligentes que são ativados por redes sem fio escaláveis. Os sensores monitoram ações como a ocupação em tempo real, os níveis de luz, a temperatura e o uso de energia. A medida fez com que a empresa poupasse, aproximadamente, US$ 8 milhões por ano.

  • Aparelhos controlados remotamente
    Para qualquer operação com uma grande cozinha, freezer em rede e sistemas de refrigeração com sensores não são apenas convenientes – eles podem também reduzir custos. Tal monitoramento é capaz de prevenir grandes perdas associadas a produtos estragados ou inutilizáveis e ajudar com o orçamento geral. Os sistemas podem monitorar e reportar remotamente as temperaturas em múltiplas zonas em uma única unidade. Eles também podem monitorar variáveis como umidade, luz, temperatura e uso de eletricidade de um refrigerador ou freezer. Estabelecimentos médicos podem se beneficiar de maneira similar ao monitorar seus sistemas de resfriamento e congelamento.

    Obviamente, a tecnologia dos edifícios inteligentes só é tão eficiente quanto a própria conectividade de internet do local. É importante lembrar que muitas regalias de prédios inteligentes são extraordinariamente sofisticadas e interconectadas. Frequentemente, as ferramentas inteligentes requerem infraestrutura adicional, como conexões em fibra de alta velocidade, diversos pontos de acesso e configurações específicas – todas considerações importantes na busca por um novo espaço de escritório. Porém, com a infraestrutura certa, seu ambiente de trabalho – e negócio – pode se tornar muito mais inteligente.

Sistemas HVAC otimizados
A revista “Facility Executive” citou recentemente um estudo de caso sobre otimização de climatização, ventilação e ar condicionado (HVAC) que descreve como utilizar softwares avançados para controlar fatores como “fluxo de água e velocidade da bomba e dos ventiladores ao mesmo tempo em que a temperatura estabelecida é mantida”. Para muitos imóveis, aquecer e resfriar manualmente escritórios individuais equivale a mais de um terço de todo o consumo de água do prédio.

No exemplo mostrado pela publicação, um prédio de escritório de 220 metros quadrados que opera 24 horas consumia 2.200 toneladas de energia para realizar o resfriamento. Quando mudou para um sistema de HVAC baseado em rede que calculava automaticamente as melhores maneiras de aquecer, resfriar e ventilar com base na hora do dia, o estabelecimento passou a economizar 1,4 milhão de litros de água por ano.

Outro exemplo é o Rockefeller Group que, por meio de sistemas automatizados de HVAC que “maximizam a performance do todo o processo” alcançou grandes reduções de CO2 – quase 3 mil toneladas anualmente – em seu prédio Time-Life, um edifício de quase 186 mil metros quadrados no centro de Manhattan.

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