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Mesmo morto, Michael Jackson ganhou US$ 8.561 por hora no último ano

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Em 2017, o astro teve como principal fonte de geração de riqueza o show do Cirque du Soleil inspirado nele, em Las Vegas, uma participação no catálogo de publicações da EMI e um novo álbum, “Scream”. (Reprodução)

Desde 2015, quando FORBES começou a reunir a lista de celebridades mortas mais lucrativas do ano, Michael Jackson é o campeão invicto. O Rei do Pop, que teve uma trágica morte por overdose, em junho de 2009, continua gerando fortunas por uma série de fatores.

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Em 2017, o astro teve como principal fonte de geração de riqueza o show do Cirque du Soleil inspirado nele, em Las Vegas, uma participação no catálogo de publicações da EMI e um novo álbum, “Scream”. A soma de tudo rendeu US$ 75 milhões, o que significa uma média de US$ 8.561,64 por hora em 12 meses.

O segundo colocado, o jogador de golfe Arnold Palmer, que morreu em decorrência de uma doença cardíaca, em 2016, gerou pouco mais da metade dos lucros de MJ: seus US$ 40 milhões correspondem a US$ 4.566,21 por hora. O cartunista responsável por Snoopy e sua turma, Charles Schulz, por sua vez, ocupa o terceiro lugar, com US$ 38 milhões (US$ 4.337,89 por hora).

Apesar de os lucros pós-morte de Michael Jackson em 2017 parecerem astronômicos, são menos de um décimo do que o astro ganhou em 2016, ano em que outros dois músicos entraram para a lista: David Bowie e Prince. Graças principalmente à venda de parte dos direitos da obra dos Beatles que o cantor adquiriu, em 1985, o astro gerou receita estimada em US$ 825 milhões no ano passado, ou seja, uma média de US$ 94.178,08 por hora.

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