Apenas 3% dos cargos de CEO são ocupados por mulheres, afirma estudo

Em 2018, o Dia Internacional da Mulher foi uma celebração ainda mais pungente depois de um ano de discussões intensas e de um crescente apoio a movimentos como #MeToo e #TimesUp. Os responsáveis por essas iniciativas esperam receber retorno em breve e o tema para 2018 é conquistar um impulso global de paridade de gêneros, que está sendo chamado de #PressforProgress.

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Para marcar a ocasião, a empresa de estudos de mercado Ipsos Mori lançou um relatório que destaca as preocupações mundiais de igualdade abrangendo 27 países. A pesquisa descobriu que o assédio sexual é visto como o maior problema enfrentado por mulheres ao redor do mundo. O levantamento também encontrou sérios equívocos em outros tópicos, sendo que um deles é a representação feminina nos negócios. Quase todos os países analisados superestimaram a participação de mulheres na liderança das 500 maiores empresas.

Mais de 20% dos entrevistados no México, Brasil, Índia, Turquia e Rússia superestimaram a parcela de executivas mulheres nas maiores companhias em mais de 20%. Essa média real não passa de apenas 3%.

Veja, na galeria de fotos a seguir, 15 países que mais superestimam a quantidade de mulheres nos cargos de CEO:

  • 15) Coreia do Sul – 9%

  • 13) Austrália – 12% (empate)

  • 13) Reino Unido – 12% (empate)

  • 12) Japão – 13%

  • 11) Alemanha – 15%

  • 10) China – 16%

  • 9) Espanha – 17%

  • 7) Estados Unidos – 18% (empate)

  • 7) França – 18% (empate)

  • 6) Itália – 20%

  • 4) Rússia – 21% (empate)

  • 4) Turquia – 21% (empate)

  • 3) Índia – 23%

  • 2) Brasil – 24%

  • 1) México – 29%

15) Coreia do Sul – 9%

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