Como um lápis de cor pode ser tão caro quanto uma joia

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Estojo exclusivo Karlbox (Divulgação)

Muito apreciados por artistas gráficos, os lápis de cor da Prismacolor costumam ter a fama de ser os mais caros do mercado, com estojos beirando R$ 1 mil. Mas estão longe disso.

O lápis mais caro do mundo pertence a uma coleção da Faber-Castell e custa mais de R$ 23 mil. O item vem com apontador e borracha integrados – os dois suportes feitos de ouro branco. O apontador levou uma coroa decorada com três diamantes, como símbolo do terceiro milênio. O lápis ganhou o nome de “Perfeito” pelo fabricante.

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A série tem uma versão mais barata, feita com cedro californiano artesanalmente nervurada adornada com uma tampa extensora banhada em platina. Está à venda no Brasil por R$ 1.099,90.

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Lápis mais caro do mundo, com apontador e borracha integrados em suporte de ouro branco (Divulgação)

Também para a Faber-Castell, o estilista alemão Karl Lagerfeld colocou seu talento na confecção de um estojo de pintura. Charles Graf von Faber-Castell, que representa a nona geração da família dona da empresa, justifica: “Em vista da digitalização crescente, a necessidade de compensar a mente com atividades analógicas está aumentando. A tendência geral pela escrita à mão – que não é perfeita, mas é criativa – já era previsível há um bom tempo”, diz ele. Lagerfeld criou então a Karlbox, uma coleção de instrumentos e acessórios de desenho e pintura em uma caixa colecionável, com edição limitada – e preço de R$ 12 mil.

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Tanto o Lápis Perfeito quando a Karlbox estão à venda no Brasil.

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