Nos EUA, 2% dos tiroteios são executados por mulheres

Ao observar os dados coletados pela “Mother Jones”, revista independente conhecida por suas reportagens investigativas, um tiroteio em massa causado por uma mulher é muito incomum nos Estados Unidos

De todos os aspectos que envolveram o tiroteio de ontem (3) na sede do YouTube, na Califórnia, um especificamente está recebendo muita atenção: o fato de ter sido causado por uma mulher.

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A responsável pelo atentado é Nasim Najafi Aghdam, de 39 anos. O ataque deixou três pessoas feridas, sendo que uma delas está em estado crítico. Suspeita-se que a atiradora, encontrada morta, tenha se suicidado com um tiro na cabeça.

Ao observar os dados coletados pela “Mother Jones”, revista independente conhecida por suas reportagens investigativas, um tiroteio em massa causado por uma mulher é muito incomum nos Estados Unidos. Dos 97 incidentes registrados entre 1982 e fevereiro de 2018, 94 tiveram atiradores homens e apenas 2 foram realizados por mulheres. No caso de San Bernardino, em 2015, ambos os gêneros participaram do tiroteio que matou 14 pessoas e feriu mais de 20.

Segundo a revista, um tiroteio em massa é caracterizado por ataques indiscriminados em locais públicos que resultam em quatro ou mais vítimas mortas pelo atirador. Até o momento, o incidente de ontem não se encaixa nesse critério.

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