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Mundo do luxo: 10 fatos sobre a grife Hermès que você não sabia

A tradicional e sofisticada grife francesa Hermès é conhecida por sua cor laranja. A história da marca teve início em 1837, quando um seleiro, Thierry Hermès, abriu uma pequena oficina em Paris, numa região conhecida como Grands Boulevards. Lá, eram vendidos acessórios em couro, como baús para carruagens, selas, rédeas, estribos, botas, luvas e cintos.

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O tamanho esmero com que os produtos eram fabricados resultou em um primeiro prêmio na Exposição Universal, no ano de 1867. As vendas tinham como principal foco a aristocracia parisiense e, por isso, não demorou muito para que a mais sofisticada loja número 24 fosse inaugurada na rua Faubourg Saint-Honoré. Isso aconteceu por volta de 1880, época em que o filho do fundador assumiu a empresa e inseriu novos objetos às coleções, presentes até os dias de hoje: bolsas, pochetes, sacolas e até mesmo casacos.

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Consolidada mundialmente, a marca de 178 anos garantiu sua sobrevivência até mesmo depois da Segunda Guerra Mundial.

Veja na galeria de fotos os dez fatos mais interessantes sobre a história marca:

  • Manteve os laços familiares

    Em 1837, Thierry Hermès abriu a primeira oficina, que foi passada para as mãos de seu filho, Charles-Émile Hermès, e de seus netos, Adolphe e Émile-Maurice. Robert Dumas, marido de Émile, também assumiu o cargo após a sua morte. Foi o único sucessor indireto, mas fazia parte da família. Fez questão de acrescentar o sobrenome Hermès ao seu.

  • O início de tudo

    Ainda no final de 1800, a mão de obra qualificada estava engatinhando. Quarenta anos foram necessários para que os produtos chegassem à preferência dos czares russos e para que o logotipo da marca tivesse ligação direta à sua identidade na cabeça dos consumidores, apesar do tempo.

  • Tudo por amor

    A primeira coleção de bolsas de couro da marca foi feita por Émile-Maurice, em 1922, depois que sua esposa reclamou de não encontrar um handbag em toda a Paris da qual gostasse.

  • Nos bastidores das bolsas Birkin e Kelly

    As duas bolsas mais icônicas da marca, Hermès Birkin e Hermès Kelly, foram batizadas por Jane Birkin e Grace Kelly. O que apenas algumas pessoas devem saber é que Kelly nem sempre foi reconhecida por tal nome. Feitas de couro, as ‘Sac à dépêches’ (bolsas estilo carteiro) ficaram famosas em 1935 e a troca de nome foi causada por uma fotografia da recém-titulada princesa de Mônaco, que usava o acessório para esconder a barriguinha de sua gravidez.

  • Vai além do nome

    Todos os produtos Hermès são feitos à mão, a partir do zero – incluindo os tecidos, provenientes de oficinas próprias espalhadas por toda a França, os Ateliers Hermès. O objetivo é garantir a qualidade e a singularidade do resultado final.

    De acordo com um relatório, se a quantidade de seda usada para fazer 1.000 fabulosos cachecóis Hermès fosse colocada em linha reta, cobriria a distância entre a Terra e a Lua! Cada Cachecol Hermès é feito a partir de 450.000 m de fios de seda, todos extraídos de casulos de 300 mariposas.

  • Tudo contextualizado

    Todas as unidades Hermès no mundo aplicam o conceito único de que as vitrines devem conciliar características da marca e também da respectiva localização.

  • De Paris, com amor

    A unidade parisiense é também conhecida como outlet da marca. Dentro dela, há uma pequena cafeteria e biblioteca de artes, para o conforto e distração dos clientes.

  • Hermès tem zíperes personalizados

    Há uma história de que Émile-Maurice foi a primeira pessoa a levar e usar o zíper na França. Em 1918, os direitos exclusivos no país foram concedidos a ele. A primeira jaqueta de golfe Hermès foi feita para Edward, Príncipe de Gales.

  • É um pacote!

    Um dos mais interessantes fatos é que as icônicas caixas cor de laranja da Hermès eram, originalmente, cor creme e continham detalhes em dourado. São da cor atual por simples acidente: em meio à Segunda Guerra Mundial, foram zerados os estoques de muitos materiais e eles tiveram de usar o laranja, que acabou identificado com a marca.

Manteve os laços familiares

Em 1837, Thierry Hermès abriu a primeira oficina, que foi passada para as mãos de seu filho, Charles-Émile Hermès, e de seus netos, Adolphe e Émile-Maurice. Robert Dumas, marido de Émile, também assumiu o cargo após a sua morte. Foi o único sucessor indireto, mas fazia parte da família. Fez questão de acrescentar o sobrenome Hermès ao seu.

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