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Ex-bilionários: quem não está mais entre os mais ricos do Brasil em 2016

O número de bilionários no Brasil subiu em 2016. Neste ano, 165 endinheirados bateram a marca dos nove dígitos no Brasil. Entre eles, três pessoas retomaram suas fortunas, sete entraram para o grupo, quatro faleceram e outros cinco deixaram a lista.

RANKING: 70 maiores bilionários do Brasil em 2016

Há diversos motivos para que alguém deixe a lista, caso de Eike Batista, que ocupou o primeiro lugar da primeira lista de FORBES Brasil, em 2012, e, hoje, não figura mais no grupo, dada grande queda de valor de suas empresas na Bolsa. Neste ano, os motivos vão desde reavaliação de capital a queda de valor de mercado.

RANKING GERAL: 70 maiores bilionários do mundo em 2016

Veja na galeria de fotos os ex-bilionários de 2016:

  • Antônio Queiroz Galvão e família

    Calculada a partir da participação na QGEP, empresa de capital aberto do grupo Queiroz Galvão, a fortuna da família foi deprimida pela drástica queda da cotação das ações da companhia. Em dois anos, a QGEP perdeu mais da metade de seu valor de mercado, cotada atualmente em pouco mais de um bilhão de reais. O grupo está envolvido na Operação Lava Jato.

  • Bernardo Paz

    Controlador da Itaminas, Bernardo Paz assinou carta de intenção para venda de sua mina de minério de ferro ao grupo chinês ECE, por 1,2 bilhão de dólares, em 2010. Mas o negócio acabou não se consumando e agravou o endividamento da empresa, estimado em 400 milhões de dólares na época do acordo. No ano passado, a empresa reconheceu uma dívida tributária de cerca de 120 milhões de reais com o governo de Minas Gerais.

  • Luiz Carlos Batista e Ricardo Nunes (foto)

    Com patrimônios calculados a partir da comparação da Ricardo Eletro, controlada pelos dois, com outras redes brasileiras de varejo de capital aberto, a dupla de empresários teve sua fortuna avariada pela queda de valor de mercado que atingiu fortemente o comércio brasileiro depois do início da crise.

  • Robson Gouvêa e família

    A família Gouvea e o BTG Pactual venderam a rede Leader em abril deste ano, pelo valor simbólico de um real, a Fábio Carvalho, acionista da Casa&Video, que assumiu a dívida de cerca de 900 milhões de reais da companhia. No início do ano, a Leader havia sido alvo de um pedido de falência solicitado pela família Furlan, dona da rede Seller, comprada pela Leader em 2013. O BTG era sócio majoritário da empresa desde 2012, quando adquiriu uma participação de 70% na rede por R$ 1,16 bilhão.

Antônio Queiroz Galvão e família

Calculada a partir da participação na QGEP, empresa de capital aberto do grupo Queiroz Galvão, a fortuna da família foi deprimida pela drástica queda da cotação das ações da companhia. Em dois anos, a QGEP perdeu mais da metade de seu valor de mercado, cotada atualmente em pouco mais de um bilhão de reais. O grupo está envolvido na Operação Lava Jato.

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