Carreira

4 conselhos de atletas olímpicos para alcançar o sucesso

Realizar o sonho de disputar uma Olimpíada pode ser um grande desafio. Para o nadador norte-americano Michael Phelps, a ginasta norte-americana Aly Raisman, a tenista russa Maria Sharapova e o time norte-americano de futebol, a história é a mesma. Com muita perseverança, todos levaram para casa uma medalha olímpica (ou muitas). Nos eventos Under 30 Summits, de FORBES, de 2015 e 2016, os atletas compartilharam suas jornadas.

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A dedicação destes atletas fez com que eles fossem vitoriosos e conquistassem medalhas para o país deles. Seguir suas paixões, encarando e superando as dificuldades, é essencial para o sucesso profissional.

Veja na galeria de fotos os conselhos dados pelos medalhistas no evento:

  • Michael Phelps

    Sobre sua paixão:
    “Quando eu era criança, eu queria fazer alguma coisa que ninguém nunca havia feito antes. Eu queria ser o melhor de todos os tempos, e não havia nada que as pessoas pudessem fazer para me impedir.”

    Sobre suas dificuldades:
    Em 2012, quando Phelps ia alcançar sua oitava medalha de ouro na Olimpíada, seus óculos se encheram de água nos últimos 200 metro no nado borboleta. O que aconteceu? “Eu nadei cego por 175 metros, ganhei o ouro e quebrei o recorde mundial”, afirma o atleta.

    Sobre o que está por vir:
    “Eu quero ensinar mais crianças a serem cuidadosos com a água”, diz Phelps sobre sua fundação. “Para crianças abaixo dos 14 anos, a segunda maior causa de morte acidental é por afogamento. Até agora, nós ensinamos 15.000 crianças a terem cuidados com a água.”

  • Maria Sharapova

    Sobre sua paixão:
    “Até quando eu estou meio enferrujada… e eu ando pela quadra, vejo as linhas brancas pintadas, é o que eu sei bem e o que amo fazer. Quando eu acordo de manhã, essa é a primeira coisa que eu quero fazer.”

    Sobre suas dificuldades:
    “Era a primeira vez que eu não fazia algo todos os dias”, afirma a atleta ao refletir sobre seu tempo de recuperação após sua cirurgia no ombro aos 21 anos. “Eu percebi que foi bom ser parte de associações e ser a embaixadora de uma marca… Mas no final do dia eu era só uma pequena parte dessa corporação. Eu não estava tomando nenhuma decisão.”

    Sobre o que está por vir:
    “Todos, de algum modo, amam ter um tempo para si mesmo, seja assando o bolo da sua avó ou comendo chocolate”, afirma a atleta. Começando com US$ 500.000, quatro anos atrás, ela ainda é dona de 100% da sua companhia de doces Sugarpova.

  • Aly Raisman

    Sobre sua paixão:
    “Todos sabiam que Simone [Biles] era a favorita para ganhar em todos os aparelhos”, afirma a atleta ao refletir sobre a Olimpíada Rio 2016. “Para mim, ganhar a medalha de prata foi como ganhar o ouro.”

    Sobre suas dificuldades:
    “Eu fiquei muito dolorida durante um ano e meio”, revela Raisman sobre sua preparação para os Jogos Olímpicos. Mas ela tomou o ultimato do seu treinador. “Se você quer voltar, você tem que ser melhor do que você foi em 2012.”

    Sobre o que está por vir:
    Agora que a Olimpíada acabou, Raisman tem mais tempo para se dedicar à sua linha de jóias, collants e meias. Ela reconhece que sua carreira de ginasta a deu uma boa base para constuir seu negócio, e ainda acrescenta: “Eu amo ter uma linha de collants porque isso sempre vai me deixar conectada ao esporte.”

  • Time de futebol dos EUA

    Sobre suas paixões:
    “Eu acho que os jogadores precisam ser pagos pelo que eles valem, pelo que fazem em campo”, afirmou a jogadora Alex Morgan, atacante da seleção feminina de futebol dos Estados Unidos, no evento de 2015. “Eu acho que isso começa com a FIFA, porque a regulamentação que eles implementaram afeta todos nós.”

    Sobre suas dificuldades
    “A FIFA está obviamente governando nossos corpos. Mas nós lutamos com eles em relação à equidade”, diz Shannon Boxx, meio-campo do time, no evento de 2015. “Você pode falar ‘os homens estão trazendo muito dinheiro’, e para nosso time, nós estamos trazendo dinheiro a cada quatro anos… Mas nós estamos ganhando terreno.”

Michael Phelps

Sobre sua paixão:
“Quando eu era criança, eu queria fazer alguma coisa que ninguém nunca havia feito antes. Eu queria ser o melhor de todos os tempos, e não havia nada que as pessoas pudessem fazer para me impedir.”

Sobre suas dificuldades:
Em 2012, quando Phelps ia alcançar sua oitava medalha de ouro na Olimpíada, seus óculos se encheram de água nos últimos 200 metro no nado borboleta. O que aconteceu? “Eu nadei cego por 175 metros, ganhei o ouro e quebrei o recorde mundial”, afirma o atleta.

Sobre o que está por vir:
“Eu quero ensinar mais crianças a serem cuidadosos com a água”, diz Phelps sobre sua fundação. “Para crianças abaixo dos 14 anos, a segunda maior causa de morte acidental é por afogamento. Até agora, nós ensinamos 15.000 crianças a terem cuidados com a água.”

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