Fotos

5 motivos que farão 2016 ser pior por conta do rebaixamento do Brasil pela Fitch Ratings

Nesta quarta-feira (16), a agência de classificação de riscos Fitch Ratings rebaixou a nota de crédito soberana do Brasil de BBB- para BB+, primeiro grau de investimento na escala especulativa da agência. É a mesma classificação dada ao país pela Stardard &Poor’s, em setembro deste ano.

VEJA TAMBÉM: “Águas claras só em 2018″, afirma presidente do Grupo Boticário

O rebaixamento ocorre um dia após o governo brasileiro alterar a meta de superávit primário para 2016, o que o permite não precisar fazer cortes para o pagamento dos juros da dívida pública.

FORBES conversou com João Luiz Mascolo, Doutor em economia pela FGV-SP, e lista 5 possíveis consequências na rotina dos brasileiros no ano que vem, por conta do novo rebaixamento da nota de crédito soberana do Brasil.

Veja na galeria de fotos:

SAIBA MAIS: 15 maiores bilionários do Brasil

  • Alta no custo de vida
    O índice de investimentos que, segundo o IBGE, não cresce significativamente há nove semestres, tende a diminuir mais. O Brasil não está em um bom momento político, o que afeta a economia. Em 2016, a falta de credibilidade do país acarretará custos mais altos em diversos setores do dia a dia dos brasileiros.

  • Baixo crescimento
    Para o ano que vem, a previsão de crescimento nacional também não é das melhores. A queda de investimentos tem enorme influência na produção e no consumo.

  • Programas sociais comprometidos
    O rebaixamento do Brasil pesa diretamente sobre as contas do governo, o que pode comprometer ainda mais a capacidade de investir em saúde, educação e projetos sociais.

  • Alta da inflação
    Menos investimentos faz com que o governo precise gastar mais, o que potencialmente pode implicar em emissão de mais moeda. Resultado: impacto direto no aumento dos preços.

  • Alta no desemprego
    Como consequência da possível queda dos investimentos, a produção da indústria tende a ser menor, o que resulta em menos postos de trabalho.

Alta no custo de vida
O índice de investimentos que, segundo o IBGE, não cresce significativamente há nove semestres, tende a diminuir mais. O Brasil não está em um bom momento político, o que afeta a economia. Em 2016, a falta de credibilidade do país acarretará custos mais altos em diversos setores do dia a dia dos brasileiros.

Comentários
Topo