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Por que pais não devem ser superprotetores

Pais superprotetores justificam suas atitudes dizendo que querem ter certeza que seus filhos estão prontos para enfrentar o mundo real. Entretanto, os efeitos desse pensamento tornaram a geração do milênio a mais protegida e mais programada da história.

Aproximadamente 33% da Geração Y afirmam que seus pais estão envolvidos no processo de busca por emprego, enquanto 10% contam que são acompanhados pelos pais.

Quando a questão é aceitar propostas de emprego, 70% consultam os pais antes de as aceitarem. Em média, eles se falam 8,8 vezes em uma semana.

Esse envolvimento excessivo pode ser prejudicial aos filhos, por mais que pareça proteção. Veja na galeria de fotos cinco motivos pelos quais pais não deveriam ser superprotetores:

  • Eles tiram poder do filho
    Estar sempre sob cuidados dos pais diminui os poderes de resolver problemas sozinho e de enfrentar o medo de falhar. Os níveis de depressão e ansiedade entre eles são altos, porque intervir nas decisões dos filhos dá sinais de que os pais não acreditam neles.
    Outra consequência é que os filhos demoram mais para encontrar empregos depois de formados.

  • Filhos não conseguem se virar sozinhos

    Eles perdem a capacidade de tomarem decisões sem consultar os pais, consequentemente, não se tornam independentes. É preciso deixar que eles lidem com frustrações e dificuldades.
    A melhor maneira de filhos serem confiantes e terem autoestima positiva é deixar que eles conquistem sucesso por eles mesmos.

  • Ajuda dos pais não é autentica

    Normalmente o excesso de preocupação da parte dos pais é consequência de ansiedade, não apenas de boas intenções. Opinar em tudo que os filhos fazer mostra medo medos pessoais, não preocupação com que eles consigam enfrentar o mundo real.
    É comum que, inconscientemente, pais tenham medo de perder o propósito de suas vidas se deixarem de cuidar de seus filhos. O problema é que muitos jovens têm medo de mostrar que não querem mais os pais se intrometam nas suas vidas.

  • Pais não vivem para sempre

    Já é ruim o suficiente perder os pais, mas quando se depende integralmente deles, é pior ainda. É preciso ensinar os filhos a evoluírem e crescerem para que eles estejam prontos quando tiverem suas próprias famílias e tiverem que lidar com responsabilidades e problemas.
    O que os pais ensinarem para seus filhos serão lições para a vida toda, por isso, o ideal é dizer que acredita neles e tem orgulho deles.

  • Filhos ganharão menos dinheiro

    Pessoas com problemas de autoestima na adolescência terão sérias consequências na vida adulta. Estudos apontam que confiar em si mesmo é um indicador do quanto se ganhará no futuro, portanto, é importante deixar os filhos tomar as próprias decisões e construir confiança. Eles precisarão disso para terem sucesso emocional, profissional e financeiramente.

Eles tiram poder do filho
Estar sempre sob cuidados dos pais diminui os poderes de resolver problemas sozinho e de enfrentar o medo de falhar. Os níveis de depressão e ansiedade entre eles são altos, porque intervir nas decisões dos filhos dá sinais de que os pais não acreditam neles.
Outra consequência é que os filhos demoram mais para encontrar empregos depois de formados.

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