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12 mulheres que mudaram a moda italiana

Elas têm personalidades fortes, força de vontade e sucesso “made in Italy”. Mas não são apenas por essas qualidades que são conhecidas: essas mulheres têm certa aptidão para reescrever a história da moda e muitas das mudanças drásticas que causam são sentidas local e globalmente.

Em um país onde, para os estrangeiros olhando de fora, as mulheres são apreciadas por sua aparência ou por suas habilidades como mães e donas de casa, as 12 mulheres desta lista passam uma mensagem de coragem, inteligência e empreendedorismo.

Entre modelos, empresárias e estilistas, o que este grupo tem em comum é o desejo pela mudança. Veja na galeria de foto as 12 mulheres que mudaram a moda italiana:

  • Karla é dona de uma das agências de relações publicas mais importantes do mundo. Fundada em 1982, Karla Otto tem filiais em Milão, Paris, Nova York, Londres, Los Angeles, Hong Kong e Pequim.

  • Como diretora de acessórios da Fendi, Silvia é reconhecida por ter criado uma das bolsas mais conhecidas da marca, a Baguette, 1997. “Eu quis fazer algo que ninguém tinha feito ainda. A moda era minimalista na época e acho que a bolsa assume tudo isto”, explica.

  • Aos 35 anos, Gaia comanda a diretoria do Grupo Trussardi é dona de 25% dos negócios da família, fundado em 1911. Em 2013, ela se tornou diretora criativa da linha principal da marca; com 23 anos, ela foi uma das mais jovens a assumir o cargo.

  • Talvez a mais conhecida (e midiática) delas, Della Russo é adorada pelos
    japoneses pela irreverência e criatividade que trouxe a moda. A italiana é consultora da Vogue Japão e uma das blogueiras mais importantes do mundo.

  • Noona nasceu na Turquia, foi criada na Dinamarca e morou alguns anos em Paris antes de escolher Milão como seu lar. Ela trabalha relações publicas ha 30 anos e já trabalhou com nomes como Armani, Valentino e Lanvin. Noona também é conhecida por ter descobrir os estilistas em ascensão, como Philipp Plein, Umit Benan e Aquilano Rimondi

  • Não existiam as propagandas ícones ou muito mais do que couro na Cavalli antes de Eva chegar à empresa. A ex-miss teve participação em muitas decisões cruciais da casa, como a primeira propaganda em 1995.

  • Foi Carla que inventou a loja “conceito”, após se estabelecer como um dos nomes mais importantes do mercado com a Corso Como. Hoje, são 10 filias da loja de departamentos. Ela também é conhecida por sua renomada galeria de arte, Galleria Sozzani, ha 25 anos.

  • Emanuela transformou a Vogue Itália em uma marca ao influenciar a comunicação da revista, que hoje eh parte importante do cenário e do calendário fashion. A italiana começou sua carreira com 23 anos, como relações publicas da Versace. Fundou sua própria agencia em 1999, e além de ser consultora da Vogue Itália, representa algumas marcas italianas selecionadas.

  • Entre a mídia internacional e os investidores, os desfiles da italiana são sem duvida os mais antecipados na Semana de Moda de Milão. O que Miuccia faz, o mundo fashion segue. A estilista e CEO da Prada transformou a marca que o avô criou em 1913 em uma das lideres da indústria de luxo sem perder a identidade pela qual é celebrada.

  • Patrizia descreve a si mesma como “Um dos últimos dinossauros da moda italiana”. Ela é responsável pela primeira agência de modelos 100% masculina da Itália. Patrizia cuida de rostos conhecidos da indústria, como Simon Nessman, Jon Kortajarena e Gabriel Aubry.

  • Com um currículo invejável, Franca Sozzani é conhecida principalmente como editora chefe da Vogue Itália. Ela foi a responsável por transformar a revista, antes um catálogo com pouquíssimos anúncios, em um produto atraente de reconhecimento global. Franca é famosa por tocar em questões importantes, como a falta de diversidade étnica nas revistas de moda e a violência domestica, através de imagens e textos.

  • Brasileira, a modelo ganhou os holofotes ao participar de uma campanha da grife Givenchy em 2010. Ela se tornou a primeira modelo transexual a aparecer em uma grande campanha de moda e no programa da apresentadora norte-americana Oprah, além de inúmeras capas de revistas e entrevistas. No final do não passado, Lea fez história novamente ao se tornar a primeira embaixadora transexual da marca de produtos para cabelo Redken.

Karla é dona de uma das agências de relações publicas mais importantes do mundo. Fundada em 1982, Karla Otto tem filiais em Milão, Paris, Nova York, Londres, Los Angeles, Hong Kong e Pequim.

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