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Paula Pontes, ex-presidente da Estée Lauder do Brasil, agora é braço-direito do CEO da Swarovski

Formada na Wharton School, com MBA da Harvard e um currículo poderoso que inclui longas passagens por grandes companhias americanas de consumo como Toys “R” Us (brinquedos), Victoria ́s Secret (lingerie), Boston Consulting Group (consultoria focada em consumo) e Estée Lauder Companies (gigante da beleza de prestígio que detém marcas como MAC, Clinique e Smashbox), a paulistana Paula Pontes, de 41 anos, é o mais novo braço-direito do CEO da Swarovski (e membro da família detentora do negócio). Ela também é única mulher entre os cinco vice-presidentes que tratam diretamente com ele. Recentemente, a executiva deixou a presidência da Estée Lauder no Brasil e se mudou para Zurique, na Suíça, onde assumiu a posição de vice-presidente executiva de estratégia. “É tudo novo por aqui, mas estou gostando muito do novo desafio”, contou à FORBES Brasil. Estrategista, Paula conta que viu na vaga uma “oportunidade genial” para sua carreira e também para poder impactar e influenciar. “A Swarovski é uma empresa familiar de capital fechado que cresceu muito nos últimos anos. Meu foco são empresas de produtos de consumo para mulheres com marcas fortes que são “vertically integrated”- da criação/ produção mdo produto até a venda nas lojas próprias ou vai parceiros (Victoria’s Secret, Estee Lauder, Swarovski). A marca é essencial para o produto não ser um commodity. A Swarovski está entrando numa fase em que visa concretizar estratégias para garantir o crescimento futuro. Para tanto, queriam uma pessoa com forte conhecimento não só de estratégia, mas também com experiência operacional e de varejo global”, explica. Seu grande desafio agora é, ao lado do time e da família, definir um plano de crescimento de médio a longo prazo para a empresa. “O meu foco mudou de mercado local para global e de operacional para estratégia. Mas, esta não é a primeira vez que faço esta transição. Na minha opinião, as melhores estratégias são baseadas não só em teoria, mas também em experiência operacional e vice versa. Os melhores líderes operacionais são aqueles que têm um grande conhecimento estratégico.”

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