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Bilionário confessa seus 6 maiores erros

Richard Charles Nicholas Branson, é um dos grandes e bilionários nomes britânicos. Empreendedor e experiente em diversos mundos e mercados, o 330˚ bilionário do mundo (listado pela FORBES, em 2015), comprova que não construiu seus US$ 5,2 bilhões apenas com acertos.

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Os investimentos foram grandes e numerosos, além de bastante abrangentes. Música, vestuário, aviação e até mesmo a indústria do casamento já foram assuntos abordados por seu super império Virgin, construído em 1970. Veja na galeria de fotos abaixo os erros ditos já cometidos por Richard Branson em suas companhias:

  • Student Magazine

    Considerando o começo da história, depois de deixar a escola, aos 16 anos, Richard Branson começaria a Studant Magazine, uma publicação voltada a cobertura da cultura pop à Guerra do Vietnã. Enquanto acontecia o crescimento da revista, a sessão também começou a render lucro e, então, deu luz ao projeto Virgin Records.

    “Um dos meus grandes fracassos aconteceu quando eu era muito novo e não consegui convencer uma grande editora a comprar a Student Magazine. Enquanto eles queriam focar na distribuição, eu tentava explicar a minha visão para uma série de novos empreendimentos voltados ao público estudante”, explicou Richard. “Felizmente, o fracasso me deu oportunidade de definir tudo o que eu queria fazer com a minha empresa e, assim, construir tudo aquilo em que eu acreditava. Hoje, mais de meio século depois, a Virgin se estende muito além do que eu sonhava quando adolescente”.

  • VirginStudent

    Não tão conhecida quanto a amada Student Magazine, é o curioso site virginstudent.com. No ano 2000, o site da comunidade foi lançado e já continha características diversas existentes nas redes sociais mais atuais, como MySpace e Facebook, que hoje “governa o mundo”.

    “O site tinha centenas de milhares de membros, perfis e avatares que se alinhavam ao mundo real. O VirginStudent dava um e-mail gratuito ao usuário e disponibilizava um espaço próprio para compartilhar e armazenar fotos e outros arquivos. Alguns outros recursos eram opcionais e incluíam serviço gratuito de SMS, calendários, notícias e opiniões”, disse um ex-usuário.

    O desaparecimento do site veio em 2005, quando teve queda de publicidade. Enquanto ele era registrado como mais uma ideia falha, dez anos depois, o fundador foi premiado como o perfil com o maior número de seguidores no LinkedIn.

  • Virgin Cars

    A partir de 2000, surgiu a Virgin Cars, primeira aparição e construção do nome da marca no mundo off-line, no mundo do varejo. Como Richard explica, “na época, nós identificamos uma lacuna no mercado de varejo e começamos a revolucionar a maneira de venda dos carros. Ela acabou não sendo a mais certa e fez com que a Virgin Cars fechasse suas portas em apenas cinco anos. Percebemos que nossa negligência foi notar tarde demais que aquele mercado não se move tanto com a forma como as vendas dos carros são feitas, mas com a potência que eles têm. Naquela época, não podíamos prever o futuro quanto à sustentabilidade. Não dava pra saber que a maior venda seria atribuída aos carros elétricos e mais ecológicos possíveis. Felizmente, nem tudo estava perdido, a experiência que tivemos com o VirginCars nos deu a visão que hoje aplicamos a quase tudo: no mundo moderno, não há lucro, sem um propósito muito bem definido”.

  • Virgin Brides

    A Virgin Brides foi uma tentativa um tanto quanto perturbada de inserção na indústria do casamento. Da mesma forma como o fundador do grupo Virgin reflete: “Virgin Brides e Virgin Cola simplesmente não deram certo. Foram contatos errados, investimentos errados, e-mails errados e mais vários outros erros. Com certeza ainda errarei mais e aprenderei novas lições, todas tão valiosas quanto estas. Quem diz que não comete erros, simplesmente acaba de cometer um”.

  • Virgin Cola

    Sem dúvida o erro mais conhecido e ainda lembrado com muito carinho, é a experiência da Virgin Cola. Um negócio de grandes ambições que não conseguiu guardar com tanto sigilo assim a fórmula da bebida que mais perturba os mercados e oferece aos consumidores um produto significativamente melhor do que a concorrência.

    “É justo dizer que o nosso lançamento da Virgin Cola, em 1994, não foi algo sutil. Houve um tanque de guerra da Virgin pelas ruas de Nova York antes de sermos destruídos pela Coca Cola. Nós certamente criamos matérias de primeira página e era o que queríamos. Com a Virgin Cola nos sentimos confiantes de que poderíamos quebrar a tradição que a Coca Cola e que a Pepsi haviam criado. Descobrimos, no entanto, que não havíamos pensado na magnitude disso: declarar uma guerra a esses concorrentes é insano”, lembra Richard Branson.

  • Virgin Atlantic

    “Nossa última grande falha foi, na verdade, uma das empresas mais bem sucedidas da Virgens. Isso demonstra que, até mesmo as empresas que estão em sua mais bela performance, precisam ter cautela para evitar deslizes.

    Travamos uma batalha com a British Airways para sermos a primeira companhia aérea com uma cama na cabine de alto nível. A Virgin Atlantic, então, foi atrás disso. Nós estávamos com tanta “pressa” para entregar algo ao consumidor que pensamos em alguma coisa que promovesse conforto, praticidade e segurança. O primeiro resultado efetivo foi uma “cama” não completamente horizontal – e foi o nosso erro. Enquanto entregávamos um assento com inclinação próxima a 30˚, a British Airways projetou e materializou uma cama 100% horizontal e simplesmente nos deixou no chão. Depois disso, tentamos uma segunda vez com a criação de uma nova cabine e, desta vez, ninguém havia nos superado. Mas foi uma competição muito cara, este foi um dos aprendizados mais caro que tivemos”, disse Branson.

Student Magazine

Considerando o começo da história, depois de deixar a escola, aos 16 anos, Richard Branson começaria a Studant Magazine, uma publicação voltada a cobertura da cultura pop à Guerra do Vietnã. Enquanto acontecia o crescimento da revista, a sessão também começou a render lucro e, então, deu luz ao projeto Virgin Records.

“Um dos meus grandes fracassos aconteceu quando eu era muito novo e não consegui convencer uma grande editora a comprar a Student Magazine. Enquanto eles queriam focar na distribuição, eu tentava explicar a minha visão para uma série de novos empreendimentos voltados ao público estudante”, explicou Richard. “Felizmente, o fracasso me deu oportunidade de definir tudo o que eu queria fazer com a minha empresa e, assim, construir tudo aquilo em que eu acreditava. Hoje, mais de meio século depois, a Virgin se estende muito além do que eu sonhava quando adolescente”.

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