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Exposição ao Wi-Fi pode fazer mais mal às crianças do que se pensa

A maioria dos pais ficaria preocupada se seus filhos tivessem uma exposição prolongada ao chumbo, ao clorofórmio, ao cheiro da gasolina ou a pesticida, por exemplo. A Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IRIC), parte da Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas (OMS), classifica estes e mais de 250 outros agentes como Classe 2B Carcinógenos, possivelmente cancerígeno para os seres humanos.

Outro item que está presente na lista é o campo eletromagnético de radiofrequência (RF/EMF). As principais fontes de RF/EMF são rádios, televisores, micro-ondas, telefones celulares e dispositivos Wi-Fi.

Obviamente, estes dispositivos e os campos resultantes são cada vez mais comuns na sociedade moderna. Mesmo se você quiser não pode eliminar a exposição ou a de seus filhos. Mas talvez seja necessário limitá-la sempre que possível.

Essa foi uma das conclusões de um relatório publicado no Journal of Microscopy and Ultrastructure de Nova Iorque. A partir de uma análise de outros estudos, os autores argumentam que as crianças e adolescentes estão expostos a um risco maior de radiação.

Também foram considerados alguns pontos sobre como os fetos são ainda mais vulneráveis do que as crianças. Por isso, mulheres grávidas devem evitar exposição à radiação de micro-ondas, por exemplo, já que os fetos têm tecido cerebral mais absorvente.
Apesar de advertências do governo serem emitidas, a maioria das pessoas não tem conhecimento sobre isso. Mas esse não é um aviso para que todos joguem os aparelhos eletrônicos fora. No entanto, é importante abrir a discussão sobre os diferentes níveis de segurança para adultos e crianças. É preciso ficar atento.

 

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