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Disney cresce 32%, graças a “Star Wars”

Disney Star Wars

Graças a uma galáxia muito distante, os lucros da Disney nunca foram tão grandes. Na última terça-feira (9), a companhia de Walt Disney registrou lucros recorde no primeiro trimestre. Isso por conta do blockbuster “Star Wars: o despertar da força”.

“Impulsionada pelo fenomenal sucesso de “Star Wars”, entregamos os maiores lucros trimestrais da história da nossa empresa”, disse o CEO da Disney, Robert Iger.

O lucro líquido no trimestre subiu aproximadamente 32%, chegando a US$ 2.88 bilhões, ou US$ 1,73 por ação. Excluindo títulos, o lucro foi de US$ 1,63 por ação, muito a frente das estimativas analíticas, que girava em torno de US$ 1,45 por ação. Estas também estimavam uma receita de US$ 14.75 bilhões, que também foi superada e chegou a US$ 15.24 bilhões, um aumento equivalente a 14%.

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O “Star Wars” tem sido um sucesso estrondoso à Disney. Nas bilheterias, o filme já arrecadou US$ 2 bilhões e tornou-se o terceiro da história a bater este valor. A venda de ingressos para o filme auxiliou a Disney Studio Entertainment a crescer cerca de 86% só neste trimestre.

Já os produtos de consumo e mídia interativa também deram à Disney impulso no crescimento. Aproximadamente 23% do aumento do lucro é por causa de mercadorias nomeadas pelo Star Wars.

Além dos benefícios que o “Star Wars” produzem, os investidores também estavam de olho na ESPN, para saber como esta se sairia durante este trimestre. Disney anunciou que a fraqueza da ESPN contribuiu para uma queda geral de aproximadamente 5% no lucro.

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A Disney tem enfrentado uma queda significativa no número de assinantes da ESPN, já que as pessoas estão cada vez mais dispostas a consumir conteúdo online. Em uma nota sobre o assunto, o CEO, Robert Iger disse que a ESPN “tem recebido bastante atenção recentemente”. “Nos últimos meses, vimos um pequeno crescimento de assinantes, isso é encorajador”, complementou.

Os parques e resorts da Disney, por sua vez, viram um aumento de 22% nos lucros. É claro que a estabilidade da economia norte-americana auxiliou a amenizar o cenário caótico do exterior, onde o movimento da Disney Paris, por exemplo, caiu e teve suas portas fechadas por quatro meses, após os ataques terroristas da região.

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