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As equipes de Fórmula 1 mais valiosas em 2014

Apesar de regras que mudam anualmente e dos horários difíceis que fazem parte do pacote, a Fórmula 1 é um esporte emocionante, imprevisível e acompanhado por muitos em todo o mundo, inclusive no Brasil.

O ranking é baseado nos dados da última temporada completa (2012-203). As equipes geram renda a partir de duas fontes: prêmios e patrocinadores. As 9 listadas aqui valem uma média de US$ 494 milhões – um aumento significativo em relação aos US$ 337 milhões de dois anos trás.

Curioso para saber quem conquistou uma boa posição por aqui? Veja na galeria as 9 equipes de Fórmula 1 mais valiosas em 2014:

  • Valor: US$ 150 milhões. Lucros em 2013:US$ 87 milhões. Orçamento de 2013:US$ 85 milhões. A Toro Rosso trocou seu fornecedor de motores em 2014, deixando a Ferrari pela Renault, que também cuida dos carros da parente Red Bull. A escuderia italiana conquistou um seguro 7º lugar na competição – sua melhor temporada desde 2008.

  • Valor: US$ 155 milhões. Lucros em 2013:US$ 90 milhões. Orçamento de 2013:US$ 140 milhões. O piloto Esteban Gutierrez é um dos três únicos latino-americanos na pista, e a Sauber vem lucrando muito com o apoio de patrocinadores de empresas mexicanas como Telmex, Interproteccion e José Cuervo. Infelizmente, nem Gutierrez nem seu companheiro de equipe Adrian Sutil marcaram sequer um ponto em 2014.

  • 7º) Force India
    Valor: US$ 160 milhões. Lucros em 2013:US$ 75 milhões. Orçamento de 2013:US$ 100 milhões. Force India vem terminando as corridas em posições medianas desde 2010, e essa regularidade atraiu novos parceiros: em 2014, a equipe assinou patrocínios com Claro, Smirnoff, Roshfrans, Auden Mckenzie e Gatorade.

  • Valor: US$ 245 milhões. Lucros em 2013:US$ 149 milhões. Orçamento de 2013:US$ 225 milhões. Em 2012, a equipe teve US$ 108 milhões em prejuízos – a maior perda da história do esporte. A Lotus está sob uma montanha de dívidas, e notícias de pilotos e engenheiros que não estão sendo pagos são sinais de grandes problemas. Atualmente, a equipe está atrás de novos investidores.

  • Valor: US$ 380 milhões. Lucros em 2013:US$ 169 milhões. Orçamento de 2013:US$ 150 milhões. A Williams foi a maior surpresa de 2014, terminando em terceiro lugar após muitos anos sempre no final da fila. A equipe assinou um acordo de US$ 15 milhões anuais com o Martini, mas ainda assim anunciou mais de US$ 30 milhões em prejuízos.

  • Valor: US$ 1,35 bilhões. Lucros em 2013:US$ 460 milhões. Orçamento de 2013:US$ 400 milhões. Parte da Fórmula 1 desde o início da competição, a Ferrari é de longe o maior nome do esporte. Nenhuma equipe gasta mais que escuderia italiana e sua longevidade garante um bônus especial de quase 5% dos lucros totais da F1.

  • Valor: US$ 640 milhões. Lucros em 2013:US$ 246 milhões. Orçamento de 2013:US$ 345 milhões. A conquista de 4 campeonatos consecutivos ajudou a aumentar o valor da equipe em 60% desde 2012, quando valia US$ 400 milhões. A Red Bull conquistou o segundo lugar no campeonato deste ano, e o atual piloto Sebastian Vettel irá para a Ferrari na próxima temporada.

  • Valor: US$ 560 milhões. Lucros em 2013:US$ 200 milhões. Orçamento de 2013:US$ 295 milhões. Os investimentos feitos para manter a Mercedes ao nível da competição recompensaram a equipe quase que imediatamente. Os pilotos Lewis Hamilton e Nico Rosberg foram os melhores em 2014, conquistando o primeiro campeonato da equipe desde 2009.

  • Valor: US$ 810 milhões. Lucros em 2013:US$ 295 milhões. Orçamento de 2013:US$ 280 milhões. McLaren é uma equipe em constante movimento. A escuderia britânica perdeu sua parceira de US$ 75 milhões por ano com a Vodafone e correu sem patrocinadores em 2014 – e conquistando apenas o quinto lugar em uma das últimas corridas do ano. Por outro lado, em breve o atual piloto da Ferrari Fernando Alonso fará parte da equipe, além de uma nova parceira com a Honda no valor de US$ 100 milhões anuais.

Valor: US$ 150 milhões. Lucros em 2013:US$ 87 milhões. Orçamento de 2013:US$ 85 milhões. A Toro Rosso trocou seu fornecedor de motores em 2014, deixando a Ferrari pela Renault, que também cuida dos carros da parente Red Bull. A escuderia italiana conquistou um seguro 7º lugar na competição – sua melhor temporada desde 2008.

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