Listas

10 melhores CEOs do Brasil em 2015

Quem são os melhores gestores de empresas do país? Para responder a essa pergunta, FORBES Brasil encaminhou um questionário a 18 especialistas, incluindo consultorias, especialistas em governança corporativa e outras empresas que, de uma forma ou de outra, estão informadas sobre o comportamento das empresas e de seus líderes.

Os votos (secretos) trouxeram uma lista de dez CEOs.Veja na galeria de fotos:

  • Bernardo Pinto Paiva

    Empresa: Ambev

    O carioca Bernardo Pinto Paiva ingressou na Ambev pelo programa de trainee em 1991 e de lá não saiu mais. Formado em engenharia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e com MBA Executivo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, ocupou cargos de liderança na empresa. Foi presidente da Labatt, subsidiária da Ambev no Canadá, e da Quilmes, filial na Argentina; presidente de Operações da Anheuser-Busch InBev (ABI) na América do Norte em janeiro de 2008; presidente de Operações da Ambev na América Latina Sul em janeiro de 2009; e diretor de vendas da ABI em janeiro de 2012. Atualmente, desde 1º de janeiro deste ano, Paiva ocupa o cargo de diretor-geral na Ambev. Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, o presidente soube consolidar muito bem sua carreira na empresa. “Todos esses anos na companhia permitiram que Paiva tivesse uma visão sistêmica de todo o conglomerado da Ambev. Sua contribuição e tomadas de decisões estratégicas de expansão global dos negócios foram bem-sucedidas.”

    No último ano, a companhia de bebidas teve uma alta no lucro de 8,4%, atingindo R$ 12,36 bilhões, além de uma expansão de 8,6% no faturamento, que foi de R$ 38,08 bilhões. É impossível não relacionar sua trajetória de mais de 20 anos com os ótimos resultados acumulados pela Ambev.

  • Claudio Bergamo

    Empresa: Hypermarcas

    Claudio Bergamo, CEO da Hypermarcas, conhece bem o significado da palavra versatilidade. No comando da companhia desde 2007, ele já passou por três fases bem distintas. No primeiro ciclo de vida da empresa — que vai desde sua criação, em 2001, até 2010 —, a Hypermarcas chamou a atenção do mercado por sua agressividade em aquisições: tornou-se uma gigante abocanhando quase 40 empresas.
    Depois veio a fase de reestruturação, na qual Bergamo começou a organizar a casa. De comprador, passou a vendedor: desfez-se de marcas importantes do portfólio da companhia como Etti, de atomatados, e Assolan, de palha de aço, para focar nas áreas de medicamentos, beleza e higiene pessoal.

    Neste ano, a companhia entra no período apelidado de “crescimento orgânico”, no qual o objetivo é aumentar participação de mercado e ser mais agressiva no lançamento de produtos. “Um bom CEO precisa se adequar aos diferentes momentos da companhia. Queremos crescer de forma sustentável e rentável”, diz o executivo. Em 2012, Bergamo chegou a declarar que a empresa ficaria cinco anos sem ir às compras. Hoje ele evita ser tão taxativo: “A empresa sempre viveu de fusões e aquisições. É parte de nosso DNA”, diz sem dar mais detalhes. No ano passado, a Hypermarcas registrou lucro de R$ 402,7 milhões, alta de 56,9% na comparação com 2013. O faturamento foi de R$ 4,6 bilhões, crescimento de 9,9%.

    A empresa evita expor expectativas de crescimento, mas divulgou ao mercado a meta de alcançar um ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 1,2 bilhão em 2015. No ano passado, esse índice ficou em R$ 1,1 bilhão. E não é somente no que diz respeito à estratégia da companhia que Bergamo precisa ser versátil.

    Afinal, ele é obrigado a entender de diferentes mercados: de adoçante à camisinha, passando por fraldas e remédio para gripe. Seu produto com melhor distribuição é o adoçante Zero-Cal, presente em 700 mil pontos de venda no país. Bozzano, Monange e Jontex também são exemplos de marcas famosas amealhadas pela empresa.

  • Cledorvino Belini

    Empresa: Fiat Chrysler na América Latina

    “Costumo dizer que o principal ativo das empresas são as pessoas. Em momentos de incerteza, essa verdade é ainda mais contundente, pois a saída de qualquer crise será construída sempre pela criatividade de um time motivado e bem formado.” Com essas palavras, Cledorvino Belini expressa um dos principais aspectos de sua gestão à frente da Fiat Chrysler (FCA) na América Latina. A fábrica da Fiat em Betim (MG) é a maior do grupo no mundo, com capacidade de produção de 800 mil automóveis/ano. Até o final de 2016 a companhia lançará no Brasil quatro novos modelos Fiat e dois Jeep (incluindo o Renegade), todos feitos localmente, revela o executivo à FORBES Brasil.

    Belini, que ingressou na montadora em 1973 e desde 2009 integra o conselho executivo mundial da FCA, pontua que um CEO jamais deve deixar de chamar para si a responsabilidade pelos rumos da corporação: “Uma das lições que aprendi foi que o profissional em posto de comando não pode renunciar a decidir. Nem sempre acerta, mas tem que jogar com a probabilidade e decidir.

    Quem está na linha de frente recebe pressão de cima, de baixo, de todos os lados. É preciso optar claramente por um rumo e seguir nele”. Ele complementa: “Fazer tudo sempre da mesma forma pode ser cômodo, mas não garante o futuro. É preciso fazer diferente. A palavra-chave é inovação, principal fonte de vantagens competitivas e de lucro. Há uma tipologia que classifica a mudança tecnológica em três estágios: invenção, inovação e imitação.

    Hoje, mais do que nunca, a inovação é a peça-chave no mundo corporativo”. Quanto ao seu futuro, Belini (que tem 65 anos) pondera: “É hora de preparar minha sucessão e olhar para a aposentadoria. Isso não significa que vou parar de trabalhar, mas quero ter mais tempo para dedicar à família e aos meus próprios negócios, além de participar mais intensamente de uma ONG na qual atuo, a Minas pela Paz”. Belini acredita que ninguém nasce um líder completo e acabado, por mais que carregue consigo um talento inato para a gestão. “A liderança envolve uma série de atributos e competências que devem ser adquiridas e lapidadas no curso da trajetória profissional”, afirma.

  • Frederico Curado

    Empresa: Embraer

    Nascido em 1961 no Rio de Janeiro, Curado formou-se em engenharia mecânico-aeronáutica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e concluiu pós-graduação em comércio exterior pela FGV, além de possuir um MBA executivo feito na USP. Iniciou sua carreira como engenheiro de produção na fabricante americana de motores para aviões Pratt&Whitney, em 1984.

    Entre 1985 e 1994, atuou em várias posições gerenciais, já na Embraer, e desde 1995 — logo após a privatização da companhia, portanto — faz parte de sua diretoria. Foi seu vice-presidente executivo para o mercado de aviação comercial (profissional responsável pelos negócios de aviação comercial da Embraer em todo o mundo) de 1998 até sua eleição para o posto de diretor-presidente da fabricante brasileira de aviões em abril de 2007, no qual permanece até hoje. Curado já foi agraciado com a Medalha do Mérito Aeronáutico, no grau de Comendador, e com a Medalha da Legião do Mérito da Academia Brasileira de Engenharia Militar, no grau de Acadêmico. Casado e pai de quatro filhos, o engenheiro frisa, sempre que tem oportunidade, que a excelência profissional dos colaboradores da empresa é um dos segredos da Embraer. Ele costuma observar que todos os ocupantes de cargos de chefia na companhia (inclusive ele próprio) têm 10% do montante de seus bônus anuais atrelados à satisfação dos funcionários da empresa, a qual é aferida periodicamente via pesquisas independentes.

    A Embraer, sob sua gestão, orgulha-se ainda de investir o equivalente a cerca de 2% de seu faturamento (aproximadamente US$ 150 milhões/ano) em pesquisa e desenvolvimento tecnológico, o chamado P&D.

  • Luiz Trabuco Cappi

    Empresa: Bradesco

    Houve um momento na carreira do atual líder do Bradesco no qual ele se credenciou em definitivo para alcançar a presidência do banco. Foi em 2003, quando Luiz Carlos Trabuco assumiu a direção da Bradesco Seguros. Tratava-se de uma atividade ainda nova para a instituição, e que era operada a partir do Rio de Janeiro; distante portanto da sede do Bradesco, Cidade de Deus, em Osasco (SP), onde são decididos os rumos da empresa. Pois seu desempenho na função foi tão positivo (durante os seis anos de sua gestão, a Bradesco Seguros mais que dobrou de tamanho, passando de R$ 32 bilhões em ativos para R$ 78 bi- lhões) que de lá ele foi conduzido diretamente ao comando do banco em março de 2009. Nascido em 1951 em Marília, interior paulista, Trabuco tem uma formação acadêmica inusitada para alguém que foi bancário — e hoje é banqueiro — ao longo de toda a vida profissional. Graduou-se pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Paulo, com pós em
    sócio-psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política.

    As principais marcas de sua gestão vêm sendo o crescimento orgânico, via inauguração de agências, e a ênfase na inclusão bancária — ou seja, a incorporação ao sistema da nova classe média surgida no Brasil com o crescimento econômico. Trabuco é somente o quarto presidente do Bradesco desde sua criação, em 1943, por Amador Aguiar. Homem sóbrio, que quase nunca concede entrevistas e passa 12 horas por dia trabalhando, ele se ajusta de forma perfeita ao perfil da companhia que comanda, uma empresa reservada em uma indústria, a financeira, onde tal comportamento é norma.

    Seu grande sonho? Embora jamais o confesse, muitos analistas apostam que é retomar para o Bradesco o posto de maior casa bancária do Brasil, perdido para o Itaú Unibanco há alguns anos. Muita gente aposta que isso seja possível — desde que discretamente, como é o estilo de Trabuco.

  • Marcos Lutz

    Empresa: Cosan

    Líder da Cosan (empresa que atua nos segmentos de energia, logística e gás) desde 2009, Marcos Lutz acumula essa função com outros cargos: ele é também vice-presidente do conselho de administração da Comgás, membro do conselho da Raízen e, por fim, conselheiro da Monsanto nos Estados Unidos. A versatilidade para atuar em empresas diferentes talvez seja reflexo de sua formação acadêmica: mestre em administração de empresas pela Kellogg Graduate School of Managment, Lutz formou-se em engenharia naval pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). “A principal tarefa de um CEO é garantir que os resultados e metas definidos nos planos operacionais e financeiros sejam alcançados, em sintonia com as diretrizes estratégicas e princípios de negócios da companhia”, explica ele.

    Antes de se juntar à Cosan em 2007, o executivo trabalhou na CSN como diretor de infraestrutura e energia, mas sua carreira começou bem antes disso, em 1994, no Grupo Ultra, onde foi de 2001 a 2003 diretor superintendente da Ultracargo. “Estes seis anos na direção da Cosan foram repletos de grandes desafios. A joint-venture com a Shell que criou a Raízen, a aquisição da Comgás e a fusão Rumo/ALL são momentos que marcaram minha trajetória profissional.

    Mas o grande desafio é, de fato, traduzir a disciplina e a atitude do principal acionista da companhia, Rubens Ometto, em sua cultura corporativa”, observa ele. Lutz (que é casado e tem dois filhos) fala sobre aspectos da gestão na empresa que preside: “Na Cosan temos métricas da nossa evolução no curto, no longo e no longuíssimo prazo. Deve-se agir com estratégia para garantir a perenidade do negócio, equilibrando os diversos objetivos econômicos”. E ele finaliza: “É preciso representar o interesse dos clientes, gerar valor para a sociedade (e aí se incluem nossos funcionários) , e extrair parte desse valor para remunerar adequadamente os investimentos feitos”.

  • Renato Alves Vale

    Empresa: Grupo CCR

    O Brasil é lar de uma das maiores empresas mundiais de concessão de infraestrutura: a CCR, que trabalha com rodovias, aeroportos e mobilidade urbana. Exemplos? A companhia administra 3.284 quilômetros de estradas em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso do Sul. Tem ainda 34,25% do capital da STP, que opera os meios eletrônicos de pagamento Sem Parar e Via Fácil. Linhas de metrô na capital paulista e em Salvador, barcas no Rio de Janeiro e participação nas concessionárias dos aeroportos internacionais de Quito (Equador), San José (Costa Rica) e Curaçao são outros itens de seu portfólio. Quem conduz a empresa desde 1999 é Renato Alves Vale.

    Ele dá detalhes de sua gestão: “Garantir rentabilidade adequada aos acionistas e controladores do grupo é uma de nossas premissas, nosso motor de crescimento. A eficiência que demonstramos deriva ainda de uma boa governança corporativa, a qual se reflete no alto índice de satisfação dos funcionários. Na companhia você dificilmente irá encontrar um colaborador exercendo a mesma função há mais de dois anos. Eles estão sempre ascendendo na carreira, buscando novos desafios, o que mantém acesa a motivação das equipes”.

    Nascido em 1948, Alves Vale é formado em engenharia civil pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “Em 2011 incluímos a sustentabilidade nos objetivos gerais e diretrizes da organização”, acrescenta. “Nos últimos 12 anos o Grupo CCR aportou mais de R$ 160 milhões em projetos sociais, esportivos, culturais e educativos. Só em 2014 investimos em 136 ações que beneficiam mais de
    1 milhão de pessoas em cerca de 170 municípios.”

    Liderando uma empresa com mais de 12 mil funcionários, ele enfatiza a importância do ramo no qual atua para o Brasil: “Como presidente do Grupo CCR, tenho o desafio de consolidar o modelo de negócios de concessão e demonstrar que esse tipo de parceria é bom para o desenvolvimento do país”.

  • Roberto Lima

    Empresa: Natura

    ‘Tenho um perfil agregador e sou conhecido pela minha preocupação em tornar equipes focadas na satisfação do cliente, nos resultados e na otimização de recursos”, define-se Roberto Lima, diretor-presidente da Natura Cosméticos desde agosto de 2014 e membro do conselho de administração da gigante brasileira de vendas diretas por dois anos, até o fim de 2013. Gestor de empresas dos mais variados setores, Lima foi chairman e membro do comitê executivo global do Grupo Publicis, presidente da operadora Vivo, presidente do conselho de administração do grupo que reunia a então líder do mercado de cartões de crédito Credicard, a processadora Orbitall e a Redecard, e diretor-presidente do Banco Credicard S.A. Estrategista, aprendeu rapidamente as particularidades do terceiro maior mercado do mundo em beleza e higiene pessoal, que cresceu 90% nos últimos cinco anos.

    Chegou à fabricante em um momento de grande concorrência, com o fortalecimento de competidores nacionais e o desembarque crescente de marcas internacionais. Sobre o ambiente, fala com a naturalidade de um conhecedor. “É um mercado com identidade própria, que cria tendências e atrai investimentos, naturalmente.

    Apesar da grande competitividade, a Natura sempre se destacou não só pela excelente qualidade de seus produtos, mas pelo seu comportamento empresarial, pelo seu compromisso com a sociedade, com a sustentabilidade e seu poder de inovação”, observa. E arremata: “A Natura é um enorme desafio em qualquer circunstância porque é uma empresa que sempre sobe a régua, ou seja, avança sua ambição de fazer sempre melhor.” Sua meta é manter a liderança no mercado brasileiro e contribuir com a construção de um sistema de tomadas de decisão mais ágil e também diversificar canais.

  • Wilson Ferreira Júnior

    Empresa: CPFL Energia

    “Bom executivo é aquele que entrega bons resultados e forma bons sucessores”, já avisa Wilson Ferreira Jr., da CPFL Energia, ao ser informado que consta da lista de melhores CEOs do país feita por FORBES Brasil. Líder do maior grupo privado do setor elétrico no Brasil desde 2002, ele transformou uma pequena distribuidora regional em uma forte holding de seu mercado.

    “A principal marca da CPFL Energia é sua governança corporativa”, afirma. “Gerar bons lucros e distribuir dividendos são consequências da adoção das melhores práticas de gestão e governança. E esses resultados também são conseguidos por termos uma força de trabalho motivada e feliz. Somos referência mundial devido ao índice de 79% de satisfação dos colaboradores que atingimos em medição recente.” Por sinal, não é de hoje que Ferreira Jr. entrega resultados: “Venho exercendo a função de presidente de empresas desde 1995, quando assumi a distribuição da Cesp.

    Na prática, isso significa que estou próximo de completar 20 anos na presidência de empresas de energia, o que é um tempo considerável”. Nesse sentido, e em consonância com o que acredita ser um executivo de qualidade, ele dedica parte de seu tempo ao preparo de sucessores que sejam capazes de tocar a empresa “por mais 100 anos”, em suas próprias palavras.

    Afinal de contas, Ferreira Jr. tem planos bem pessoais para o futuro. “Gostaria de dedicar mais tempo a um de meus hobbies preferidos – colecionar carros antigos e participar de corridas”, revela ele. “Atualmente, disputo uma vez por mês o campeo­nato estadual de carros clássicos. As provas são realizadas em Piracicaba (SP) e na capital paulista, no autódromo de Interlagos. Em 2014 fui vice-campeão desse torneio. Para participar de tais competições, sou dono de dois veículos com mais de 30 anos cada: um Alfa Romeo 71 e um Gol GT de 1984.” Formado em engenharia elétrica e em administração, Ferreira Jr. é casado, tem um filho de 18 anos e uma filha de
    2 anos de idade.

Bernardo Pinto Paiva

Empresa: Ambev

O carioca Bernardo Pinto Paiva ingressou na Ambev pelo programa de trainee em 1991 e de lá não saiu mais. Formado em engenharia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e com MBA Executivo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, ocupou cargos de liderança na empresa. Foi presidente da Labatt, subsidiária da Ambev no Canadá, e da Quilmes, filial na Argentina; presidente de Operações da Anheuser-Busch InBev (ABI) na América do Norte em janeiro de 2008; presidente de Operações da Ambev na América Latina Sul em janeiro de 2009; e diretor de vendas da ABI em janeiro de 2012. Atualmente, desde 1º de janeiro deste ano, Paiva ocupa o cargo de diretor-geral na Ambev. Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, o presidente soube consolidar muito bem sua carreira na empresa. “Todos esses anos na companhia permitiram que Paiva tivesse uma visão sistêmica de todo o conglomerado da Ambev. Sua contribuição e tomadas de decisões estratégicas de expansão global dos negócios foram bem-sucedidas.”

No último ano, a companhia de bebidas teve uma alta no lucro de 8,4%, atingindo R$ 12,36 bilhões, além de uma expansão de 8,6% no faturamento, que foi de R$ 38,08 bilhões. É impossível não relacionar sua trajetória de mais de 20 anos com os ótimos resultados acumulados pela Ambev.

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