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7 cidades mais smart de 2015

Se você ainda não é familiarizado com o conceito de “cidade smart”, é bom aprender logo: são elas que irão moldar o futuro. A definição mais básica é de um município que usa tecnologia para aprimorar a qualidade dos serviços públicos e privados, ao mesmo tempo em que reduz custos e realoca o consumo exagerado. São estas comunidades inteligentes, que usam a tecnologia de maneira prática e útil, que estão descobrindo maneiras de criar lugares melhores para viver e trabalhar.

Desde 1999, a ICF (Forum de Comunidades Inteligentes, em português), um grupo de reflexão de Nova York, escolhe anualmente qual a comunidade mais inteligente do mundo. No final do último mês, a organização anunciou a lista com os sete finalistas de 2015 e alguns nomes, como Mitchell, nos EUA, surpreenderam.

Outra surpresa, até mesmo para os brasileiros, foi o Rio de Janeiro. A Cidade Maravilhosa teve destaque graças às obras feitas em razão da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

Veja na galeria de fotos a lista completa dos 7 finalistas ao titulo de cidade mais smart do mundo:

  • Surrey é a Terceira cidade que mais cresce no Canadá e faz parte da área metropolitana de Vancouver. E para continuar neste caminho, um projeto chamado “Innovation Boulevard” foi criado: são 50 representantes de universidades, autoridades de saúde, organizações sem fins lucrativos, empresas e entidades do governo que ficam a menos de 2 km do centro da cidade. O objetivo é aumentar a taxa de emprego local em mais de 50%.

  • Mais conhecida por suas praias e o Carnaval, o Rio de Janeiro pode surpreender até os melhores como um centro de negócios. Por conta da preparação para a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, a cidade teve a oportunidade de se revitalizar melhorando seu sistema de transporte e outros problemas de infraestrutura. Graças a descoberta de vastos campos de pré-sal, a Cidade Maravilhosa já receba o dobro de investimentos estrangeiros do que São Paulo.

  • Esta é a segunda vez Nova Taipé fica ente os sete finalistas do ranking anual. A cidade, que ficam nos arredores de capital de Taiwan, Taipé, está criando uma economia baseada no conhecimento para assegurar seu futuro. O foco é principalmente na banda-larga: quase 100% do município tem acesso a uma das melhores redes de internet do mundo. Uma das consequências disto é que mais de 300 escolas estão conectadas entre si, com trablets e computadores.

  • Antigamente apenas uma cidade rural da onde as pessoas queriam escapar, Mitchell conseguiu criar outra forte economia além da agrícola. O MTI (Instituto Técnico de Mitchell) investiu US$ 40 milhões em um campus de novas tecnologias, onde centenas de técnicos em comunicação e dados são treinados. O lugar também se tornou um ponto de encontro para investidores e empreendedores.

  • Em 2011, a cidade de Ipswich publicou um plano econômico de desenvolvimento para os próximos 10 anos. Um dos itens do documento é a criação de 120 mil empregos e adesão de mais 292 mil residentes à população. As obras de renovação do centro da cidade acabaram de começar, onde as tecnologias digitais serão usadas para atrair moradores e empresas e para garantir a segurança pública. Até 2031, Ipswich será uma das cidades modelo da Austrália.

  • Ao mesmo tempo em que Columbus é a cidade dos EUA com maior concentração de empresas, existe uma grande população carente prejudicada pela procura por mão-de-obra especializada. O município está tentando unir estes dois mundos por meio de colaborações entre o governo, as escolas, as companhias e as instituições. Programas de incentivo à startups, mentores e atração de capital estão moldado uma nova Columbus: em 2013, a cidade foi votada como uma das 10 melhores nos EUA para os recém-formados.

  • Arlington se beneficiou muito de sua proximidade com Washington DC e entidades como o Pentágono, a Fundação Nacional da Ciência e a DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa, em português). Mas uma decisão do Departamento de Defesa norte-americano retirar 13.000 empregos de lá nos próximos anos. Para reduzir os danos deste tipo de deliberação, o condado criou uma estrutura formal com mais de 40 grupos e comissões dos cidadãos chamado “The Arlington Way”. A associação vai ter voz nas em todas as decisões do município, o que representa uma nova maneira de fazer com que a população trabalhe junto ao governo.

Surrey é a Terceira cidade que mais cresce no Canadá e faz parte da área metropolitana de Vancouver. E para continuar neste caminho, um projeto chamado “Innovation Boulevard” foi criado: são 50 representantes de universidades, autoridades de saúde, organizações sem fins lucrativos, empresas e entidades do governo que ficam a menos de 2 km do centro da cidade. O objetivo é aumentar a taxa de emprego local em mais de 50%.

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