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Mesmo com obstáculos brasileiros, fundo americano H.I.G. pretende elevar Ebitda em 30% no país em 2015

A combinação inflação alta, PIB baixo e últimos anúncios do governo que impactarão diretamente no bolso do consumidor brasileiro não devem afetar os planos (ambiciosos, diga-se de passagem) de Fernando Marques, presidente da subsidiária brasileira do fundo de private equity americano H.I.G Capital, que é dona de nove empresas no Brasil como a escola de idiomas Cel Lep, a fabricante de sorvetes do Centro-Oeste Creme Mel, a empresa de software para RH LG Sistemas, a empresa de mídia digital Eletromídia, dentre outros negócios de internet. Na média, o Ebitda das empresas controladas pelo H.I.G. cresceu 30% em 2014. “Para este ano, mantemos a meta de crescer outros 30%”, explica o executivo que avalia outras aquisições de empresas do middle market. Para ele, essas empresas apresentam muito potencial para crescer e várias brechas para melhorias de eficiência e sistemas, resultando em redução de custos e crescimento acelerado. A H.I.G. destinou R$ 1 bilhão para a operação brasileira investir. A maior parte deste capital não foi usada e continua disponível para aportes.

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