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Como era o mundo antes de Bill Gates tornar-se o homem mais rico dos EUA

Bill Gates é a pessoa mais rica dos Estados Unidos há 22 anos. Segundo a lista anual “FORBES 400”, divulgada na última terça-feira (29), o norte-americano tem uma fortuna estimada em US$ 76 bilhões.

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Em outubro de 1993, o cofundador da Microsoft ocupava o segundo lugar do ranking, atrás apenas de Warren Buffett. O megainvestidor tinha, então, uma fortuna avaliada em US$ 8.325 bilhões, enquanto Gates registrava US$ 6.165 bilhões.

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Mas não foram só as fortunas dos dois que mudaram (aumentaram) nos últimos 22 anos. De lá para cá, o Brasil teve quatro presidentes, os Estados Unidos, três, e algumas invenções começaram a dominar o mundo, como a internet (e, consequentemente, Google, Facebook, Amazon, Netflix…) e celulares (não smartphones, a telefonia móvel ainda não era tão popular naquela época).

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Veja, na galeria de fotos, 17 fatos que mostram como o mundo era em 1993 e como mudou. Já pode começar a sentir o peso da idade…

  • Itamar Franco era o presidente do Brasil

    Quase um ano após o impeachment de Fernando Collor, seu vice, Itamar Franco, morto em 2011, governava o país.

  • A moeda era o cruzeiro real

    Entre o começo de 1986, no governo de José Sarney, e o final de 1993, o Brasil teve quatro moedas diferentes. Em outubro, a da vez era o Cruzeiro Real, referente a 1.000 cruzeiros.

    A medida, adotada em agosto de 1993, não durou nem um ano. Onze meses depois, no dia 1º de julho de 1994, o governo Itamar implantou o Real.

  • Brasil era tricampeão do mundo

    Após a criticada participação da seleção na Copa do Mundo de 1990, o Brasil enfrentava seu maior período sem ganhar um título mundial desde o primeiro campeonato ganho, em 1958.

    O aguardado tetra, eternizado na narração de Galvão Bueno, só chegaria no meio do ano seguinte, nos Estados Unidos.

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  • Não havia internet no Brasil

    Não consegue viver sem seu smartphone? Pois no Brasil de 1993 não havia nem internet. Isso mesmo: nem em computadores, nem em lugar nenhum.

    Só havia acesso on-line nas universidades. A primeira linha comercial só começou, de fato, no finalzinho de 1994.

  • As pessoas viam clipes pela TV

    Se não havia internet, imagina YouTube. Um dos mais famosos reprodutores de vídeo da atualidade, ultrapassado recentemente pelo Facebook, foi fundado apenas em 2004.

    Quem queria ver clipes precisava ligar para o Disk MTV, na época de ouro do canal, apresentado por Astrid Fontenelle.

  • E ouviam música em discos de vinil

    Apesar de o CD ter chegado ao país no final dos anos 1980, a forma mais popular de ouvir música no Brasil em 1993 ainda era o imponente vinil. iTunes, MP3 ou qualquer tipo de streaming digital, como você pode imaginar, era impensável na época.

  • Super Nintendo era o videogame da vez

    PlayStation? XBox? Ninguém reconheceria esses nomes naqueles tempos. A Sony só lançou o console em 1994 e a Microsoft, em 2001.

    O Super Nintendo, um dos clássicos da empresa japonesa, tinha acabado de chegar ao Brasil, em agosto, para juntar-se ao popular Mega Drive.

  • Não tinha euro

    Se você quisesse fazer um mochilão pela Europa, teria de comprar uma série de moedas. A Itália tinha a lira italiana; a França, o franco; a Alemanha, o marco alemão; e por aí vai.

    A Zona do Euro, com moeda única, foi criada só em 1999, com a participação de 11 países.

  • Também não tinha Eurotúnel

    Quem viajava pela Europa e queria ir da França à Inglaterra, teria de pegar um avião. O Eurotúnel, túnel ferroviário de 75 m de profundidade e 50,5 km de extensão que liga os dois países, só foi inaugurado em 1994.

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  • E nem Justin Bieber

    Muitas pessoas – do mundo da música, inclusive – já declararam que gostariam de viver em um mundo sem Justin Bieber. Pois bem, em 1993 isso era uma realidade. O astro pop nasceu no Canadá em março do ano seguinte.

  • Ninguém conhecia a família Kardashian/Jenner

    O clã de celebridades formado pelas irmãs Kardashian/Jenner ficou famoso após o início do reality show “Keeping Up with the Kardashians”, que narra o dia a dia da família e começou a ser exibido apenas em 2007.

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  • “Jurassic Park” era a sensação dos cinemas

    Como em 2015, o maior sucesso das telonas tinha como protagonistas dinossauros. “Jurassic Park – Parque dos Dinossauros”, dirigido por Steven Spielberg, teve a maior bilheteria do ano: arrecadou mais de US$ 1 bilhão ao redor do mundo.

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  • Ayrton Senna era o grande ídolo vivo do Brasil

    O Brasil estava entre os principais países da Fórmula 1. Enquanto o futebol vivia escassez de títulos em Copas do Mundo, Ayrton Senna, morto em maio de 1994, brilhava nas pistas com três títulos mundiais.

  • Pablo Escobar era o homem mais procurado do mundo

    Em 1993, Pablo Escobar, retratado no seriado “Narcos”, do Netflix, não só era foragido como era o narcotraficante mais procurado do planeta. Não por muito tempo. Ele acabou morto em Medellín em dezembro do mesmo ano.

  • Nirvana era a maior banda do mundo

    Nirvana era, possivelmente, a maior banda do planeta na época. O grupo de Seattle havia acabado de lançar seu terceiro (e último) álbum de estúdio, “In Utero”. Mas a fama não parecia agradar ao líder Kurt Cobain, que cometeu suicídio no ano seguinte.

    No Brasil, Renato Russo, que também não era muito chegado a shows, ainda liderava a Legião Urbana, antes de morrer em decorrência da AIDS, em 1996.

    O Rei do Pop, Michael Jackson, passava pelo primeiro grande escândalo de sua vida: em agosto de 1993, o jovem Jordan Chandler, então com 13 anos, acusou o ídolo de abuso sexual, polêmica que o perseguiu até sua morte, em 2009.

  • Harry who?

    Harry Potter, hoje o bruxinho mais famoso da ficção, ainda era um rascunho na escrivaninha de J.K. Rolling. A escritora inglesa levou seis anos para escrever o primeiro romance, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, publicado em 1997.

    Hoje, a série de sete livros foi adaptada para o cinema em oito filmes e tornou Rolling uma das mulheres mais ricas do Reino Unido.

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Itamar Franco era o presidente do Brasil

Quase um ano após o impeachment de Fernando Collor, seu vice, Itamar Franco, morto em 2011, governava o país.

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