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Como mudar a comunicação e melhorar o rendimento da sua empresa

Apresentações de negócios costumam ser bem chatas. Infinitos números, dados, slides e planilhas confundem a cabeça de qualquer um. É por isso que empresas como Facebook, HP e PepsiCo estão investindo em uma nova forma de comunicar idéias: a técnica narrativa de storytelling.

Estudos mostram que apontar dados e informações no formato de uma história a ser contada fixa as ideias de uma maneira mais eficaz do que apresentações secas.

O biólogo molecular John Medina explica que o storytelling funciona melhor porque cria um vínculo entre a conexão emocional e as ideias apresentadas. O link entre emoção e feedback. Para ele, repetimos e pensamos mais em informações que achamos atrativas.

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Na maior parte do tempo, o material emocional, ou seja, as histórias, nos fazem lembrar da maneira como sentimos. O neurocientista Antonio Damasio descobriu que as emoções são mais importantes que a lógica quando se trata de retenção de informações para tomar decisões.

Veja na galeria de fotos três coisas que a sua empresa precisa saber sobre storytelling:

  • Conheça o seu público

    O que exatamente é storytelling? É uma maneira de expor suas ideias por meio de um contexto e desenvolvimento de um cenário, de maneira que seja relacionável por meio de personagens atraentes. É preciso também reconhecer os desafios, ao reconhecer os conflitos e ver como resolvê-los de uma maneira emocionalmente satisfatória. Para a fundadora da TPC, Janine Kurnoff, para direcionar problemas de personalidade e estilo à cultura corporativa enquanto trabalham para uma nova empresa, a TPC conduz um workshop explicativo de todo o processo de storytelling.

    Ela acrescenta que, além de entender a cultura da companhia, é preciso entender que tipo de história pode ser relacionada á ela. Produto? Updates de Programa? Persuasão? “Grande parte do treinamento em storytelling é ensinada em exemplos. Para os viciados em números, separamos histórias que podem ser relacionadas com este tipo de pensamento. Pessoas de exatas costumam ter dificuldades em entender o que consideram uma história ‘fofa’. Exemplos de como dados e números podem ser expressados diretamente pelas histórias são críticos”, conta Janine.

  • Use ferramentas como apoio

    “No final do dia, quando as pessoas lidam com prazos, não há tempo para teorias e conceitos”, explica Kurnoff. Baseado nesta teoria, a TCP criou seu próprio Story Planner Visual, uma ferramenta passo a passo que ajuda a desenvolver uma linguagem comum que ajude a desenvolver a abordagem da apresentação.
    “Outra ferramenta que economiza tempo e ajuda os clientes nas apresentações é a Biblioteca de Slides Visuais”, diz Kurnoff. Para ela, a biblioteca é um recurso que permite que as pessoas escolham entre vários slides que são feitos para
    storytelling. Junto ao planejamento da história, é possível escolher slides que representem bem cada apresentação.

  • Foque nos adeptos a novidades

    Sempre que uma empresa opta por tornar seus funcionários storytellers, existem obstáculos. “Quanto mais defensores do programa, melhor”, afirma a especialista.

    Para ajudar a identificar estes “advogados do storytelling”, os funcionários recebem um explicativo do storytelling que o descreve passo a passo. Essas são, geralmente, as pessoas mais chegadas em novidades. De acordo com a TCP, grandes conceitos como este devem ser socializados dentro de uma cultura existente. Uma ferramenta como o Walking Deck é uma maneira mais fácil de divulgação.

Conheça o seu público

O que exatamente é storytelling? É uma maneira de expor suas ideias por meio de um contexto e desenvolvimento de um cenário, de maneira que seja relacionável por meio de personagens atraentes. É preciso também reconhecer os desafios, ao reconhecer os conflitos e ver como resolvê-los de uma maneira emocionalmente satisfatória. Para a fundadora da TPC, Janine Kurnoff, para direcionar problemas de personalidade e estilo à cultura corporativa enquanto trabalham para uma nova empresa, a TPC conduz um workshop explicativo de todo o processo de storytelling.

Ela acrescenta que, além de entender a cultura da companhia, é preciso entender que tipo de história pode ser relacionada á ela. Produto? Updates de Programa? Persuasão? “Grande parte do treinamento em storytelling é ensinada em exemplos. Para os viciados em números, separamos histórias que podem ser relacionadas com este tipo de pensamento. Pessoas de exatas costumam ter dificuldades em entender o que consideram uma história ‘fofa’. Exemplos de como dados e números podem ser expressados diretamente pelas histórias são críticos”, conta Janine.

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