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7 países europeus para abrir uma startup

Como todo empreendedor sabe: o sucesso de uma startup tem muito a ver com o timing certo. Além disso, a localização é crucial. Na Europa, cidades como Londres e Berlim dominam os centros tecnológicos, mas há outros destinos escondidos que estão emergindo rapidamente como paraísos para as novas empresas.

Pensando em abrir uma startup? Conheça 7 lugares na Europa perfeitos para fazê-lo:

  • O pequeno país báltico se estabeleceu como uma nação de startups, berço de empresas tecnológicas como Zerply, GrabCad e Skype – onde todos os softwares foram desenvolvimentos por engenheiros de lá. A Estônia tem um terreno fértil para o surgimento e crescimento de startups, e muito disso deve-se ao governo que incentiva o cenário.

  • A Comissão Europeia continua a elogiar a qualidade do setor de startups austríaco, que vem expandindo vigorosamente desde 2009. O governo diminuiu o valor mínimo para a criação de uma pequena empresa, além de abaixar impostos e taxas administrativas.

  • Dublin pode não ser a maior capital europeia, mas é campeã em atrair investimentos globais para startups. Cerca de 140 empresas se instalaram ou expandiram seus negócios na Irlanda em 2012. Muito disso se deve à Agência de Desenvolvimento Industrial (IDA) do país, organização patrocinada pelo governo com um dos maiores fundos de capital de risco da Europa.

  • Conhecida em todo mundo por seus talentos extremamente qualificados, especialmente na área de programação, a Polônia tem um cenário empreendedor a todo vapor. A cultura pós-moderna do país abraçou os conceitos fundamentais do empreendedorismo e está aproveitando da iniciativa internacional e usando seus próprios especialistas para competir mundialmente.

  • Quase que silenciosamente, o cenário holandês transformou-se em um próspero ambiente para as startups, apoiado pela mão de obra extremamente qualificada – e multinacional e multilíngue. Segundo a Comissão Europeia, as atividades de startups na Holanda é 6% maior do que em qualquer outro país da União Europeia. O que ajudou a construir este número é o fato de toda a população estar atenta à importância economia das pequenas empresas.

  • Apesar de ainda estar se recuperando de uma recessão devastadora, a Espanha abraçou os empreendedores e suas ideias para mostrar que tem potencial de tornar-se um centro tecnológico. O governo espanhol introduziu diversas iniciativas para incentivar as startups como isenção de impostos, programas de financiamento e remoção de algumas taxas administrativas.

  • A Suécia já esta no foco dos empreendedores há muito tempo– a cidade é berço de grandes marcas como Spotify, Skype, Soundcloud -, mas ainda não recebe os mesmos investimentos de lugares como Berlim, Londres, São Francisco e Tel Aviv. Em geral, as pequenas empresas tornam-se criadoras prolíferas de novos empregos; o país, em conjunto, tem uma série regulamentos que criam um ótimo sistema para construir um empreendimento.

O pequeno país báltico se estabeleceu como uma nação de startups, berço de empresas tecnológicas como Zerply, GrabCad e Skype – onde todos os softwares foram desenvolvimentos por engenheiros de lá. A Estônia tem um terreno fértil para o surgimento e crescimento de startups, e muito disso deve-se ao governo que incentiva o cenário.

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