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10 empresas brasileiras que fazem muito sucesso no exterior

Enaltecer a imagem do Brasil no exterior, no presente momento, não é tarefa para qualquer um. Depois de ser a bola da vez na comunidade financeira mundial, o país passou a ser malhado sem dó nem piedade pelos analistas econômicos das empresas de rating e pelos especialistas em investimentos internacionais. Entende-se tamanho mau humor. O presente cenário não é exatamente um mar de rosas. Além de urgência em sacudir a economia, a nação precisa acertar suas contas públicas, combater a corrupção e criar condições de competitividade para sua indústria. Sem essas medidas, nenhum esforço empreendido pelo governo será de fato proveitoso para o futuro da sociedade brasileira.
No entanto, apesar de todas as dificuldades, o país conta com vários símbolos de excelência, inovação e competência espalhados pelo globo. São exemplos que funcionam como embaixadas informais, que mostram aos estrangeiros que nem tudo vai mal em terras tupiniquins.

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Estamos falando das multinacionais brasileiras — um tipo de empresa que era raro até a década de 1990, quando a economia passou pelo processo de estabilização da moeda iniciado pelo Plano Real. Na virada dos anos 2000, contudo, muitas companhias nacionais começaram a enxergar o mercado global com outros olhos que não os de exportadores. Essas empresas passaram a fincar o pé no exterior, numa atitude expansionista que hoje chama a atenção.
São cerca de 400 companhias nacionais com atuação em mais de 56 países, segundo dados do Observatório das Multinacionais Brasileiras da ESPM. Nesse grupo não se encontram empresas exclusivamente exportadoras com escritórios, mas sim aquelas que trazem de sua atividade no exterior percentuais generosos de sua receita. Trata-se, em sua maioria, de companhias que trabalham com valor agregado, ou que até operam com commodities, mas também as exploram em outros países. São empresas que prosperam no exterior, competindo de igual para igual com gigantes mundiais.

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Desse grupo, FORBES Brasil destaca dez nomes que hoje já incomodam os gigantes de seus setores. E que têm tudo para brigar pela liderança de seus mercados num futuro próximo. Dessas dez, uma chama a atenção — a Embraer. Seja por ter se reinventado totalmente após sua privatização, seja pela consolidação avassaladora com a qual avança num palco dominado por pouquíssimos personagens, a Embraer é um exemplo de gestão, inovação e estratégia. As demais empresas escolhidas para a lista não ficam atrás em excelência. Todas representam com galhardia o que há de melhor no Brasil — e ainda têm, diante de si, um enorme caminho para crescer. Uma amostra de que, pelo menos em nossa iniciativa privada, existe alguma coisa daquele país pelo qual os analistas internacionais se apaixonaram no início da década.

Veja na galeria de fotos a seguir dez empresas brasileiras que fazem muito sucesso no exterior:

  • Alpargatas

    Fundação: 1907
    Setor de atuação: calçados e vestuário
    Faturamento em 2014: R$ 3,7 bilhões
    Representatividade do mercado internacional na receita: 31%
    Número de funcionários: 18.999

    Presença no exterior: 12 fábricas (Argentina e Brasil), centros de distribuição nos Estados Unidos e na Europa e 644 lojas (Brasil e exterior)

    Com 12 fábricas espalhadas por Brasil e Argentina e centros de distribuição nos Estados Unidos e na Europa, a Alpargatas vende seus produtos em 116 países. A companhia fundada na Mooca, bairro da capital paulista, é dona das marcas Havaianas, Dupé, Topper, Rainha, Meggashop e Sete Léguas, além de possuir as licenças de Mizuno e Timberland. Em 2012, a companhia deu um importante passo estratégico e entrou no segmento de vestuário premium com a compra da grife Osklen. Em 2013, o parque fabril da Alpargatas ganhou um reforço com uma nova unidade especializada na produção de sandálias.

    Localizada em Montes Claros (MG), a fábrica, com estrutura para fazer 100 milhões de pares por ano, aumentou em 40% a capacidade de produção da companhia. A empresa também atua no varejo brasileiro e internacional por meio de 644 lojas. Recentemente, seu presidente, Márcio Utsch, afirmou que os investimentos na companhia estavam congelados por conta do enfraquecimento da economia. No entanto, a Alpargatas segue em crescimento. No primeiro trimestre deste ano, ela alcançou receita líquida de R$ 948,9 milhões, alta de 8,7% na comparação com o mesmo período de 2014.

  • BRF

    Fundação: 1934
    Setor de atuação: alimentos
    Faturamento em 2014: R$ 29 bilhões (receita líquida)
    Representatividade do mercado internacional na receita: 46%
    Número de funcionários: 104.000
    Presença no exterior: fábricas em cinco países e 120 nações atendidas

    A BRF, companhia resultante da fusão da Sadia com a Perdigão, transformou-se em uma das estrelas do mercado brasileiro de alimentos — e também de mais de uma centena de países que consomem seus frangos, linguiças e lasanhas, dentre outros produtos. Depois da mudança de gestão, com novo CEO, chairman e executivos, a companhia tem vivido uma fase ainda mais frutífera. Sobre o ano de 2015, duas notícias reafirmam que a empresa encontra-se em rota de crescimento.

    A primeira veio da agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P), que anunciou a elevação do rating de escala corporativa global e das emissões existentes da BRF de “BBB-” para “BBB”, baseada em sua forte geração de caixa e baixo endividamento. A segunda boa notícia é a volta com força total da marca Perdigão, que, após a aprovação da fusão com restrições pelo Cade, teve que retirar vários de seus produtos do mercado desde 2012. Agora, seus presuntos, apresuntados, linguiças defumadas e cortes de carnes suínas (tender, pernil temperado, lombo e picanha suína) passam a atuar em 83% das categorias do mercado de alimentos processados.

  • DMS Logistics

    Fundação: 1987
    Setor de atuação: logística
    Faturamento em 2014: R$ 72 milhões
    Representatividade do mercado internacional na receita: 44%
    Número de funcionários: 265

    Presença no exterior: Estados Unidos (centro de operações e escritórios); Chile (escritório), República Dominicana (escritório) e Panamá (estrutura alfandegária)

    A DMS Logistics, operadora de serviços logísticos e aduaneiros, tem presença em quatro países, além do Brasil, e prepara-se para iniciar operação no México e Equador, no ano que vem, e na Europa, em 2018. A companhia fundada no Rio de Janeiro é focada em atender empresas das áreas farmacêutica e aeroespacial, mas também possui clientes nos segmentos de moda, óleo e energia e telecomunicações.

    Neste ano, a previsão é alcançar uma receita de R$ 79 milhões, alta de quase 10% na comparação com 2014.

    Nos Estados Unidos, a companhia está presente em Nova York, Houston e Atlanta, além de Miami, que faz as vezes de sede internacional para as Américas. Nessa cidade, a empresa conta com um centro de operações de 3 mil m² e 38 profissionais. No Panamá, a estrutura alfandegária da DMS fica dentro do Aeroporto Internacional de Tocumen e abriga 12 colaboradores.

    Já no Chile e na República Dominicana, por enquanto, a companhia atua com pequenos escritórios. “Estamos no processo de aquisição de uma empresa de logística chilena”, diz Eduardo Reis, chief innovation officer (CIO) da DMS. A companhia também tem planos para aquisições no México e no Equador.

  • Empresas Artecola

    Fundação: 1948
    Setor de atuação: calçadista, moveleiro, transportes, papel e embalagens, construção civil, energia eólica, entre outros
    Faturamento em 2014: R$ 1,07 bilhão
    Representatividade do mercado internacional na receita: 28%
    Número de funcionários: cerca de 2.300
    Presença no exterior: sete países (incluindo Brasil)

    As Empresas Artecola surgiram inicialmente com a Artecola Química em 1948, quando o fundador, Francisco Xavier Kunst, tornou-se sócio de seu antigo patrão na primeira empresa de adesivos do sul do país. Hoje, com sede em Campo Bom, no Rio Grande do Sul, atua em diversos setores, como moveleiro, calçadista, papel e embalagem, transportes, energia eólica, segurança do trabalho, construção civil, entre outros.

    Com três tipos de negócios — Artecola Química (negócio original, que produz adesivos e laminados), MVC (operação de plásticos de engenharia) e Arteflex (unidade de equipamentos de proteção individual) —, teve um crescimento de 67% em 2014, alcançando R$ 1,07 bi­­lhão em receita líquida, com expansão em todas as suas operações. A multinacional conta com 20 plantas industriais em sete países: Brasil, Chile, Argentina, Peru, Colômbia, México e — com uma joint venture — China, e quem cuida do negócio atualmente é a terceira geração da família Kunst. Há 67 anos, os principais pilares da companhia continuam sendo a inovação, responsabilidade social e sustentabilidade.

  • Fibria

    Fundação: 2009
    Setor de atuação: empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto
    Faturamento em 2014: R$ 7 bilhões (receita líquida)
    Representatividade do mercado internacional na receita: 94%
    Número de funcionários: 17.068, entre diretos e terceiros
    Presença no exterior: tem oito CDs em cinco países e exporta para mais de 40 nações
    Capex 2015: R$ 1,7 bilhão, sem os investimentos em ampliação

    da unidade de Três Lagoas (projeto Horizonte 2). O valor previsto para o Projeto Horizonte 2 é de cerca de US$ 2,5 bilhão (aproximadamente R$ 7,7 bilhões), com previsão de início de operação da nova linha de produção de celulose no fim de 2017.

    Crise é uma palavra que não se escuta por quem passa pelos corredores da sede da Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, criada em 2009, a partir da incorporação da Aracruz pela VCP. Com 94% de sua receita advinda do mercado internacional, a companhia anunciou recentemente a aprovação, por meio de seu conselho de administração, do Projeto Horizonte 2, que demandará um investimento de R$ 7,7 bilhões para ampliar a unidade de Três Lagoas (MS), cuja nova linha de produção terá capacidade de 1,75 milhão de toneladas de celulose por ano.

    Somada à atual, já em operação, Três Lagoas chegará a uma capacidade total de 3 milhões de toneladas/ano, transformando-se em um dos maiores polos de produção de celulose de eucalipto do mundo. Com isso, a capacidade total de produção da Fibria, considerando-se todas as suas unidades, passará dos atuais 5,3 milhões de toneladas de celulose/ano para mais de 7 milhões de toneladas de celulose/ano.

    A operação da nova linha industrial está prevista para o quarto trimestre de 2017. “O aporte segue a estratégia de crescimento com disciplina da Fibria, que considera uma janela de oportunidade para a entrada de nova capacidade de produção de celulose no mercado em 2018. Estamos investindo no Brasil com foco no mercado exportador, contribuindo para a balança comercial”, diz o presidente da empresa, Marcelo Castelli.

  • JBS

    Fundação: 1953
    Setor de atuação: alimentação
    Faturamento em 2014: R$ 120,5 bilhões
    Representatividade do mercado internacional na receita: 66%
    Número de funcionários: 230.000
    Presença no exterior: 24 países

    O início humilde da família Batista não a impediu de ir longe. Tão longe que, além de transformar a JBS na líder mundial em processamento de carne bovina, ovina e de aves, em 2014 ela desbancou a Vale no quesito maior faturamento dentre todas as empresas instaladas no país. Devoradora de um incontável número de negócios no Brasil e no exterior, a JBS foi a estrategista por trás da criação de uma marca referência de carne, a partir do uso do selo Friboi.

    Escalou o ator Tony Ramos e até o vegetariano Roberto Carlos para divulgar a marca. Bem antes de chegar ao topo, ela se chamava Fundação da Casa de Carnes Mineira, em Anápolis (GO). O negócio começou a atrair a atenção do mercado e a incomodar a concorrência quando iniciou seu processo de internacionalização em 2005. Foi nesse ano que ela comprou 100% do capital social da Swift-Armour, maior produtora e exportadora de carne bovina na Argentina. Dois anos depois, ela se tornou a primeira empresa do setor frigorífico a abrir seu capital na Bolsa de Valores.

    No mesmo ano, arrematou a americana Swift Company, seu passaporte para os mercados de bovinos e suínos dos Estados Unidos e da Austrália. De lá para cá, a JBS se transformou em uma devoradora de empresas. A última foi a unidade de suínos da Cargill nos Estados Unidos por US$ 1,45 bilhão.

  • Stefanini

    Fundação: 1987
    Setor de atuação: provedora de soluções em tecnologia
    Faturamento em 2014: R$ 2,35 bilhões
    Representatividade do mercado internacional na receita: 40%
    Número de funcionários: mais de 20.000
    Presença no exterior: unidades em cerca de 33 países

    Há poucos meses surgiu uma nova empresa de telecomunicações no Brasil. Mas trata-se de uma tele diferente: ao invés de tentar espalhar gigantescas redes de cabos e fibras ópticas país afora, a ideia da Inspiring, braço do grupo Stefanini para o setor, é agregar valor às relações entre os clientes e as operadoras já existentes. A companhia trabalhará com campanhas de fidelização, microtransações, rastreabilidade e integração de sistemas.

    Esse é só um exemplo do modus operandi da Stefanini, uma das mais versáteis empresas de tecnologia da informação (TI) do planeta. “Algo que chama a atenção no grupo é a capacidade de adquirir concorrentes e integrá-los com sucesso à sua própria cultura, ao mesmo tempo em que cria subsidiárias para campos onde antes não atuava — e também obtém êxito”, afirma Christian Majczak, sócio na GO4 Consultoria, a respeito da Stefanini. No início do ano, a companhia inaugurou um Centro de Desenvolvimento Global (GDC) na cidade de Querétaro, no México, que atenderá seus clientes na América Latina e nos EUA. Para tanto, aportou US$ 1 milhão.

    A operação mexicana, por sinal, é a maior da organização fora do Brasil. Atuação global, crescimento acelerado (de forma orgânica ou via aquisições) e ousadia para operar em diversos ramos são características que conferem à Stefanini sólidas perspectivas de futuro.

  • Vale

    Fundação: 1942
    Setor de atuação: mineradora
    Faturamento em 2014: US$ 38,2 bilhões (receita operacional bruta)
    Representatividade do mercado internacional na receita: 82,7%
    Número de funcionários: cerca de 200.000, somando contratados e terceirizados
    Presença no exterior: cerca de 30 países

    Pense em qualquer item típico de uma sociedade moderna (de carros a celulares, passando por estruturas de edifícios e aviões) e estará pensando em algo feito com o tipo de matéria-prima fornecida pela Vale. A empresa é uma das maiores mineradoras do mundo. Na extração de minério de ferro e de níquel, é a maior. E tem em seu portfólio uma joia: Carajás, no Pará.

    “Trata-se simplesmente da melhor mina de ferro do planeta”, conta Felipe Nascimbeni Cosi, analista de ações na Cultinvest Asset Management. “Carajás combina baixo custo de extração com a alta qualidade de seu ferro. É um ativo estratégico que vem impulsionando a companhia desde que ela começou a explorá-lo, em 1986.” O controle dessa e de outras minas, dentro e fora do Brasil, torna a Vale uma empresa promissora — e seus prós e contras devem-se à China. Como assim? “Nas últimas décadas, a demanda do parque industrial e da construção civil chinesa por minérios alavancou a companhia de uma forma extraordinária; porém, aquele país vai crescer menos daqui para a frente, pois sua economia já está bastante madura”, explica Cosi.

    No entanto, “crescer menos” em padrões chineses significa uma expansão do PIB próxima de 7% ao ano — ou seja, ainda haverá muita procura por minérios vinda do gigante asiático. E não se deve esquecer da Índia, adverte ele, que tem quase toda sua infraestrutura esperando ser erguida e vai precisar de ferro para isso. Por fim, Cosi destaca a figura de Murilo Ferreira, CEO da mineradora: “Ele tem feito um excelente trabalho, em especial na redução dos custos operacionais”.

  • WEG

    Fundação: 1961
    Setor de atuação: fabricante de bens de capital
    Faturamento em 2014: R$ 7,8 bilhões
    Representatividade do mercado internacional na receita: 51%
    Número de funcionários: mais de 31.000
    Presença no exterior: 20 fábricas, espalhadas por 11 países

    Bens de capital trata-se do nome que se dá às máquinas que não se destinam ao consumidor final, e sim às empresas: robôs em linhas de montagem, por exemplo. Ou então motores elétricos para fins industriais, produto que há 54 anos vem sendo feito pela catarinense WEG, uma das maiores fabricantes mundiais de equipamentos eletroeletrônicos. A companhia atua em cinco campos principais: energia, transmissão e distribuição, automação, tintas e os já citados motores. Realiza vendas em mais de 100 países; mineração, petróleo e gás, infraestrutura, papel e celulose, siderurgia e energias renováveis são seus grandes focos. “Uma das estratégias inteligentes da WEG é operar em vários mercados simultaneamente.

    Essa flexibilidade faz com que sempre surjam à sua frente boas oportunidades, mesmo quando a conjuntura é adversa”, explica Frederico Turolla, sócio na consultoria Pezco Microanalysis. “Outro elemento que a torna promissora são os investimentos que leva adiante para que suas máquinas sejam sempre econômicas no uso de energia. Com a eletricidade cada vez mais cara no Brasil e em boa parte do mundo, são justamente equipamentos assim que o mercado pede.” A WEG aporta em pesquisa e desenvolvimento 2,5% de sua receita operacional líquida.

    Nos últimos cinco anos, metade de seu faturamento veio de novos negócios e produtos. Recentemente, o grupo anunciou que investirá ainda mais fortemente em energia solar: a busca de rentabilidade aliada à sustentabilidade é, de fato, um de seus pilares.

Alpargatas

Fundação: 1907
Setor de atuação: calçados e vestuário
Faturamento em 2014: R$ 3,7 bilhões
Representatividade do mercado internacional na receita: 31%
Número de funcionários: 18.999

Presença no exterior: 12 fábricas (Argentina e Brasil), centros de distribuição nos Estados Unidos e na Europa e 644 lojas (Brasil e exterior)

Com 12 fábricas espalhadas por Brasil e Argentina e centros de distribuição nos Estados Unidos e na Europa, a Alpargatas vende seus produtos em 116 países. A companhia fundada na Mooca, bairro da capital paulista, é dona das marcas Havaianas, Dupé, Topper, Rainha, Meggashop e Sete Léguas, além de possuir as licenças de Mizuno e Timberland. Em 2012, a companhia deu um importante passo estratégico e entrou no segmento de vestuário premium com a compra da grife Osklen. Em 2013, o parque fabril da Alpargatas ganhou um reforço com uma nova unidade especializada na produção de sandálias.

Localizada em Montes Claros (MG), a fábrica, com estrutura para fazer 100 milhões de pares por ano, aumentou em 40% a capacidade de produção da companhia. A empresa também atua no varejo brasileiro e internacional por meio de 644 lojas. Recentemente, seu presidente, Márcio Utsch, afirmou que os investimentos na companhia estavam congelados por conta do enfraquecimento da economia. No entanto, a Alpargatas segue em crescimento. No primeiro trimestre deste ano, ela alcançou receita líquida de R$ 948,9 milhões, alta de 8,7% na comparação com o mesmo período de 2014.

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