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Empresa desenvolve imagem do zika vírus em escala de átomos

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Enquanto o zika vírus se alastra pela América Latina, pesquisadores e cientistas estudam a criação de uma vacina que possa combater o vírus.

Ainda existem muitas dúvidas sobre a zika, incluindo como exatamente o vírus contamina os fetos a partir da mãe, causando a microcefalia, uma condição na qual as crianças nascem com um tamanho de cabeça menor que o normal e baixo desenvolvimento cerebral.

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É também um mistério como o vírus causa a síndrome de Guillain-Barré, uma doença cujos sintomas são parecidos com os da gripe, mas que pode causar paralisia temporária por conta de distúrbios nervosos.

Agências de saúde pública nos Estados Unidos e ao redor do mundo estão mirando suas pesquisas em como parar o vírus e, de quebra, como controlar a procriação do Aedes aegypti, mosquito vetor de outras doenças, como a dengue.

O estúdio de visualização biomédica, Visual Science, criou o que eles mesmos chamaram de “a primeira imagem 3D cientificamente correta do vírus”.

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“É o modelo mais recomendado para se estudar o zika no momento”, disse a companhia por meio de um comunicado à imprensa.

Para produzir a imagem, a Visual Science, especialista em criar visualizações científicas de micro e nano objetos, disse ter usado a mesma estrutura bioinformática que a indústria farmacêutica está usando para desenvolver tratamentos contra o vírus.

Essa é a descrição do modelo da Visual Science: “Inclui 360 superfícies diferentes de proteínas, envelopes de lipídio e estrutura genética em cápsulas de proteína”.

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A companhia também criou simulações do HIV, Ebola e do papiloma vírus, entre outros.

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