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10 viagens inesquecíveis para fazer em 2015

Você pode trazer muitas coisas de uma viagem – presentes, souvenirs, roupas, peças de arte. Mas nada será tão valioso quanto as memórias que irá criar quando estiver por lá. E alguns lugares tem uma magia que os torna mais inesquecíveis. Conheça na galeria 10 viagens para fazer em 2015 que mudarão sua vida:

  • Uma das maiores emoções oferecidas pelo Congo está no Wilderness Safari, um acampamento onde é possível conhecer espécies de macacos que poucas pessoas, além de cientistas, já avistaram. E diferente de outros santuários de chimpanzés mais visitados como em Ruanda e em Uganda, as terras destes animais no Congo vem sendo habitado há poucos anos, e eles não estão acostumados com vozes humanas. A imprevisibilidade faz a caminhada de 8 horas até o local valer a pena

  • Quando o chef Patrick O’Connell recebeu suas primeiras críticas importantes, nos anos 70, o repórter o avisou que teria que expandir seus negócios. Desde então, o empreendedor vem aumentando e aprimorando seu hotel e sua culinária. Um dos banquetes oferecidos, “Gastrounaut’s Menus”, começa com pipocas salpicadas com trufas e fica ainda mais luxuosa: a panna cota com caviar e o faisão recheado com trufas são os pontos altos da refeição.

  • Sim, é lotado e sim, é um programa típico de turistas – mas por uma boa razão. A banda residente no clube histórico sabe tocar e o público, com muitos locais, sabe dançar.

  • Conhecer a vinícola Hatzidakis em Santorini será uma das melhores experiências de sua vida. A paisagem fantástica, rodeada por arbustos e o mar azul, já seria o suficiente, mas o fato de Haridimos Hatzidakis produzir um dos melhores vinhos orgânicos do mundo é a cereja do bolo. Em atividade desde 1996, o espaço de degustação não é muito luxuoso, mas os sabores por ali são indescritíveis.

  • É fácil ficar fascinado com tudo que há de luxuoso no Ol Jogi – lustres de vidro Murano, roupas de cama da Hermès, pratarias Buccellati -, mas a verdadeira riqueza está do lado de fora. A vida selvagem da região incrivelmente diversidade e os hóspedes podem observar os animais à pé, à cavalo ou de carro, bem diferente daqueles safaris lotados e cheios de regras. São elefantes em migração, 15% da população restante de zebras Grevy e 50 dos últimos 790 rinocerontes negros da África.

  • Você não precisa realmente dançar a valsa, mas a temporada de bailes vienenses é uma das atrações mais especiais do país. O Fête Impérial acontece na Escola de Equitação Espanhola desde 1572, com o intuito de arrecadar fundos. Até mesmo quem vai só para olhar escolhe vestido e roupas de gala.

  • Uma semana nesse refúgio fitness não é para os fracos do coração. O programa é rigoroso: todos acordam às 6 da manhã, seguido de aulas de yoga, quatro horas de caminhada, academia antes e depois do jantar. A dieta também é restritiva: sem carboidrato, açúcar, cafeína ou álcool. É puxado, mas o cenário é um dos mais estonteantes dos EUA, e a satisfação de completar o programa também vale muito a pena.

  • A costa oeste da Suécia é muito conhecida por seus crustáceos. Existem diversos “safáris” de degustação na região, onde você pode apreciar as deliciosas ostras diretas da água.

  • O nome do alojamento quer dizer “a terra mais longe”, e não poderia ser mais adequado: são 6 horas de carro até Anchorage e mais 1h30 de voo até os Montes Wrangell, maior reserva natural protegida do mundo. O dono, Paul Claus, gosta de dizer que leva os hóspedes a lugares aonde nenhum outro humano chegou. O cenário é perfeito para caminhadas, pescas e piqueniques.

  • Ruaha é o maior parque nacional da Tanzânia, mas ainda assim desconhecido pela maioria. Lar para cerca de 10% da população de leões do mundo – e um punhado de leopardos e elefantes -, o lugar é quase deserto e os animais ainda ficam curiosos com as Land Cruisers. Este é o objetivo: levar os hóspedes mais perto da vida selvagem da maneira mais natural possível.

Uma das maiores emoções oferecidas pelo Congo está no Wilderness Safari, um acampamento onde é possível conhecer espécies de macacos que poucas pessoas, além de cientistas, já avistaram. E diferente de outros santuários de chimpanzés mais visitados como em Ruanda e em Uganda, as terras destes animais no Congo vem sendo habitado há poucos anos, e eles não estão acostumados com vozes humanas. A imprevisibilidade faz a caminhada de 8 horas até o local valer a pena

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