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Campanha publicitária divulga entrada da Avianca Brasil na Star Alliance

Divulgação

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A Avianca Brasil, quarta maior companhia aérea do País, somou-se hoje oficialmente à Star Alliance, uma rede de empresas de aviação que colaboram entre si em seus negócios no mundo todo. Agora, a Star Alliance passa a ter 13 companhias-membro, que são: Air Canada, Air China, Avianca (da Colômbia), Avianca Brasil, Copa Airlines (do Panamá), Ethiopian Airlines, Lufthansa, Singapore Airlines, South African Airways, SWISS (da Suíça), TAP (de Portugal), Turkish Airlines e United (dos EUA).

“Adicionar a Avianca Brasil à rede é um passo importante no aprimoramento de nossa proposta junto aos clientes da América Latina”, disse Mark Schwab, CEO da Star Alliance. O Brasil é o mais importante mercado de aviação do continente, e nós estamos satisfeitos porque, a partir de hoje, podemos mais uma vez oferecer conexões domésticas no País”.

Entre 2010 a 2014, a Avianca Brasil aumentou sua participação no mercado local de aviação, de 2,6% para 8,4%. Hoje a empresa comandada por José Efromovich conta com 9% de participação em tal mercado. “Temos orgulho em fazer parte do maior grupo de alianças de companhias aéreas do mundo. Foram dois anos dedicados a este desafio. Alteramos nossa plataforma tecnológica, treinamos os profissionais e aperfeiçoamos os processos internos para garantir os melhores serviços para os nossos clientes. Estamos entusiasmados e prontos para colocar o Brasil no mapa da Star Alliance”, disse Efromovich durante a cerimônia, que aconteceu no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP).

A fim de apoiar a união da Avianca Brasil, a Star Alliance lançou uma campanha especial de marketing, criada em torno do slogan “Avianca Brasil conecta com o mundo”. Ela usa a metáfora visual da bandeira brasileira formada a partir de prédios icônicos em 3D ao redor do planeta.

A Avianca Brasil é parte integrante do grupo Synergy, liderado pelo irmão de José, Germán Efromovich. O Synergy disputou o quanto pôde a privatização da aérea portuguesa TAP, mas acabou perdendo o certame para David Neeleman, da Azul Linhas Aéreas, que se associou a um empresário português, Humberto Pedrosa, e levou a companhia.

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