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José Aldo entra para a lista 30 abaixo dos 30 de FORBES

O lutador brasileiro de MMA José Aldo, 29 anos, é o único representante brasileiro na lista 30 abaixo dos 30 de FORBES. O ex-campeão da categoria peso-pena do UFC é destaque ao lado de atletas reconhecidos como Stephen Curry, jogador de basquete norte-americano do time Golden State Warriors; Sergio Agüero, jogador de futebol argentino do Manchester City; e Russell Wilson, jogador de futebol americano do Seattle Seahawks.

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Mesmo com sua derrota no UFC 194, Aldo estaria presente em qualquer lista coerente de maiores lutadores desta modalidade esportiva. O lutador foi nomeado o número 1 dos rakings pound-for-pound oficiais. Ele também passou uma década sem perder uma luta e foi campeão mundial por seis anos.

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A lista 30 abaixo dos 30 anos de FORBES é composta pelos 600 mais importantes jovens empreendedores, líderes criativos e estrelas, divididos em 20 categorias: arte e estilo; comidas e bebidas; capital de risco; tecnologia do consumo; música; Hollywood e entretenimento; produção e indústria; varejo e e-commerce; esportes; ciência; finanças; mídia; marketing; educação; empreendedorismo social; energia; saúde; jogos; direito e política; e tecnologia empresarial.

Veja na galeria de fotos os destaques de cada categoria:

  • Ashley Graham, 28

    Categoria: arte e estilo

    Modelo, designer e ativista

    A modelo plus-size Ashley estampou cinco capas de revista no ano passado, além de um comercial de biquíni na “Sports Illustrated Swimsuit 2015”. “Eu tive sucesso em quebrar os moldes na indústria da moda”, diz ela. “Pode soar um pouco misógino, mas eu acho que consegui isso porque eu tenho um corpo que a mulher norte-americana comum tem. E eu estou usando isso para fazer com as outras mulheres saibam que são lindas.”

    Ashley se tornou o que ela chama de “ativista do corpo”, advogando pelos 50% de mulheres norte-americanas que vestem tamanhos 44 ou maiores, um mercado de US$ 17 bilhões. Ela também tem sua própria linha de lingerie, que somou US$ 1,6 milhão em vendas em 2014, com a varejista canadense Addition Elle. Isso prova que ela não está apenas mudando a forma como as mulheres são vistas, mas também como elas veem a si mesmas e como compram.

  • Annie Lawless, 28

    Categoria: Comidas e bebidas

    Cofundadora da empresa Suja

    Annie é a confundadora de uma marca avaliada em US$ 300 milhões – e ela conseguiu isso focando na base da pirâmide alimentar. Suja, a empresa de sucos orgânicos fundada em 2012, explodiu em popularidade (e vendas, que atingirão US$ 90 milhões este ano), graças à sua rejeição a açúcar, frutas transgênicas e outros aditivos químicos industrializados. O crescimento da empresa impressionou: em agosto, a Coca-Cola comprou 40% da companhia por US$ 90 milhões e a Goldman Sachs comprou 20% por US$ 60 milhões.

    A infusão de dinheiro ajudará a Suja a aumentar sua produção e alcançar um público ainda maior. “Há algo acontecendo que é muito maior do que nós”, diz Lawless. “As pessoas estão percebendo que o que elas vinham consumindo estava as tornando gordas e doentes.”

  • Clara Sieg, 29

    Categoria: capital de risco

    Sócia da empresa Revolution Ventures

    Clara trabalhava em um banco quando teve de se reunir com o bilionário da AOL Steve Case e seus sócios na Revolution Ventures para ajudá-los a estabelecer seu primeiro fundo de investimentos em 2010. Então, ela percebeu que queria estar do outro lado da mesa. Em 2012, Clara entrou na empresa e se tornou a quinta e mais nova sócia.

    Agora, Clara trabalha com quatro empresas e investidores, especialmente na área de serviços financeiros e seguros.

  • Marcela Sapone, 29

    Categoria: tecnologia do consumo

    Cofundadora da empresa Hello Alfred

    Marcela quer ajudar as pessoas a colocar suas vidas em ordem com o Hello Alfred, um serviço de mordomo tecnológico. Por US$ 32 por semana, um “Alfred” organiza sua casa e gerencia serviços para manter a cozinha limpa, a lixeira vazia e a geladeira cheia. “Nós queremos que você gaste seu tempo em coisas que realmente importam para você”, diz Marcela, que fundou o Alfred em 2014 com colegas da Harvard Business School.

    A empresa opera em Boston e Nova York e levantou US$ 12,5 milhões em investimentos.

  • Shawn Mendes, 17

    Categoria: música

    Músico

    O canadense seguiu um grupo de conterrâneos como Justin Bieber e Drake e conquistou uma base de fãs fervorosa. Mendes se tornou famoso graças ao Vine, onde ganhou milhões de seguidores ao cantar covers de seis segundos de músicas pop.

    Neste ano, Mendes lançou seu primeiro álbum, “Hndwritten”, que alcançou primeiro lugar nos Estados Unidos, no Canadá e na Noruega, graças, em parte, ao hit “Stitches”. Ele passou o verão abrindo shows de Taylor Swift.

  • John Boyega, 23

    Categoria: Hollywood e entretenimento

    Ator

    Como o novo protagonista masculino em “Star Wars: O Despertar da Força”, John Boyega precisa se acostumar com a fama: espera-se que seu primeiro grande filme de estúdio seja um dos que mais irão arrecadar na história. O episódio de US$ 200 milhões está a uma galáxia de distância dos papeis secundários que Boyega teve em minisséries da Fox e no filme “Sonhos Imperiais”.

  • Jewel Burks, 26

    Categoria: produção e indústria

    Cofundadora da empresa Partpic

    Empreendedora de uma família de empreendedores, Jewel começou sua carreira no Google antes de um câncer de mama de sua avó a ter feito decidir se mudar para Atlanta, onde nasceu. Lá, começou a trabalhar no McMaster-Carr, distribuidora de peças industriais norte-americana. Com esta experiência, criou a PartPic, que permite que consumidores usem um smartphone para pesquisar uma peça usando tecnologia de visão por computador e a encomendar rapidamente. A startup levantou US$ 1,5 milhão em investimentos, mas sua maior conquista foi se encontrar com o presidente Obama no primeiro White House Demo Day.

  • Tyler Haney, 27

    Categoria: varejo e e-commerce

    Fundadora da empresa Outdoor Voices

    Haney sempre teve interesse em esportes e moda. Para unir suas paixões, estudou na famosa Parsons School of Design. Como parte de seu programa de graduação, criou uma coleção de cinco peças de moda esportiva e a Outdoor Voices nasceu. Até agora, o design minimalista, a estética técnica e a estratégia digital renderam mais de US$ 8 milhões em investimentos para a empresa.

  • Stephen Curry

    Categoria: esportes

    Armador do Golden State Warriors

    Curry foi desenhado para excelência em basquete, com seu talento físico sobre-humano. Em qualquer jogo, Curry impressiona fãs e outros jogadores. Porém, seu estilo e atitude fora das quadras, além de sua filha de três anos, ajudam a tornar sua marca ainda mais valiosa.

    Por isso, a EXPRESS Men ofereceu a ele um acordo como primeiro embaixador da grife e única celebridade masculina porta-voz da marca. A Uner Armour também acredita ter fortificado sua marca multibilionária (US$ 3 bilhões em vendas em 2014), tendo Curry como sua personalidade do basquete. Seu contrato de patrocínio inicial, em 2013, era de modestos US$ 4 milhões. Porém, após a Under Armour ter visto um aumento de 41% nas vendas de calçados em relação ao ano anterior, o valor aumentou rapidamente e a vigência do contrato foi estendida até 2024. Como parte da renovação, Curry recebeu uma participação acionária na empresa, que tem valor de mercado de US$ 17,3 bilhões.

  • Jeroen Cappaert, 27

    Categoria: ciência

    Cofundador da empresa Spire Global

    A Spire Global usa nano-satélites do tamanho de garrafas de vinhos para escutar (mais do que observar) o que está acontecendo no planeta, focando principalmente nos oceanos. Eles usam estes dados para auxiliar em conclusões sobre comércio global, clima, navegação, cadeias de fornecimento, pesca ilegal e até piratas. A empresa, fundada em 2012 e com escritórios em San Francisco, Glasgow e Cingapura, arrecadou US$ 65 milhões até hoje e já lançou oito satélites. Cappaert era pesquisador da NASA antes de cofundar a Spire.

  • Vladimir Tenev, 28

    Categoria: finanças

    Cofundador da empresa Hobinhood

    Em 2011, Tenev largou seu programa de PhD em matemática na UCLA para criar softwares de comércio de alta tecnologia para fundos de cobertura e bancos com um colega. Eventualmente, eles mudaram seu foco para consumidores de varejo. Sua empresa, a Robinhood, é um aplicativo de negociação de ações livre de comissões disponível para qualquer um que tenha um smartphone. Lançado há um ano, o aplicativo já teve mais de US$ 2 bilhões em negociações executadas em sua plataforma. Eles arrecadaram US$ 66 milhões em investimentos.

  • Emerson Spartz, 28

    Categoria: mídia

    Cofundador da empresa Dose

    Aos 12 anos, Spartz lançou o MuggleNet, que se tornou um dos mais populares websites de fãs da saga “Harry Potter”. Após de formar na Universidade de Notre Dame, em 2009, Spartz e sua mulher, Gaby, lançaram o Gives Me Hope (GMH), uma plataforma onde usuários compartilham histórias reais e inspiradoras que respondam à pergunta: “O que lhe dá esperança?”. O GMH levou ao Dose Media, que usa algoritmos afinados para rastrear tópicos, histórias e memes populares, para que editores e escritores criem conteúdo similar para a Dose. Recentemente, a empresa recebeu US$ 25 milhões de uma rodada de investimentos.

  • Ross McCray, 24

    Categoria: marketing

    Cofundador da empresa VideoAmp

    Com a fragmentação atual do consumo de vídeos, tornou-se difícil para os anunciantes entregarem mensagens de marca consistentes em todas as telas, do smartphone à televisão. Pensando nisso, McCray fundou a VideoAmp em 2014. A empresa desenvolveu uma tecnologia que dá aos anunciantes a habilidade de planejar, comprar e medir vídeos digitais em todos os dispositivos. “O problema que queríamos resolver era o dilema da variedade de telas”, diz McCray. No ano passado, a VideoAmp arrecadou US$ 15 milhões em investimentos, o que levou os fundos totais a mais de US$ 17 milhões.

  • Matthew Ramirez, 26

    Categoria: educação

    Cofundador da WriteLab

    Ramirez usa inteligência artificial para ensinar estudantes a escrever. “Eu percebi que os estudantes não recebiam um feedback rápido o suficiente”, diz ele. “Então, percebi que poderia capturar, com algoritmos, cerca de 90% do que estávamos ensinando.”

    Hoje, a WriteLab tem US$ 2,5 milhões em fundos e já é empregado em 53 escolas, desde escolas de ensino médio de baixa renda até universidades.

  • Christopher Gray, 24

    Categoria: empreendedorismo social

    Cofundador da Scholly

    Com o objetivo de ajudar estudantes de baixa renda a encontrarem maneiras de pagar um curso superior, Gray cofundou a Schooly, em 2014. Usando algoritmo de 8 parâmetros, o aplicativo e plataforma da web conecta bolsas escolares a alunos com o perfil procurado. Desde seu lançamento, mais de 600.000 usuários entraram e mais de US$ 20 milhões em bolsas de estudo foram dadas.

  • Dakin Sloss, 25

    Categoria: energia

    Fundador da empresa Tachyus

    A indústria moderna de petróleo e gás tem todas as suas operações equipadas com sensores. Porém, a volumosa quantidade de dados não é totalmente compreendida. Pensando nisso, Sloss lançou o software Tachyus, que combina dados de máquinas e modelos baseados na física para dizer aos operadores como ter a melhor performance – onde escavar, quanto escavar e usando qual método. Sloss arrecadou US$ 20 mihlões em investimentos.

  • Josh Bruno, 29

    Categoria: saúde

    Cofundador da empresa Hometeam

    Em 2013, Bruno fundou a Hometeam para trazer tecnologia ao mundo de cuidados de saúde em domicílio. Os funcionários da Hometeam recebem o dobro do que outras agências similares pagam. O serviço vale a pena por sua logística avançada, já que pode manter os funcionários trabalhando o tempo todo e os combinar com pacientes com os quais eles gostariam de passar o tempo, além de usar iPads para manter os idosos em contato com suas famílias. O Hometeam foi lançado na região metropolitana de Nova York (um mercado de US$ 4 bilhões) e na Filadélfia e se tornou líder em quantidade de clientes ativos em todos os mercados nos quais entrou. Até agora, arrecadou US$ 36 milhões em investimentos.

  • Jordan Maron, 23

    Categoria: jogos

    Fundador da empresa XREAL

    Quando Jordan Maron começou a postar vídeos dele mesmo jogando videogames no YouTube, ele não buscava a fama. Porém, a audiência amou seu senso de humor e muitas de suas criações se tornaram virais.

    Quatro anos após ter tornado seu hobby a sua única ocupação, a estrela da internet tem uma das marcas mais fortes em jogos, com 8,9 milhões de inscritos em seu canal e centenas de vídeos que foram assistidos mais de 2 bilhões de vezes. Ele tem recebido cada vez mais propostas de publicidade. Em maio, seu estúdio de games, o XREAL, lançou seu primeiro jogo, o “Fortress Fury”, que teve mais de 2 milhões de downloads.

  • Timothy Hwang, 23

    Categoria: direito e política

    Cofundador da empresa FiscalNote

    A plataforma FiscalNote analisa dados de leis estaduais e regulações federais para decisões judiciais para estimar prováveis resultados de legislações pendentes. Depois, os dados são disponibilizados a clientes como lobistas, políticos e corporações como a Uber. A FiscalNote tem mais de US$ 18 milhões em fundos e cerca de 100 funcionários.

  • Ian Crosby, 29

    Categoria:>/strong> tecnologia empresarial

    Cofundador da empresa Bench

    Ian Crosby lançou a Bench para ajudar startups a fazer sua contabilidade. “Nós resolvemos esse problema tirando tudo das mãos do empreendedor”, diz ele. Sua empresa ajuda pequenos negócios a ter um departamento de contabilidade forte para preparar declarações financeiras, monitorar despesas e se planejar para os impostos. Desde seu lançamento, em 2010, a empresa levantou US$ 15 milhões em investimentos.

Ashley Graham, 28

Categoria: arte e estilo

Modelo, designer e ativista

A modelo plus-size Ashley estampou cinco capas de revista no ano passado, além de um comercial de biquíni na “Sports Illustrated Swimsuit 2015”. “Eu tive sucesso em quebrar os moldes na indústria da moda”, diz ela. “Pode soar um pouco misógino, mas eu acho que consegui isso porque eu tenho um corpo que a mulher norte-americana comum tem. E eu estou usando isso para fazer com as outras mulheres saibam que são lindas.”

Ashley se tornou o que ela chama de “ativista do corpo”, advogando pelos 50% de mulheres norte-americanas que vestem tamanhos 44 ou maiores, um mercado de US$ 17 bilhões. Ela também tem sua própria linha de lingerie, que somou US$ 1,6 milhão em vendas em 2014, com a varejista canadense Addition Elle. Isso prova que ela não está apenas mudando a forma como as mulheres são vistas, mas também como elas veem a si mesmas e como compram.

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