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10 melhores lugares do mundo para viver

Pode parecer uma missão impossível definir quais são os lugares do mundo onde é possível viver melhor, reinventar a própria vida e, ainda, ter grandes experiências.

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Porém, foi isso que o site norte-americano “Live and Invest Overseas”, fundado por Kathleen Peddicord, tentou fazer. Kathleen é um nome conhecido no mundo da consultoria de investimentos imobiliários e assina regularmente artigos em veículos como “New York Times” e “Economist”, além de FORBES.

Depois de viajar por mais de 70 países, Kathleen conseguiu responder a essas perguntas.

Veja, na galeria de fotos, os 10 melhores lugares do mundo para viver:

  • Lisboa, Portugal

    A partir desta cidade, há 500 anos, Portugal levou a sua cultura aos quatro cantos do globo, colonizando a Ásia, a América do Sul, a África e as ilhas do Atlântico. Desses territórios distantes, o país trouxe de volta uma grande riqueza, boa parte da qual foi investida no melhoramento daquela que se tornou uma das cidades mais gloriosas de sua época. Segundo Kathleen, Lisboa oferece um custo de vida competitivo, entre os mais baixos da Europa Ocidental, graças à “situação fiscal invejável” e à abundância de oportunidades no setor imobiliário.

  • Cali, Colômbia

    Apesar de ser a terceira maior da Colômbia, com cerca de 2,5 milhões de habitantes, Cali, no Valle del Cauca, ao sul de Medellín, não é a cidade que tendemos a imaginar. Acima de tudo, garante Kathleen, é um lugar seguro. “Ignore a imprensa historicamente negativa e descubra essa bela cidade, onde o aluguel e muitos outros custos podem ser entre 25% e 30% inferiores a Medellín.” Cali, além disso, é vizinha ao Equador, a uma altitude de cerca de mil metros, com clima temperado que muda pouco durante o ano. Por fim, o fascínio de Cali se estende também a suas pessoas, que são educadas e hospitaleiras.

  • San Pedro, Cayo Ambergris, Belize

    “Durante a minha primeira visita ao pequeno vilarejo de San Pedro, na ilha de Cayo Ambergris, em Belize, desci do avião de oito lugares, peguei a minha mala – que tinha sido posicionada pela pilota que, ao mesmo tempo, era também responsável pelas bagagens – e fui para o hotel que eu havia reservado. Ali, encontrei um agente imobiliário que prometeu me levar para dar uma volta. Ele vestia shorts, camiseta e não usava sapato. Me deu as boas vindas dizendo: ‘Bem-vinda ao paraíso de pés descalços’. Eu tinha 23 anos”, relembra Kathleen.
    Hoje, a costa mudou: está cheia de hotéis e resorts cinco estrelas, além de condomínios de alto nível, restaurantes, galerias de arte, supermercados, gastronomia, enotecas e agências de aluguel de carrinhos de golfe. “Caye Ambergris cresceu”, conclui ela, “mas conseguiu manter muito do fascínio de sua juventude”.

  • Santo Domingo, República Dominicana

    “Nos últimos 25 anos, visitei muitas cidades colonizadas pela Espanha, como Grana e León, na Nicarágua; Cuenca, no Equador; San Juan, em Porto Rico; e Guatemala e Casco Viejo, no Panamá. Fundada em 1496, Santo Domingo, na República Dominicana, precede todas elas. É a cidade colonizada pelos europeus mais antiga das Américas e a capital da primeira colônia espanhola nesta parte do mundo”, diz Kathleen. Hoje, Santo Domingo, capital do país com uma das economias de crescimento mais rápido da América Latina, está passando por uma nova onda de prosperidade. As ruas são animadas e a cidade é o epicentro dos investimentos turísticos no país. Além disso, a República Dominicana oferece programas de residência e naturalização de cidadania fáceis e ágeis.

  • Saint-Chinian, França

    No sul da França, na região de Languedoc, encontra-se Saint-Chinian, um pequeno vilarejo no campo que parece saído do filme “A Bela e a Fera”. A cidade, pontua Kathleen, é famosa pelo preço de suas casas (cerca da metade dos valores de Provença e da Costa Azul) e pela crescente popularidade do vinho produzido nesta localidade. Saint-Chinian tem 1.900 habitantes e 200 produtores de vinho. A posição, por fim, é estratégica: a Espanha está a duas cidades e Paris está a apenas três horas de distância de trem.

  • Città Sant’Angelo, Itália

    “Um raio de sol atinge o seu rosto e você olha para baixo em direção à costa. O sol brilha sobre o Mar Adriático. Entre você e o mar há uma extensão de vinhas e oliveiras que desce das montanhas e chega às praias. As colinas são repletas de cerejeiras e pessegueiros, enquanto lavanda, narciso, íris e crocus estão começando a germinar depois do breve inverno.” Essa é a vida em Abruzzo, na Itália, que se parece com um quadro de Renoir, segundo Kathleen.
    Desde os anos 1950, Abruzzo viu um crescimento econômico constante – que, na década de 1990, superou o de qualquer outra região. Hoje, o PIB per capita supera, em grande medida, o do restante da Itália meridional. O lugar ideal desta região é Città Sant’Angelo, onde é possível viver muito bem com cerca de US$ 1.400 ao mês (cerca de € 1.144), incluindo aluguel. Enfim, segundo Kathleen, “Abruzzo é o segredo mais bem escondido da Itália”.

  • Liubliana, Eslovênia

    No coração da Europa central, a Eslovênia é o segundo país eslavo mais rico. Trata-se de uma região montanhosa, com 47 quilômetros de costa mediterrânea, em grande parte arborizada e com biodiversidade impressionante. A capital, Liubliana, é o coração pulsante do país, com seus 272 mil habitantes e fácil acesso tanto às praias quanto às estações de esqui. “Ao dirigir para o sul é possível admirar as oliveiras e as águas límpidas do Adriático. Cerca de 45 minutos de carro ao norte é possível descobrir o lago de Bled, as montanhas intactas e as florestas que cercam a área”, diz Kathleen. Um casal poderia viver confortavelmente em Liubliana com menos de US$ 1.500 por mês (cerca de € 1.226).

  • Playa del Carmen, México
    Playa del Carmen é uma pequena cidade de praia que se encontra a uma hora ao sul de Cancún, na Riviera Maya. “Há algum tempo era uma cidade parada de pescadores”, conta Kathleen, “mas as coisas mudaram quando o porto foi inadvertidamente inserido no mapa de Jacques Cousteau, em 1954, que gravou um documentário submarino do Great Mayan Reef, no mar da ilha de Cozumel, a cerca de 20 quilômetros da Playa del Carmen.” Estima-se que a praia seja casa de mais de 10 mil estrangeiros – os expatriados constituem 7% da população total. Entre eles estão muitos europeus, norte-americanos, canadenses, argentinos, venezuelanos e gente de todas as nacionalidades. Além disso, muitos mexicanos consideram a região como uma das mais seguras do país e vão até lá nas férias – ou para viver em paz. Essa costa é responsável por 30% do total arrecadado com o turismo no país.

  • Bali, Indonésia

    Bali usufrui da merecida reputação de ser uma das ilhas tropicais mais bonitas do mundo, com uma imensa variedade de árvores e palmeiras de mil tons de verde. As pessoas locais são amigáveis e relaxadas, os bares e casas noturnas são acessíveis e festivais e eventos culturais são organizados quase todas as semanas. A oferta gastronômica vai desde a ótima comida de rua até restaurantes cinco estrelas. “No lado sudoeste de Bali se encontra a pequena cidade de Sanur Tranquillo: o subúrbio parece distante da multidão de turistas que sobrecarregam Bali nas férias. Também durante a confusão da estação turística, Sanur não parece ser muito atraente, fazendo dela o local ideal para passar o tempo nessa parte do mundo, longe das áreas normalmente dominadas por turistas”, explica Kathleen.

  • Da Nang, Vietnã

    Da Nang é a terceira maior cidade do Vietnã, atrás da capital Hanói e do centro dos negócios Cidade de Ho Chi Minh. “Da Nang é grande, mas ainda, em parte, provinciana. Se não fosse pelos arranha-céus, as pontes, os centros comerciais, o fluxo infinito de motos e o zumbido dos ares-condicionados, hoje poderia ser facilmente a Da Nang da década de 1960. Os jovens da zona rural limítrofe vão para lá em busca de uma vida melhor na grande cidade para, depois, enviar dinheiro para casa, assim como acontece nos países em desenvolvimento em todo o mundo. Aqueles que têm instrução e falam um pouco de inglês conseguem trabalho com facilidade no comércio ou na indústria do turismo. A cidade é uma verdadeira joia, com muitos patrimônios da Unesco na vizinhança, entre os quais a Cidade Antiga de Hoi An, a antiga capital Hue e as ruínas dos templos hindu em My Son, na província vizinha de Quang Nam.

Lisboa, Portugal

A partir desta cidade, há 500 anos, Portugal levou a sua cultura aos quatro cantos do globo, colonizando a Ásia, a América do Sul, a África e as ilhas do Atlântico. Desses territórios distantes, o país trouxe de volta uma grande riqueza, boa parte da qual foi investida no melhoramento daquela que se tornou uma das cidades mais gloriosas de sua época. Segundo Kathleen, Lisboa oferece um custo de vida competitivo, entre os mais baixos da Europa Ocidental, graças à “situação fiscal invejável” e à abundância de oportunidades no setor imobiliário.

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