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14 principais saídas de CEOs em 2014

Um destes CEOs deixou o cargo após anos de controvérsia sobre alegações de assédio sexual e más administrações. Outro pediu demissão apenas duas semanas após assumir o a presidência. Foram tantas demissões de notoriedade este ano que a lista de 10 nomes precisou ser aumentada para 12.

Todo ano, a FORBES ranqueia as principais saídas e trocas de CEOs. A lista oferece um olhar mais detalhado sobre as mudanças mais importantes dentro das maiores empresas do mundo. Veja na galeria o ranking completo com os 12 nomes que deixaram o cargo mais importante de suas companhias em 2014:

  • 37 anos após fundar o gigante de softwares Oracle, Larry Ellison anunciou, em setembro, que iria deixar o cargo de CEO. Ellison ainda vai continuar extremamente envolvido com a empresa como presidente do conselho, supervisionando o departamento tecnológico e dando a palavra final em decisões corporativas.

  • Dov Charney foi acusado de assediar sexualmente diversos funcionários, de permitir que fotos nuas de uma das empregadas fossem colocadas on-line e de usar os fundos da empresa para uso pessoal. Em junho, o conselho da American Apparel finalmente conseguiu tirar Charney do cargo, que contratou um advogado para tentar conseguir seu emprego de volta na justiça.

  • Em abril, Brendan Eich estava no cargo de CEOs há apenas duas semanas quando o conselho pediu ele saísse do cargo. O motivo foi uma doação do empresário para uma companha contra o casamento gay de 2008 que só veio à tona este ano.

  • Steinhafel deixou a presidência em maio, cinco meses após um ataque hacker no site de compras on-line da Target, que roubou as informações pessoais de quase 40 milhões de consumidores.

  • Em agosto, a rede de lojas Home Depot anunciou que irá substituir Blake por Craig Menear, presidente da central norte-americana. Um mês depois, a Target sofreu um grande ataque de hackers em seus sistemas, comprometendo as informações pessoais de quase 40 milhões de pessoas. Blake foi muito elogiado por tomar a frente do problema e publicar um pedido de desculpas pessoal aos clientes.

  • Murphy teve uma gestão forte dentro da empresa por cerca de sete anos, fechando algumas lojas, abrindo outras, expandindo a presença on-line e física. Ultimamente, o desempenho das lojas vem caindo e, em outubro, Murphy anunciou sua saída e a entrada de Art Peck, diretor da divisão digital.

  • A Spirit demorou para adotar novas tecnologias como o 4G e a maioria de seus clientes está procurando por outras operadoras. Hesse deixou o cargo de CEO em agosto.

  • Por causa do lento crescimento das rendas, o bilionário e ativista Carl Icahn ofereceu US$ 10,2 bilhões para dirigir a Clorox. A empresa recusou, mas em setembro Knauss anunciou que deixaria o cargo de CEO para ser o novo presidente do conselho.

  • O investidor Carl Icahn pediu pela demissão de Frissora após um contrato com a empresa de alugueis de carro Dollar Thrifty não vingar. Em setembro, Frissora deixou o cargo.

  • No comando da Fidelity desde 1977, Edward “Ned” Johnson anunciou, em outubro, que deixaria o cargo. Sua filha Abigail, que é atual presidente da afiliada FMR, irá ocupar a cadeira de CEO. A família Johnson é dona de 49% da Fidelity – os outros 51% pertencem aos funcionários.

  • Patricia Woertz tem sido uma das 26 mulheres a comandar uma das maiores empresas dos EUA em termos de lucros. Sua saída, planejada, irá acontecer em janeiro de 2015, quando o presidente Juan Luciano assumirá.

  • Em uma mudança orquestrada por muito tempo – e que aconteceu seis meses antes do prazo – Mullaly deixou o cargo de CEO em julho. O então COO Mark Fields ficou com a presidência. Mullaly acaba de se juntar ao conselho do Google.

37 anos após fundar o gigante de softwares Oracle, Larry Ellison anunciou, em setembro, que iria deixar o cargo de CEO. Ellison ainda vai continuar extremamente envolvido com a empresa como presidente do conselho, supervisionando o departamento tecnológico e dando a palavra final em decisões corporativas.

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