Conheça as artistas apoiadas pela Fundação Cultural Montblanc em 2018

A Fundação Cultural Montblanc, fundada em 1992 na cidade de Hamburgo, Alemanha, tem como missão apoiar, em escala global, o desenvolvimento artístico e a criação de oportunidades para novos profissionais.

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Por meio do Programa de Comissionamento de Artista, a entidade suporta, anualmente, artistas emergentes, dando a eles condições para desenvolver novos trabalhos que possam ser expostos em bienais e festivais em todo o mundo. Em 2018, as três artistas escolhidas foram ruby o​nyinyechi amanze, Mercedes Dorame e Emmanuelle Lainé. Depois das exposições, todas as obras se juntarão à coleção de arte contemporânea da instituição, em Hamburgo.

Os responsáveis pela escolha foram os integrantes do Curatorium da fundação: Anne Barlow (diretor da Tate St. Ives), Sunjung Kim (diretor da Bienal de Gwangju), Jean de Loisy (presidente do Palais de Tóquio), Franklin Sirmans (diretor do Museu de Arte Perez), Jochen Volz (diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo) e Sam Bardaouil e Till Fellrath (presidentes da Fundação Cultural Montblanc).

Conheça mais sobre as artistas escolhidas em 2018:

  • 1. ruby onyinyechi amanze

    A artista nasceu na Nigéria e, atualmente, se divide entre Nova York e Filadélfia. Para ela, o desenho de grande escala e multidimensional faz parte de uma narrativa contínua, ainda não linear. Seu trabalho será exposto na 33ª Bienal de São Paulo, que será aberta ao público no dia 7 de setembro de 2018.

  • 2. Mercedes Dorame
    Nascida e criada em Los Angeles, a artista é membro da tribo de índios Gabrielino Tongva, natural da Califórnia. É formada pelo San Francisco Art Institute e UCLA. Em seu trabalho, Dorame usa a câmera para envolver ideias de construção cultural. Por meio do programa, terá seu trabalho exposto no Hammer Museum, em Los Angeles.

  • 3. Emmanuelle Lainé
    Atualmente, a artista nascida e formada em Paris pela ENSBA (École Nationale Supérieure des Beaux-Arts) vive em Marselha. Em sua obra, focada em ambientes multidimensionais, oferece respostas visualmente atraentes tanto para a arquitetura quanto para o local. A artista terá seus trabalhos expostos no HENI Project Space, na Galeria Hayward, em Londres.

1. ruby onyinyechi amanze

A artista nasceu na Nigéria e, atualmente, se divide entre Nova York e Filadélfia. Para ela, o desenho de grande escala e multidimensional faz parte de uma narrativa contínua, ainda não linear. Seu trabalho será exposto na 33ª Bienal de São Paulo, que será aberta ao público no dia 7 de setembro de 2018.

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