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Como os bilionários brasileiros, liderados por Lemann, salvaram o Burger King

Por muito tempo, a rede de fast food Burger King foi considerada um player secundário no mercado, atrás da concorrente McDonald’s, e neglicenciada por seus antigos donos, entre eles a empresa de bebidas britânica Diageo e um consórcio de private equity liderado pela TPG Capital.

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Porém, há cinco anos, a cadeia de fast food foi adquirida por um grupo de três brasileiros, por meio da 3G Capital, empresa de private equity e começou a reconquistar seu brilho de realeza. Os responsáveis pela reviravolta são Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira, que ocupam, respectivamente, a primeira, a terceira e a quarta posições na lista de mais ricos do país, segundo FORBES Brasil.

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Veja na galeria de fotos como a 3G Capital salvou o Burger King:

  • Reestruturação da marca

    Quando a 3G, de Lemann (foto), Telles e Sicupira, fez sua oferta de US$ 3,3 bilhões em 2010, as ações do Burger King estavam passando por uma situação desfavorável e valiam cerca de US$ 17 cada – menos do que custavam no pico da crise econômica, em 2008. O grupo pagou uma parte em dinheiro –US$ 1,6 bilhão, pegou emprestado mais US$ 1,7 bilhão e totalizou os 100% dos ativos a US$ 24 por ação.

    Como parte da reestruturação da marca, a 3G fechou o capital da companhia, que só voltou ao mercado dois anos depois. Os brasileiros tornaram o sócio Alex Behring CEO para maximizar os lucros a partir da construção de uma base sólida de lojas, já que a rede passava por sérios problemas com franqueados, e da renovação do cardápio.

  • Crescimento exponencial

    A marca, até então neglicenciada, foi significativamente recuperada, com crescimentos que colocam o McDonald’s em uma situação desfavorável: no segundo semestre de 2015, as vendas globais das mesmas unidades do Burger King cresceram 6,7%, enquanto as do concorrente caíram 0,7%.

  • Mascote “The King”

    A 3G levou o brilho de volta à coroa, mas o mascote “The King” foi exilado, eliminado de campanhas publicitárias em 2011. Ele, no entanto, fez algumas participações importantes recentemente, como na comitiva do boxeador Floyd Mayweather e atrás do treinador de cavalos de corrida Bob Baffert, na competição esportiva Triple Crown.

  • Justice Holdings e Berkshire Hathaway

    Dois anos após comprar o Burger King, a 3G vendeu 29% da sua parte à Justice Holdings, empresa de investimentos liderada por Bill Ackman, por US$ 1,4 bilhão. Em 2014, a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett (foto), ajudou a financiar a fusão de US$ 11 bilhões da empresa alimentícia canadense Tim Hortons.

Reestruturação da marca

Quando a 3G, de Lemann (foto), Telles e Sicupira, fez sua oferta de US$ 3,3 bilhões em 2010, as ações do Burger King estavam passando por uma situação desfavorável e valiam cerca de US$ 17 cada – menos do que custavam no pico da crise econômica, em 2008. O grupo pagou uma parte em dinheiro –US$ 1,6 bilhão, pegou emprestado mais US$ 1,7 bilhão e totalizou os 100% dos ativos a US$ 24 por ação.

Como parte da reestruturação da marca, a 3G fechou o capital da companhia, que só voltou ao mercado dois anos depois. Os brasileiros tornaram o sócio Alex Behring CEO para maximizar os lucros a partir da construção de uma base sólida de lojas, já que a rede passava por sérios problemas com franqueados, e da renovação do cardápio.

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