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3 maneiras como as empresas sabotam seu próprio futuro

Por todo o mundo, as corporações estão cheia de elementos anacrônicos, contraprodutivos e estressantes que faz com que as pessoas percam a vontade de trabalha por lá. Nem mesmo startups conseguem escapar de certas armadilhas.

Regras e política muito rígidas ou manter pessoas negativas no comando minam o engajamento, a satisfação e a lealdade dos funcionários, o que manda os melhores talentos para bem longe.

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Veja na galeria de fotos 3 maneiras como as empresas sabotam seu próprio futuro e como contorná-las:

 

  • Algumas companhias têm políticas absurdas. Regras como homens não poderem ter barba ou ser proibido trazer comida de casa são estranhas. Como elas, há outras igualmente incoerentes e ainda mais controladoras. Normas específicas sobre o que fazer em caso de doença e outras emergências pessoais prejudicam a lealdade da equipe. Prender seu funcionário em um momento delicado será algo sempre lembrado de maneira negativa. Dizer a alguém que pode ir ao funeral da irmã, mas não ao da cunhada, provoca na pessoa a sensação de ser apenas uma peça que precisa ser monitorada, e não parte do sucesso da empresa. Companhias progressistas, como a Virgin de Sir Richard Branson, oferecem algo chamado “férias ilimitadas”, nas quais os funcionários têm total controle sobre esse tipo de decisão. A inspiração veio do Netflix.

  • Toda empresa tem uma burocracia impede que todos façam seu trabalho de forma mais eficicaz ou que rouba várias horas do dia. Procedimentos complicados e vagarosos fazem as pessoas se sentirem impotentes. Outro método ultrapassado são os feedbacks anuais. Em um mundo cada vez mais veloz, qual o sentido de receber a avaliação sobre o desempenho em um projeto feito em março apenas no final do ano? Como incorporar as melhorias no comportamento dessa forma? As organizações mais inovadoras dão feedback da maneira mais imediata e regular possível.

  • É o elemento que tem maior impacto negativo na experiência dos funcionários. Chefes ruins sugam as coisas boas de seu time. Trabalhar para alguém assim é frustrante e irritante. Saber que a empresa não faz nada para mudar a situação é ainda pior. Um líder deve pensar em todas as regras, processos e práticas de sua organização sob a perspectiva do funcionário. Examine-as com cuidado para ter certeza de que não está sendo injusto ou incoerente.

Algumas companhias têm políticas absurdas. Regras como homens não poderem ter barba ou ser proibido trazer comida de casa são estranhas. Como elas, há outras igualmente incoerentes e ainda mais controladoras. Normas específicas sobre o que fazer em caso de doença e outras emergências pessoais prejudicam a lealdade da equipe. Prender seu funcionário em um momento delicado será algo sempre lembrado de maneira negativa. Dizer a alguém que pode ir ao funeral da irmã, mas não ao da cunhada, provoca na pessoa a sensação de ser apenas uma peça que precisa ser monitorada, e não parte do sucesso da empresa. Companhias progressistas, como a Virgin de Sir Richard Branson, oferecem algo chamado “férias ilimitadas”, nas quais os funcionários têm total controle sobre esse tipo de decisão. A inspiração veio do Netflix.

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