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Xiaomi estreia no Brasil com modelo de venda direta e smartphone a R$ 499

Divulgação

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A chinesa Xiaomi, a quinta maior fabricante de celulares do mundo e o terceiro maior e-commerce do país asiático, anunciou hoje sua estreia no Brasil com o lançamento do aparelho Redmi 2, um smartphone dual SIM 4G, de 133 gramas, com processador da família Snapdragon de 64 bits quad-core, câmera e tela de 4.7 polegadas. O preço de lançamento é de R$ 499 (ou 10 parcelas de R$ 54,90) e as vendas têm início no dia 7 de julho. Os interessados, no entanto, precisam se registrar antes pelo site br.mi.com. Um primeiro lote de aparelhos foi importado da China – o número não foi revelado pela empresa, mas o mercado estima que foram trazidos 8 mil aparelhos ao país. O restante será produzido pela Foxconn em Jundiaí (SP).

Com 100 milhões de usuários no mundo, e-commerce em 10 países e 18 flagship stores, a Xiamoi trará para o Brasil seu modelo de vendas diretas. Ou seja, as vendas serão feitas apenas pelo seu site. Uma estratégia de ruptura no país onde o usuário compra os aparelhos direto das operadoras ou no varejo. Segundo o brasileiro Hugo Barra, vice-presidente global da Xiaomi (e ex-Google), esse modelo poderá evoluir no futuro e contemplar outros canais de vendas. Mas nada foi definido nem revelado até o momento.

Futuramente, a fabricante poderá trazer modelos mais sofisticados como o Mi 4. Barra explicou que, por ora, a empresa quer focar em um só aparelho, cujo objetivo é ser inclusivo. Ou seja, levar mais recursos às classes emergentes. “Nosso modelo coloca mais gente pra dentro”, contou para uma plateia composta por centenas de jornalistas e milhares de fãs que lotaram o Teatro Net, no Shopping Vila Olímpia (SP).

Investimentos e previsão de faturamento não foram revelados pela companhia que também venderá fones de ouvido, carregador portátil (Mi Power Bank, por R$ 99) e a pulseira Mi Band (R$ 95), que monitora o nível diário de atividades físicas e sono.

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