6 mulheres de sucesso contam como derrotaram a “síndrome do impostor”

Às vezes, empreendedores podem ser seus próprios inimigos. Eles podem, por exemplo, começar a duvidar de si mesmos e pensar que não merecem o sucesso do qual desfrutam porque “não sabem o que estão fazendo”. Ou podem achar que os outros têm muito mais experiência e qualificações. Esse fenômeno, conhecido como síndrome do impostor, pode, realmente, abafar um negócio que, de outra forma, seria muito próspero.

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Mulheres empreendedoras são, particularmente, mais suscetíveis à síndrome do impostor, especialmente quando estão trabalhando em um campo dominado por homens. Elas podem se sentir inadequadas ou simplesmente achar que não estão fazendo o suficiente – mesmo que nada disso seja verdade.

Muita gente já passou por isso, e saiu da situação mais confiante e bem-sucedida do que nunca. Veja, na galeria de fotos a seguir, seis mulheres que compartilharam, a pedido da FORBES, suas experiências e conselhos para que as empreendedoras deixem de sentir-se uma fraude:

  • 1. Comece a fazer a si mesma mais perguntas positivas

    “Muitas vezes, eu senti as dores da síndrome do impostor quando minha empresa crescia. Eu me vi questionando se eu era realmente a melhor pessoa para lidar com tal crescimento, e me sentia ansiosa com certa regularidade. Aprendi a mudar a pergunta: em vez de me perguntar se era capaz, comecei a me perguntar: “O que há de bom nisso?”. Mudar a questão me fez melhorar o desempenho, em vez de tomar decisões a partir do medo ou da ansiedade.” – Rachel Beider, CEO da Massage Greenpoint, clínica de Nova York que trabalha com terapias alternativas

  • 2. Mude seu foco de si mesmo para os outros

    “Como fundadora, mulher da área de tecnologia e mãe de cinco filhos, eu sou regularmente questionada sobre como fazer isso funcionar ou que eu não estou dando atenção suficiente aos meus filhos ou ao meu negócio. Um potencial investidor me disse certa vez que “não tinha certeza de como se sentia sabendo que eu era mãe”. As pessoas questionavam o meu papel de fundadora desde que eu estava em licença-maternidade, época em que comecei minha empresa. Pode ser fácil começar a questionar o seu próprio valor e posição quando você constantemente tem que enfrentar misoginia e sexismo. Ajuda muito desligar o ruído da negatividade e mudar seu foco em direção aos outros. Quando penso nos empregos que criei, nas fundadoras que acompanhei e nas vidas dos clientes que mudamos, é fácil ignorar a conversa interna negativa.” – Jennifer Mellon, fundadora da Trustify, empresa especializada em investigação de fraudes

  • 3. Lembre-se do que você tem para oferecer ao mundo

    “Quando comecei minha empresa de confecções, eu tinha apenas 21 anos em um setor que era dominado, principalmente, por homens que tinham o dobro da minha idade. Como minha empresa cresceu, eu comecei a questionar o que estava fazendo. Nessa idade, deixei a paixão superar meu medo e me impulsionar para frente. À medida que envelheço e me espalho por outros campos, muitas vezes me encontro em salas onde sou a mais jovem, a menos experiente ou a única mulher. O que me ajuda é saber que existem milhares de mulheres que fizeram exatamente isso da mesma maneira. A necessidade de dar algo importante para o mundo superou sua própria insegurança. Eu mantenho uma lista dessas mulheres para me lembrar de que não estou sozinha, que o medo é normal e que o maior presente que posso dar ao mundo é brilhar, mesmo quando não vejo o caminho.” – Dalia MacPhee, criadora da marca de moda homônima

  • 4. Construa e participe de uma rede de apoio

    “Eu posso mudar meus pensamentos muito facilmente. Eu só preciso de ajuda externa para sair do ciclo da síndrome do impostor. Ter amigos que entendam o que estou trabalhando e meu nível de habilidade é crucial. Eles são capazes de me dizer se estou no caminho certo, porque estão bem ali comigo. O inverso é verdadeiro também. Eu sou capaz de dizer aos amigos que trabalham em projetos semelhantes se eles sabem o que estão fazendo, se estão fazendo as coisas da mesma maneira que eu e que sim, eles vão passar pela síndrome do impostor. Participar de uma rede de apoio faz muita diferença para mim.” – Thursday Bram, editora da The Responsible Communication Style Guide, série de manuais de estilo que cobrem tópicos de identidade

  • 5. Deixe suas conquistas falarem por si mesmas

    “Você precisa atingir seus objetivos e, depois, celebrar e mostrar suas realizações. Não importa o quanto você seja dura com você mesma, os grandes sucessos que você terá falarão por si mesmos. Você criará reconhecimento de um jeito positivo e fará com que as pessoas a vejam como uma líder inovadora. Começar uma empresa e ter três filhos pequenos em casa obriga qualquer pessoas priorizar e aproveitar ao máximo cada hora do dia. Eu não deixo as dúvidas de ninguém na minha cabeça para me distrair ou me segurar. Eu sempre penso em avançar e, do mesmo jeito que eu tenho orgulho e grande cuidado com a minha família, também estou orgulhosa e realizada por ter uma empresa de sucesso. Isso realmente me faz uma mãe e esposa melhor, sendo capaz de fazer o que eu amo e fazer algo grande com isso.” – Sarah Yeverovich, fundadora de empresa de recursos humanos e recrutamento Empowered Staffing

  • 6. Encontre o seu mantra e repita-o até acreditar

    “A síndrome do impostor foi feroz na minha cabeça. Eu achava que as pessoas iam descobrir que eu era uma fraude e me expulsar de seu círculo de influência. Essa mentalidade me impediu de subir por um longo tempo. E, então, algo finalmente mudou. Eu comecei a repetir um mantra: ‘Você foi feita para isso. Vá lá e faça!’. E eu comecei a realmente acreditar naquilo. Com certeza, eu tive que dizer isso 1.345.678 vezes para começar a sentir, mas funcionou. A verdade é que você é uma estrela do rock e você foi feita para isso. Então vá fazer o que quiser, porque vai ser incrível.” – Kim Walsh-Phillips, do Elite Digital Group

1. Comece a fazer a si mesma mais perguntas positivas

“Muitas vezes, eu senti as dores da síndrome do impostor quando minha empresa crescia. Eu me vi questionando se eu era realmente a melhor pessoa para lidar com tal crescimento, e me sentia ansiosa com certa regularidade. Aprendi a mudar a pergunta: em vez de me perguntar se era capaz, comecei a me perguntar: “O que há de bom nisso?”. Mudar a questão me fez melhorar o desempenho, em vez de tomar decisões a partir do medo ou da ansiedade.” – Rachel Beider, CEO da Massage Greenpoint, clínica de Nova York que trabalha com terapias alternativas

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