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Por que o Pentágono deve instalar seu novo centro de inovação em Detroit

GM- fabrica

O secretário de defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, está constantemente colocando pressão para estreitar relações entre os maiores inovadores tecnológicos e os militares. Carter e seus subordinados acreditam que o Pentágono deve entrar na revolução tecnológica em um polo como o Vale do Silício, se o objetivo do Departamento de Defesa dos EUA é passar na frente da China. Mas se a iniciativa do secretário é tentar sobreviver com a mudança de administração do país, o Pentágono precisa pensar mais amplamente sobre onde a inovação está ocorrendo na América: Austin e Seatle podem ser os próximos polos para centros de inovação, eles não podem se esquecer de Detroit.

A cidade de Detroit, atualmente, é um centro de inovações tecnológicas. A General Motors é um bom exemplo disso. Desde que a companhia enfrentou uma falência durante uma fase econômica muito ruim há 7 anos, a CEO Mary Barra e seus funcionários remodelaram a GM.

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A General Motors é ainda uma das maiores fábricas do mundo. Seus 215.000 funcionários produzem 10 marcas de carros em 30 países diferentes. No ano passado, ela gerou recorde de vendas e ganhos, e já vendeu mais de um milhão de carros na China só em 2016. Além disso, é também uma empresa que investe em novas tecnologias, como as de: veículos autônomos, energia reutilizável, materiais leves e cibersegurança.

Muitas dessas tecnologias tem o potencial de funcionar para fins militares. Não é surpresa que a companhia assinou o último contrato com a força militar. Recentemente, a GM desenvolveu o primeiro veículo movido à celulas de hidrogênio. Também foi ela que inventou o primeiro carro automático, isso no final dos anos 1930.

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Veja na galeria de fotos algumas tecnologias que podem ser usadas para missões militares:

  • Veículos autônomos

    Todos os serviços militares se interessam por sistemas que não precisam de pessoas para operar. Não apenas automóveis pilotados por controles remotos, mas também veículos autônomos. A GM começou a pensar no assunto nos anos 1950, quando projetou veículos de pesquisa sem volante. Atualmente, a companhia está se preparando para introduzir o primeiro Cadillac em que os motoristas não precisam dirigir. Mais para frente, a empresa planeja combinar sensores de 360 graus, mapas com GPS, OnStar (serviço de conectividade para os motoristas) e comunicação entre os veículos para criar um verdadeiro veiculo autônomo. Além disso, a companhia também está adquirindo uma startup do Vale do Silício chamada Cruise, que oferece como serviço algorítimos que otimizam essa tecnologia.

  • Cibersegurança

    A GM introduziu, há 20 anos, no mercado o serviço de conectividade e segurança OnStar, e isso mostra que eles já estavam pensando na privacidade dos motoristas. Esse pode ser um dos motivos pelos quais a indústria não sofreu alguns problemas cibernéticos vistos em outros setores. E isso, pode ser muito útil para operações militares.

  • Potência do veículo

    Uma versão modificada da mecânica Duramax será utilizada para potencializar um novo veículo da força militar. Gary Arvan, chefe da engenharia da Duramax, falou que ela está em constante evolução, desde que foi muito importante para o mercado 15 anos atrás, quando foi incorporada em grandes camionetes. Além disso, a tecnologia à diesel também é mais silenciosa, o que é importante para áreas de conflito.

  • Materiais leves

    As forças militares dos EUA enfrentam problemas em conciliar a proteção e funcionalidade do veículo com a mobilidade. Cada produto da GM é uma combinação cuidadosa de elementos que garantem a segurança, utilidade e economia. Saber onde utilizar cada tipo de material garante uma performance melhor, e isso é um dos trunfos das empresas automobilísticas. Como exemplo, o novo modelo de Cadillac T6 precisou de mais de 50 milhões de horas de simulação no computador para atingir os objetivos do design. Como resultado, o corpo do veículo é mais leve e mais resistente.

  • Sistema integrado

    Nenhuma das tecnologias mencionadas acima faria sentido se elas não pudessem ser combinadas em um veículo. O vice-presidente executivo de desenvolvimento de produtos, Mark Reuss, declarou que esse é um dos mais importantes aspectos dos produtos da marca. Ele notou também, que, no Vale do Sílicio há muitas tecnologias impressionantes sendo criadas, mas frequentemente não fazem essa conexão entre as plataformas.

Veículos autônomos

Todos os serviços militares se interessam por sistemas que não precisam de pessoas para operar. Não apenas automóveis pilotados por controles remotos, mas também veículos autônomos. A GM começou a pensar no assunto nos anos 1950, quando projetou veículos de pesquisa sem volante. Atualmente, a companhia está se preparando para introduzir o primeiro Cadillac em que os motoristas não precisam dirigir. Mais para frente, a empresa planeja combinar sensores de 360 graus, mapas com GPS, OnStar (serviço de conectividade para os motoristas) e comunicação entre os veículos para criar um verdadeiro veiculo autônomo. Além disso, a companhia também está adquirindo uma startup do Vale do Silício chamada Cruise, que oferece como serviço algorítimos que otimizam essa tecnologia.

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