Após Brexit, 76% dos CEOs consideram tirar suas empresas do Reino Unido

Brexit
iStock

Mais de três quartos dos CEOs no Reino Unido estão considerando tirar as sedes de suas empresas do país após a votação da saída da União Europeia, chamado “Brexit”, em junho. De acordo com a mais nova pesquisa da consultoria global KPMG, 76% dos chefes-executivos pensam na proposta.

SAIBA MAIS: Goldman Sachs prevê recessão para o Reino Unido até 2017

“Seria uma supresa e quase uma negligência se os CEOs não estivessem fazendo planos consideráveis ou avaliando opções, afirma Simon Collins, presidente da KPMG no Reino Unido. “Mudar a sede internacionalmente é radical e chama a atenção, mas mudar as operações aos poucos é mais viável e não faz tanto barulho.””

O governo britânico ainda não divulgou o detalhado plano de como irá se suceder a retirada do país da UE, seu maior parceiro comercial. Os termos da separação pode ter grandes efeitos nos negócios, desde a parte dos investimentos à área de empregos.

ENTENDA: Por que a saída do Reino Unido da UE só tem lado ruim

“Os políticos deveriam estar realmente preocupados na evasão de negócios britânicos e deveriam conversar com as empresas o quanto antes para mostrar a segurança que será oferecida”, sugere Simon.

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil (copyright@forbes.com.br).