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Os 12 lugares mais legais para comer em 2015

Algumas pessoas sonham em comer em todos os restaurantes com três estrelas no Guia Michelin. Outras se baseiam na lista da influente revista “Restaurant”, que todo ano divulga um ranking global com as 50 melhores casas. E há ainda quem não ligue para toda essa pompa e deseje experimentar todas as comidas de rua que puderem.

Tudo isso é válido, mas, em um mundo que é ao mesmo tempo tão grande e tão pequeno, novas cozinhas, novos ingredientes e novos talentos surgem com uma rapidez vertiginosa. E a maioria deles vale a mordida agora mesmo, ainda que os críticos desconheça.

Ninguém precisa esperar até que estes lugares estejam em rankings para apreciá-los.

Veja na galeria os 12 lugares mais legais para comer em 2015:

  • O restaurante do renomado chef Atsushi Tanaka só está aberto há oito meses, portanto, muita gente ainda não conhece sua excelência. Jovem e inovador, Tanaka cria pratos divertidos, deliciosos e belíssimos.

  • O vencedor do badalado prêmio francês Bocuse d’Or, o chef Rasmus Kofoed está em seu auge, apresentando um “balé” culinário em uma elegante sala de jantar. O cuidado com a escolha dos ingredientes e a apresentação dos pratos é notável em cada mordida.

  • O criativo David Muñoz é um chef intimidadoramente bom. Uma das primeiras críticas do restaurante descreveu os pratos como uma “’Festa de Babette’ com LSD”.

  • Entre os melhores restaurantes japoneses fora do Japão, o Pakta é um negócio em total harmonia que mostra o brilhantismo do chef Albert Adriá, que consegue trabalhar com qualquer tipo de cozinha – no caso, é uma combinação perfeita entre a japonesa e a peruana. Os melhores lugares ficam no balcão.

  • A grande mesa de 14 lugares e todo o ambiente são misteriosos e sensuais, como uma cena de algum filme de James Bond. É um forte contraste com os sabores vivos do chef Matt Lightner. Você irá se sentir muito especial no Atera, além de extremamente satisfeito com o menu de degustação de 20 pratos, que variam dependendo do dia e do frescor dos ingredientes.

  • Virgilio Martinez é uma unanimidade entre os críticos, sendo considerado o melhor chef da América do Sul por sua abordagem antropológica de diversos ingredientes dos mares do Peru, das partes mais baixas e mais altas do Andes, e outras florestas. Mas o resultado não é acadêmico, e sim delicioso.

  • Apesar de o uso de ingredientes locais e frescos ser uma tendência, são poucos os restaurantes que conseguem conexão com a natureza tão evidente como no Attica.

  • Um estudo da culinária avant-garde, com um menu criativo que combina arte, ciência, tradição e muita técnica: este é o Minibar de José Andrés, um lugar intimista e que leva seus clientes para um passeio pelos sabores.

  • Para conhecer este lugar, você terá de ser muito paciente ou bem conectado. Mas um restaurante de sushi com apenas 10 lugares, comandado por um chef de 89 anos em uma estação de metrô e dono de 3 estrelas no Guia Michelin merece o esforço.

  • Um dos restaurantes de luxo mais isolados do mundo, Fäviken fica localizado dentro de uma área de caça de 8.093 hecatres nas montanhas de Are, ao norte da Suécia. O chef Magnus Nilsson e sua equipe não apenas cozinham, como todo mundo: eles caçam e pescam na região para preparar jantares naturais e frescos para apenas 12 convidados por vez.

  • Divertido e moderno, o Burnt Ends é um lugar casual que oferece oum churrasco australiano de excelente qualidade.

  • Além da espetacular localização e decoração, no topo do hotel Grand Lisboa, o chef Joël Rubchon oferece tudo: serviço, carta de vinhos e comida excelentes.

O restaurante do renomado chef Atsushi Tanaka só está aberto há oito meses, portanto, muita gente ainda não conhece sua excelência. Jovem e inovador, Tanaka cria pratos divertidos, deliciosos e belíssimos.

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