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Redes de cinema começam a suspender estreia de “A Entrevista”

Na tarde da última terça-feira (16), mensagens do grupo autodenominado “Guardiões da Paz”, o mesmo que assumiu a autoria pelo ataque hacker a informações sigilosas da Sony Pictures, expuseram uma ameaça terrorista explícita.

A mensagem alerta as pessoas a ficar longe dos cinemas que exibirem “A Entrevista” em sua estreia e menciona, de maneira vaga e obscura, os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 em Nova York. O longa, estrelado por James Franco e Seth Rogen, vem causando controvérsias por seu conteúdo e sátiras politicas envolvendo o presidente norte-coreano Kim Jong-Um.

No mesmo dia, a Sony anunciou que não se irá se opor aos cinemas que optarem por não exibir o filme.  A Carmike Cinemas, uma das maiores redes nos EUA com 287 cinemas e 2.917 salas em 41 estados, comunicou que irá suspender a estreia do longa.

A expectativa é que mais cinemas escolham não exibir “A Entrevista”. Além dos desenrolares políticos, o caso pode afetar negativamente o desempenho de outros filmes importantes que estão em exibição ou irão estrear na mesma época, como “Annie”, “O Hobbit: A batalha dos cinco exércitos” e “Invencível”.

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