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Cientista prevê o futuro em 10 tuítes

Qual é o futuro da geração atual de jovens? Essa é uma questão que a cientista Amy Webb tenta responder nas diversas palestras que dá ao redor do mundo. Formada em mídia e ciências tecnológicas pela Universidade de Columbia, nos EUA, ela é chefe do Webbmedia Group, empresa de estratégias digitais que investiga novas tecnologias.

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Recentemente, Amy divulgou em sua página no Twitter algumas previsões tecnológicas, que, segundo seus cálculos, serão desenvolvidas nos próximos 25 anos. Entre as novas tecnologias estão robôs, dispositivos de segurança, ferramentas de identificação facial, bancos digitais gratuitos e inovações medicinais.

De acordo com a cientista, os projetos futurísticos, inicialmente, estão sendo pensados para países e regiões de economia crescente e em desenvolvimento, como EUA, Europa ocidental, Escandinávia, Austrália, Coreia e Japão.

Veja na galeria de fotos a seguir as previsões de Amy para os próximos 25 anos:

  • Futuro próximo (próximos 5 anos)

    Para Amy, algo que irá chegar ao público nos próximos anos é o “Tutorial Algorítmico”, que desenvolverá máquinas como atendentes digitais. Segundo a ela, são essas tecnologias que determinarão o que será escrito, projetado, exibido e, principalmente, a forma como as informações serão consumidas .

    Além disso, outras poderosas tecnologias continuarão a examinar, analisar e guardar nossas feições. As “ferramentas de identificação facial”, por exemplo, se tornaram cada vez mais presentes na identificação de indivíduos para a entrada em lugares restritos e na aplicação de leis.

    Também será mais comum a existência de políticas de privacidade, ética e segurança em dispositivos móveis e dados pessoais. No entanto, para Amy, do jeito que caminhamos atualmente, essas ações não nos trarão tantos resultados.

  • Futuro a médio prazo (5 a 15 anos)

    De acordo com as previsões da cientista, em até 15 anos, a Blockchain, “carteira online” criada pela empresa Bitcoin, será muito usada pelo público para realizar pagamentos gratuitos para todo e qualquer lugar do mundo. Segundo ela, a ferramenta surgirá como uma transformação no modo como as informações transitam pelo mundo. “Com essa ferramenta, a empresa Bitcoin pode vir a provar que criou seu primeiro aplicativo de grande potencial”, afirma.

    Já as companhias que desenvolvem “robôs humanos” começarão a oferecer cuidados assistenciais às maquinas, como mais investimentos em pesquisas e a aplicação de novas informações dentro dos dispositivos. Os corpos robóticos começarão a ganhar forma quando suas peças danificadas forem substituídas por novos mecanismos desenvolvidos em laboratórios tecnológicos.

  • Futuro a longo prazo (15 a 25 anos)

    Computadores pessoais com tecnologia quântica serão desenvolvidos para operar em salas de cirurgia, espaços de reuniões e, até mesmo, em quartos.

    Muitas anomalias genéticas serão sequenciadas e erradicadas. A biologia terá combinações sintéticas com seleção natural para prevenir que epidemias se espalhem. Ao lado dessas descobertas, Amy afirma que estarão muitos desafios pela frente.

  • Futuro distante (mais de 25 anos)

    Para a cientista, a grande revelação do futuro em 25 anos será a telepatia sintética (comunicação pela mente), que, de certa maneira, já estará disponível ao público. Ou seja, de acordo com Amy, mensagens serão direcionadas de uma pessoa a outra por meio de pensamentos.

Futuro próximo (próximos 5 anos)

Para Amy, algo que irá chegar ao público nos próximos anos é o “Tutorial Algorítmico”, que desenvolverá máquinas como atendentes digitais. Segundo a ela, são essas tecnologias que determinarão o que será escrito, projetado, exibido e, principalmente, a forma como as informações serão consumidas .

Além disso, outras poderosas tecnologias continuarão a examinar, analisar e guardar nossas feições. As “ferramentas de identificação facial”, por exemplo, se tornaram cada vez mais presentes na identificação de indivíduos para a entrada em lugares restritos e na aplicação de leis.

Também será mais comum a existência de políticas de privacidade, ética e segurança em dispositivos móveis e dados pessoais. No entanto, para Amy, do jeito que caminhamos atualmente, essas ações não nos trarão tantos resultados.

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