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Ficção x realidade: 40 celebridades e poderosos no cinema e na vida real

“Elvis & Nixon” estreou há cerca de um mês no Brasil. Apesar do relativo sucesso que fez nos Estados Unidos, a produção não foi tão bem por aqui. O filme retrata o encontro entre o Rei do Rock e o ex-presidente norte-americano no início dos anos 1970. Elvis é interpretado por Michael Shannon e Richard Nixon, por Kevin Spacey, atual presidente do país na série “House of Cards”, do Netflix.\

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O polêmico ex-presidente já foi interpretado por outros grande atores no cinema. Em “Nixon”(1995), cinebiografia sombria filmada por Oliver Stone, Anthony Hopkins fez as vezes enquanto em “Frost/Nixon”(2008), de Ron Howard, Frank Langella assumiu o papel.

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Além de darem dinheiro, cinebiografias são boas chances de atores se destacarem e até levarem uma estatueta do Oscar para casa. Os exemplos são vários: Sean Penn como o político e ativista Havey Milk (“Milk – A Voz da Igualdade”, 2008),  Forest Whitaker como o ditador Idi Amin (“O Último Rei da Escócia”, 2006) e Reese Witherspoon como a cantora June Carter (“Johnny e June”, 2005).

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Alguns ficam tão parecidos que fica difícil distinguir a ficção da realidade, como Meryl Streep como a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher (“A Dama de Ferro”, 2011). Veja na galeria de fotos 40 celebridades e poderosos no cinema e na vida real:

  • Abraham Lincoln por Daniel Day-Lewis

    Lincoln é até hoje um dos presidentes mais lembrados da história dos Estados Unidos. O republicano, assassinado no exercício do cargo em 1865, foi o responsável pela abolição da escravidão e por tentar manter o país unido durante uma de suas maiores crises internas, a Guerra Civil Americana, que durou todo o seu mandato. No cinema, o presidente teve o começo de sua história vivida por Henry Fonda em “A Juventude de Lincoln” (1939), de John Ford, e, em 2012, recebeu o retrato de Steven Spielberg, em “Lincoln”, encarnado por Daniel Day-Lewis, que ganhou seu segundo Oscar de Melhor Ator.

  • Alfred Hitchcock por Anthony Hopkins

    Popular por seus suspenses, Hitchcock é, hoje, considerado um dos maiores diretores da história do cinema. O inglês, no entanto, passou por um período de bloqueio criativo no final dos anos 1950, pressionado pelo estúdio e sem boas obras para filmar. Essa é a história de “Hitchcock”, em que Anthony Hopkins vive o cineasta (2012) antes e durante a gravação de “Psicose” (1960). Ao contrário da excelente maquiagem, que deixou os conterrâneos muito parecidos, nem a produção nem a atuação agradaram à critica, com uma nota de 6,2 no “Rotten Tomatoes”, site que compila avaliações de especialistas ao redor do mundo.

  • Assis Chateaubriand por Marco Ricca

    Baseado na conhecida biografia de Fernando Morais, “Chatô – O Rei do Brasil”, o filme homônimo de Guilherme Fontes deu o que falar antes de sua estreia, em 2015. O motivo? Levou vinte anos para ficar pronto. Depois de Marco Ricca ter filmado todas as cenas, a produção acabou engavetada em meio a polêmicas de uso de verbas governamentais. Quando foi lançado, alguns atores, como José Lewgoy e Walmor Chagas, já tinham falecido.

  • Bill Gates por Anthony Michael Hall

    A controversa trajetória de dois dos homens mais importantes do século 21 foi contada em “Piratas do Vale do Silício” (1999), filme feito para a TV. Antes de se tornarem bilionários mundialmente conhecidos, Bill Gates e Steve Jobs tiveram de fazer várias manobras para suas empresas prosperarem. O homem mais rico do mundo é representado pelo não tão conhecido Anthony Michael Hall, enquanto o fundador da Apple eseva na pele de Noah Wyle.

  • Bob Dylan por Cate Blanchett

    Dylan, um dos maiores músicos da história dos Estados Unidos, teve sua trajetória contada no poético “Não Estou Lá” (2007). Como metáfora, sete atores interpretam o cantor e sua obra em diferentes fases. A atuação mais interessante delas vem da australiana Cate Blanchett, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel, que representa o momento em que Dylan aderiu às guitarras elétricas, no meio dos anos 1960.

  • Charles Chaplin por Robert Downey Jr.

    Antes de ser lembrado por todos como Homem de Ferro, Downey Jr. foi indicado ao Oscar de Melhor Ator pela sua belíssima interpretação de Charles Chaplin na cinebiografia “Chaplin” (1992), de Richard Attenborough.

  • Coco Chanel por Audrey Tautou

    Se a semelhança da estrutura física entre Tautou e Chanel já era grande, a postura elegante adotada pela atriz francesa quando foi viver sua conterrânea deixou-as praticamente iguais. Como revela o nome, “Coco Antes de Chanel”(2009) conta a trajetória da estilista antes de se criar uma das grifes mais famosas do planeta.

  • Dr. Dre por Corey Hawkins

    Lançado em 1988, “Straight Outta Compton” é até hoje um dos álbuns mais influentes do rap. A história do disco de estreia do grupo N.W.A foi adaptada para o cinema no ano passado, em filme homônimo ao disco, em que O’Shea Jackson Jr. vive Ice Cub e Corey Hawkins é Dr. Dre, segundo rapper mais ricos do mundo em 2016, de acordo com FORBES, com fortuna estimada em US$ 710 milhões em grande parte graças à sua marca de fones Beats by Dre, vendida à Apple.

  • Édith Piaf por Marion Cotillard

    A maior cantora da história da França ganhou uma excelente adaptação de sua biografia em 2007. “Piaf – Um Hino ao Amor” narra a trajetória da artista que, de cabaré em cabaré, demorou para conquistar o sucesso internacional que tinha quando faleceu, jovem, em 1963. Hoje, “La Vie en Rose” é praticamente um segundo hino francês. Marion Cotillard levou o Oscar de Melhor Atriz pelo papel.

  • Frida Kahlo por Salma Hayek

    Em 2002, uma das maiores pintoras de todos os tempos ganhou uma adaptação pelas mãos da norte-americana Julie Taymor. Vivida pela conterrânea Salma Hayek, “Frida” (2002) revela os dramas, a genialidade e a relação de Frida com o também artista Diego Rivera (Alfred Molina). Hayek foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz pelo papel.

  • George W. Bush por Josh Brolin

    Bush, o filho, foi um dos presidentes mais polêmicos dos Estados Unidos. Responsável direto pela segunda Guerra do Iraque, que invadiu com a justificativa de buscar as nunca achadas armas de destruição em massa, o texano ganhou uma cinebiografia ácida por Oliver Stone. Brolin encarnou um presidente bonachão e o tanto quanto atrapalhado em “W.”, de 2008.

  • Getúlio Vargas por Tony Ramos

    Ao contrário dos Estados Unidos, não são muitos os presidentes brasileiros que aparecem em filmes. Uma cinebiografia própria, então, é mais difícil ainda. Getúlio Vargas, por exemplo, um dos mais conhecidos líderes da história do país, só teve sua conturbada história no poder, que culminou em seu suicídio no Palácio do Catete em 1954, contada sessenta anos depois em “Getúlio” (2014), quando Tony Ramos viveu o governante e Alexandre Borges, Carlos Lacerda, seu principal opositor.

  • Gia Carangi por Angelina Jolie

    Gia Carangi foi uma das principais modelos do meio dos anos 1970 ao início dos anos 1980. Se a lista de FORBES de supermodels mais bem pagas existisse, é provável que a norte-americana aparecesse em primeiro algumas vezes. Capa de publicações influentes, como “Vogue” e “Cosmopolitan”, ela teve uma vida curta por causa de seu vício em drogas e morreu aos 26 anos, em decorrência da AIDS. Sua história foi contada em “Gia – Fama e Destruição” (1998), um filme da HBO para a TV com Angelina Jolie no papel principal.

  • Grace Kelly por Nicole Kidman

    Se teve uma atriz de Hollywood que era digna de realeza foi Grace Kelly. Premiada com Oscar de Melhor Atriz por “Amar É Sofrer” (1954), a norte-americana mudou-se para Mônaco em 1956, quando casou com o príncipe Rainier III e ganhou o título de princesa. A história da relação é o foco de “Grace de Mônaco” (2014), em que Nicole Kidman vive a atriz e Tim Roth, o marido.

  • Harvey Milk por Sean Penn

    Milk foi o maior ativista dos direitos dos homossexuais da história do Congresso norte-americano. No cinema, sua trajetória de fim trágico foi vivida por Sean Penn, que ganhou seu segundo Oscar de Melhor Ator pelo papel. “Milk – A Voz da Igualdade” (2008) foi também indicado a Melhor Filme e Gus Van Sant, a Melhor Diretor.

  • Howard Hughes por Leronardo DiCaprio

    O que tinha de visionário, Hughes tinha de excêntrico – e talvez seja este seu principal trunfo. Aviador, empresário e produtor e diretor cinematográfico, o norte-americano foi um dos homens mais ricos do mundo décadas antes de FORBES criar sua lista de bilionários. Sua vida e carreira foi retratada de forma intensa em “O Aviador” (2004), de Martin Scorcese, com DiCaprio, indicado ao Oscar, no papel principal.

  • Idi Amin por Forest Whitaker

    Idi Amin governou Uganda entre 1971 e 1979. Comandante de um regime severo, o ditador foi responsável pelo período mais sangrento do país, com estimativas que passam das centenas de milhares de mortes, até ser exilado na Arábia Saudita, por meio de uma revolução, onde viveu até a sua morte, em 2003. “O Último Rei da Escócia” (2006), filme que rendeu a Whitaker o Oscar de Melhor Ator, conta parte dessa história por meio da sua relação com um fictício médico britânico interpretado por James McAvoy.

  • James Hunt e Niki Lauda por Chris Hemsworth e Daniel Brühl

    James Hunt e Niki Lauda formaram uma das principais rivalidades da história do automobilismo, nos anos 1970. A disputa foi narrada em “Rush – No Limite da Emoção” (2013), de Ron Howard. Fanfarrão e sedutor, o inglês foi vivido pelo galã Hemsworth, enquanto o centrado austríaco ganhou vida por Daniel Brühl.

  • Johnny Cash e June Carter por Joaquin Phoenix e Reese Witherspoon

    O casal country balançou os Estados Unidos muito antes da existência de sites de fofocas. Cash e Carter dividiam uma vida movimentada, com álcool, festas, amor, drogas, brigas e, claro, música. O espírito foi muito bem retratado em “Johnny e June” (2005). Tanto Phoenix quanto Witherspoon foram indicados ao Oscar nas categorias principais, mas só ela levou a estatueta para casa.

  • Jordan Belfort por Leonardo DiCaprio

    Belfort chamou a atenção do mundo entre o final dos anos 1980 e o início dos 1990 e chegou até a ser protagonista de uma matéria de FORBES. Tudo veio abaixo quando seus processos fraudulentos de investimento foram descobertos. O corretor acabou preso e, depois, sua autobiografia, “O Lobo de Wall Street”, não só tornou-se um best-seller como foi adaptado em 2013 por Martin Scorcese com a elogiada interpretação de Leonardo DiCaprio.

  • Juscelino Kubitschek por José Wilker

    Para celebrar os 40 anos do falecimento do ex-presidente Juscelino Kubitschek, a Rede Globo fez, em 2006, uma minissérie que conta a história do mineiro que governou o país de 1956 a 1961. Kubitschek é interpretado por dois atores em “JK”: Wagner Moura, quando era novo, e José Wilker, nos seus tempos de presidente, quando comandou a construção de Brasília.

  • Mahatma Gandhi por Ben Kingsley

    O ativista e líder indiano recebeu uma magistral adaptação da sua vida para o cinema por Richard Attenborough em 1982. Genial no papel, Kingsley ficou fisiscamente parecido com o pacifista e levou para casa o Oscar de Melhor Ator. “Gandhi”, na verdade, arrematou quase tudo na premiação daquele ano, com oito estatuetas, entre elas Melhor Filme e Melhor Direção.

  • Margaret Thatcher por Meryl Streep

    Margaret Thatcher foi, possivelmente, a mulher mais poderosa do século 20. Famosa por suas posições firmes, a líder do Partido Conservador comandou o Reino Unido de 1979 ao início de 1990. Sua trajetória política e pessoal é retratada no mediano “A Dama de Ferro” (2011). Embora o filme não seja um espetáculo, a maquiagem estava tão boa que Marese Langan levou um Oscar para casa, e Streep, que ganhou sua terceira estatueta na mesma noite, não estava só bem como Tatcher, ela era a líder britânica.

  • Marilyn Monroe por Michelle Williams

    Marilyn Monroe foi uma estrela como poucas em Hollywood. Bonita, talentosa e extremamente intensa, a atriz morreu aos 36 anos em decorrência de uma overdose de remédios. Estes contrastes são abordados em “Sete Dias com Marilyn” (2011), quando um jovem assistente de set, vivido por Eddie Redmayne, apaixona-se pela atriz (Michelle Williams), que está no Reino Unido para as filmagens de “O Príncipe Encantado”, de Laurence Olivier, enquanto passa a lua de mel com o dramaturgo Arthur Miller.

  • Mark Zuckerberg por Jesse Eisenberg

    Niguém imaginava que um site teria uma história tão interessante até David Fincher filmar “A Rede Social” (2010). O já bilionário Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook, foi interpretado por Eisenberg, indicado ao Oscar no filme que conta a história da criação de uma das empresas mais influentes do mundo hoje.

  • Martin Luther King por David Oyelowo

    Um dos maiores ativistas do século 20 teve uma vida difícil. Responsável por diversas conquistas dos direitos sociais nos Estados Unidos, apanhou em manifestações, o reverendo King foi preso, teve sua casa atacada e acabou assassinado em 1968. “Selma” (2015) narra as famosas marchas de Selma a Montgomery, em que ativistas lutaram pelos direitos dos negros no país. Oyelowo, injustamente, não foi indicado ao Oscar pela papel.

  • Muhammad Ali por Will Smith

    O boxeador norte-americano foi muito mais do que um atleta. Três vezes campeão mundial dos pesos pesados, Ali era um ativista político e ícone cultural. Will Smith foi indicado ao Oscar pela cinebiografia “Ali” (2001). O lutador declarou publicamente que adorou a interpretação. Os laços entre os dois continuaram: neste ano, em junho, o ator foi ao velório de Ali.

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  • Nelson Mandela por Morgan Freeman

    A história do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela já foi contada em mais de uma cinebiografia e diferentes documentários. “Invictus” (2009), de Clint Eastwood, foca na fase específica, pós-Apartheid, em que o líder político já ocupava a presidência do país africano e usa a Copa do Mundo de Rugby para reunificar a nação. Freeman vive Mandela e Matt Damon, François Pienaar, o capitão da equipe. Ambos foram indicados ao Oscar por suas atuações nas categorias Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante, respectivamente.

  • Pablo Escobar por Wagner Moura

    Lançada no ano passado, “Narcos” tornou-se uma das séries mais populares do Netflix. Com especial sucesso na América Latina, o seriado, dirigido por José Padilha, narra a trajetória de Pablo Escobar, um dos narcotraficantes mais conhecidos da história e um dos mais ricos do mundo na sua época. Ao lado dos irmãos Ochoa, Escobar representou a Colômbia na primeira lista global de bilionários de FORBES, em 1987. Apesar de algumas críticas pela escolha de um brasileiro para o papel, Moura foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator – Drama em Seriados neste ano.

  • Princesa Diana por Naomi Watts

    Diana foi mais do que a primeira esposa do Príncipe Charles, filho da Rainha Elizabeth II, ela foi um ícone para causas humanitárias, como no combate à AIDS e ao uso de minas terrestres, e teve uma morte trágica em Paris em 1997. Sua história, em especial após a chegada à realeza, é narrada em “Diana” (2013), com Naomi Watts no papel principal. Apesar da semelhança entre a atriz e a aristocrata, o filme não foi bem nem de crítica (3,5 no “Rotten Tomatoes”) nem de bilheteria (US$ 21,7 milhões de arrecadação ao redor do mundo).

  • Rainha Elizabeth II por Helen Mirren

    A inesperada morte de Diana em um acidente de carro também foi tema de “A Rainha” (2006). Ganhadora do Oscar pelo papel, Helen Mirren encarna Elizabeth II no momento delicado em que a família não sabe como lidar com a reação pública ao acontecimento. Michael Sheen vive o recém-empossado primeiro-ministro Tony Blair, que tenta ajudar na situação.

  • Ray Charles por Jamie Foxx

    Taylor Hackford foi o responsável pela adaptação da vida de um dos principais músicos da história dos Estados Unidos. Foxx levou seu primeiro e, até então, único Oscar de Melhor Ator como “Ray” (2003).

  • Richard Nixon por Anthony Hopkins e Frank Langella

    Nixon é o presidente norte-americano mais retratado em filmes, séries e programas de televisão. De acordo com o site “IMDB”, o republicano já apareceu em 98 destas produções, entre elas o recém-lançado “Elvis & Nixon”. Os dois mais memoráveis foram Anthony Hopkins em “Nixon” (1995), sombria cinebiografia de Oliver Stone, e Frank Langella em “Frost/Nixon” (2008), de Ron Howard, que retrata uma entrevista do político a um programa de televisão britânico em 1977, depois de ter renunciado ao cargo por causa do escândalo “Watergate”. Esta foi a primeira vez que Nixon pede desculpas aos norte-americanos pelo ocorrido. Tanto Hopkins quanto Langella foram indicados ao Oscar de Melhor Ator.

  • Serguei Eisenstein por Elmer Bäck

    Eisenstein, de “O Encouraçado Potemkin” (1925), é um dos diretores mais celebrados do cinema. Em 1930, ele foi ao México para filmar parte da história do país. “Que Viva México!”, como o projeto ficou conhecido, foi abandonado três anos depois, quando o russo teve de voltar à União Soviética, e nunca foi montado. Essa história que, claro, envolve muito mais do que um problema de criatividade, como festas e relacionamentos amorosos, é contada em “Que Viva Eisenstein! – 10 Dias que Abalaram o México” (2015), produção britânica com Elmer Bäck no papel principal.

  • Sigmund Freud por Viggo Mortensen

    Freud não é só o pai da psicanálise como o responsável direto pelo surgimento de dois outros grandes psicanalistas: Carl Jung, seu pupilo, e Sabina Spielrein, sua paciente. “Um Método Perigoso” (2011) narra o início da relação dos três, quando Spielrein, interpretada por Keira Knightley, chega à Áustria para ser tratada pelos dois. Este momento marca o rompimento entre Freud (Mortensen) e Jung (Michael Fassbender). Mais tarde, a russa se tornaria uma das primeiras psicanalistas do mundo.

  • Stephen Hawking e Jane Wilde por Eddie Redmayne e Felicity Jones

    “A Teoria de Tudo” (2014) narra toda a trajetória do físico e cosmólogo: desde os estudos, a criação da sua teoria ao desenvolvimento da doença e casamento e relação com sua primeira esposa, Wilde, autora do livro “Travelling to Infinity: My Life with Stephen” (“Viajando para o Infinito: Minha Vida com Stephen”, em tradução livre), que deu origem ao filme. O casal de protagonista foi indicado aos Oscar de Melhor Atris e Ator. Redmayne levou a estatueta.

  • Steve Jobs por Ashton Kutcher

    Gênio, empreendedor, bilionário: há uma série de adjetivos para descrever o fundador da Apple. A controversa trajetória do norte-americano, do seu lado empresarial aos problemas pessoais, é abordada em “Jobs” (2013), em que o também empreendedor Kutcher vive o papel principal. No ano passado, Danny Boyle também filmou algumas partes de sua vida em “Steve Jobs”, com Michael Fassbender como protagonista.

  • Truman Capote por Philip Seymour Hoffman

    “À Sangue Frio” é uma das mais populares obras da história do jornalismo. Capote foi ao interior do Estado do Kansas, nos Estados Unidos, para apurar a notícia de um brutal assassinato de uma família. O escritor visita os assassinos na prisão, que lhe revelam detalhes do plano à execução, e acaba se envolvendo emocionalmente com o caso. A história por trás da obra, publicada em 1966, é o tema de “Capote” (2005), que rendeu à Hoffman seu primeiro Oscar.

  • Walt Disney por Tom Hanks

    P. L. Travers, autora dos livros da personagem Mary Poppins, não gostava de cinema e não tinha interesse algum em ver sua obra nas telonas. Walt Disney, por sua vez, era um fã das publicações, tanto que lia para suas filhas. “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013) mostra como o famoso empresário, vivido por Hanks, convenceu a escritora australiana (Emma Thompson) a ceder os direitos para o surgimento do clássico “Mary Poppins” (1964) e todos os obstáculos por trás disso.

  • Yves Saint Laurent por Pierre Niney

    O renomado estilista argelino de nacionalidade francesa, falecido em 2008, ganhou duas adaptações de sua vida para o cinema em 2014, “Yves Saint Laurent” e “Saint Laurent”, interpretado, respectivamente, por Pierre Niney e Gaspard Ulliel. O primeiro, além de ser mais parecido com o estilista, ganhou o César, o Oscar do cinema francês, pelo papel.

Abraham Lincoln por Daniel Day-Lewis

Lincoln é até hoje um dos presidentes mais lembrados da história dos Estados Unidos. O republicano, assassinado no exercício do cargo em 1865, foi o responsável pela abolição da escravidão e por tentar manter o país unido durante uma de suas maiores crises internas, a Guerra Civil Americana, que durou todo o seu mandato. No cinema, o presidente teve o começo de sua história vivida por Henry Fonda em “A Juventude de Lincoln” (1939), de John Ford, e, em 2012, recebeu o retrato de Steven Spielberg, em “Lincoln”, encarnado por Daniel Day-Lewis, que ganhou seu segundo Oscar de Melhor Ator.

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