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Curiosidades dos carros vintage

Coleções de carros antigos e vintage cresce entre famosos e endinheirados no Brasil. Veja a seguir algumas curiosidades sobre este hobbie no país e no mundo:

 

  • Este ano, em leilão realizado no Arizona (EUA), uma Ferrari 410 Superamerica Série 1 Coupé 1956 foi vendida por US$ 3,3 milhões – US$ 1 milhão a mais do que os analistas previam. Na época de sua criação, a Superamerica era o carro mais rápido que a Ferrari já tinha lançado. Conta com motor V-12 de 4,9 litros que gera 340 hp de potência e proporciona velocidade máxima de 240 km/h. Dela foram fabricadas apenas 16 unidades. Com a venda ocorrida no início deste ano, foi a sexta vez que o carro trocou de dono. Em 1956, ele passou pelas mãos do piloto de corrida italiano Luigi Chinetti e também pertenceu a William Kemble Carpenter, um herdeiro da DuPont. Em 1968, a Superamerica foi adquirida por Stan Baker, o dono da loja onde Kurt Cobain, da banda Nirvana, comprou a arma usada para cometer suicídio.

  • Para receber autorização de importação, o veículo precisa ter pelo menos 30 anos e possuir, no mínimo, 80% de itens originais. Quem faz essa avaliação, com base em fotos, é um dos 120 clubes de automóveis ligados à Federação Brasileira de Veículos Antigos. Após ser aprovado, o veículo recebe um Certificado de Originalidade, que será essencial em todo o processo de importação, inclusive para a emissão da placa preta (nos carros comuns, como se sabe, ela é de cor cinza). Receita Federal, Denatran e Ibama são alguns dos órgãos envolvidos no processo. O comprador pagará cerca de 183% de impostos em cima do valor do carro e do frete. Normalmente, a importação é feita por uma empresa especializada, que, entre honorários e taxas aduaneiras, pode cobrar aproximadamente US$ 13 mil. Todo o processo demora até 90 dias.

  • Há mais de 30 anos, Karl-Friedrich Scheufele, herdeiro e copresidente da joalheria suíça Chopard, coleciona automóveis antigos. O empresário é dono de mais de 30 carros, entre modelos vintage e modernos. “Nem a minha mulher sabe o número certo”, despista. Ele deu início à sua coleção aos 25 anos, quando comprou um Porsche 356 B Cabriolet 1963, que, semanas depois da aquisição, quebrou de tal forma tornando o conserto financeiramente inviável. Um segundo Porsche, modelo Speedster vermelho-fogo 1954, veio a substituí-lo alguns anos depois e ainda permanece na coleção. Outros destaques de seu portfólio, estacionados em sua casa em Genebra, são um MINI original, uma Ferrari de corrida e um trator Porsche a diesel dos anos 1950.

  • Especialistas afirmam que é muito difícil perder dinheiro com a aquisição de carros antigos. Ao contrário de automóveis zero-quilômetro, que desvalorizam logo após a saída da concessionária, os veículos clássicos seguem uma tendência de valorização conforme o tempo passa. “Nos Estados Unidos existem até fundos de investimento de carros antigos”, afirma Roberto Suga, presidente da Federação Brasileira de Veículos Antigos. Mas o especialista faz um alerta: antes de sair comprando, é necessário levantar informações sobre o mercado. “Frequentar eventos e conversar com outros colecionadores é essencial para aprender sobre veículos antigos”, diz.

Este ano, em leilão realizado no Arizona (EUA), uma Ferrari 410 Superamerica Série 1 Coupé 1956 foi vendida por US$ 3,3 milhões – US$ 1 milhão a mais do que os analistas previam. Na época de sua criação, a Superamerica era o carro mais rápido que a Ferrari já tinha lançado. Conta com motor V-12 de 4,9 litros que gera 340 hp de potência e proporciona velocidade máxima de 240 km/h. Dela foram fabricadas apenas 16 unidades. Com a venda ocorrida no início deste ano, foi a sexta vez que o carro trocou de dono. Em 1956, ele passou pelas mãos do piloto de corrida italiano Luigi Chinetti e também pertenceu a William Kemble Carpenter, um herdeiro da DuPont. Em 1968, a Superamerica foi adquirida por Stan Baker, o dono da loja onde Kurt Cobain, da banda Nirvana, comprou a arma usada para cometer suicídio.

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