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Wells Fargo confisca US$ 60 mi de CEO e ex-funcionária envolvidos em escândalo

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Banco já declarou ter demitido 5.300 funcionários, ao longo dos últimos cinco anos, envolvidos no esquema (Getty Images)

O banco norte-americano Wells Fargo anunciou na noite da última quinta-feira (29) que irá confiscar US$ 60 milhões em bônus e ações restritas de John Stumpf, CEO do banco, e de Carrie Tolstedt, chefe do departamento envolvido no escândalo de contas falsas.

Na última semana, o banco anunciou uma investigação própria para apurar as duas milhões de contas e cartões de créditos feitos sem o consentimento de seus clientes.

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De acordo com o comunicado de ontem, Stumpf irá devolver o equivalente a US$ 41 milhões em ações da instituição financeira, avaliadas em US$ 45,09 no pregão desta quinta-feira.

Tolstedt, aposentada desde junho depois de 27 anos trabalhando no banco, deixará de receber US$ 19 milhões de seu pacote de aposentadoria.

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Os anúncios feitos ontem fazem parte de uma série de medidas de controle de danos feitas pelo banco, que já declarou ter demitido 5.300 funcionários, ao longo dos últimos cinco anos, envolvidos no esquema.

Na última semana, a instituição também anunciou que abrirá mão das metas, consideradas abusivas pelos funcionários, até janeiro de 2017.

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