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6 lições que os millennials podem aprender com Albert Einstein

Muitos jovens só conhecem Albert Einstein pelas estampas de camisetas onde ele aparece com o cabelo bagunçado e a língua para fora. Mas ele foi muito mais do que um gênio excêntrico. “Além de um ótimo cientista, Einstein foi um humanitário que expressava seus pontos de vista ao escrever, ensinar e em suas aparições públicas. Nenhum outro indivíduo conseguiu fazer isso”, diz Hanoch Gutfreund, professor na Universidade Hebrew.

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E existem muitos aspectos de liderança que os millennials podem aprender com Einstein, seja para serem utilizados na carreira ou na vida. “Einstein é um símbolo de inovação, tenacidade e imaginação”, afirma Elan Divon, cofundador do ELP (Projeto de Legado Einstein), da Canadian Friends of Hebrew University, entidade filiada à Universidade Hebrew, que foi fundada pelo cientista em 1918 e para quem deixou sua propriedade ao falecer, em 1955. “Nossa ideia é usar seu legado para inspirar mentes por todo o planeta e empoderar uma nova geração de Einsteins. Queremos trazer ele de volta à vida para a nova geração.”

Veja 6 lições que os millennials podem aprender com Albert Einstein:

  • 1. Seja bondoso

    Einstein era um escritor produtivo. Muitos pais, na época, sugeriam a seus filhos que escrevessem ao gênio para esclarecer dúvidas que eles mesmos não sabiam esclarecer. Ou seja, Einstein recebia milhares de cartas e fotos. Certa vez, ele publicou em um jornal as cartas que as crianças lhe enviavam, incluindo aquelas que censuravam seu corte de cabelo e questionavam sua inteligência. Ele sempre respondeu de maneira amável e bem-humorada tanto as mensagens positivas quanto as negativas. Os millennials devem fazer o mesmo quando estão expressando sua opinião sobre algo bom ou ruim, pessoalmente e nas mídias sociais. Mesmo que seja uma criança de seis anos de idade, a trate como trataria um colega – assim como Einstein fazia.

  • 2. Entenda que ninguém é perfeito

    Einstein também não era. Ele era um ser humano com uma vida amorosa bagunçada e que odiava usar meias. Poderia ser mal-humorado às vezes e sua biblioteca mostrava que ele amava histórias dos irmãos Grimm. O canal “National Geographic” vai apresentar “Genius”, a partir de 25 de abril, uma série que faz uma crônica da vida de Einstein. Os episódios vão mostrar sua contribuição para a ciência e vão aprofundar detalhes da sua vida pessoal que raramente são abordados, como relacionamentos e esforços humanitários durante a Segunda Guerra Mundial.

  • 3. Tente e tente de novo

    Nada que é revolucionário é fácil. Quando as coisas não saem conforme o planejado, não reclame ou desista, apenas redirecione suas energias para outra oportunidade. Os arquivos de Einstein são repletos de diários com frases rabiscadas e grifadas. Ele escrevia nas margens e acrescentava equações anteriores. Lutava com seus conceitos, porém nunca desistia. Ele não deixou que impasses o impedissem de explorar equações alternativas.

  • 4. A inspiração está em toda parte

    Muitas pessoas acreditam que o sucesso é algo predeterminado. Entretanto, a próxima grande ideia pode vir de qualquer lugar, incluindo uma cabana na África. O ELP (Projeto de Legado Einstein) fechou uma parceria com a ESA (Agência Espacial Europeia) para levar conhecimentos científicos para estudantes do continente africano. A ESA fornece a tecnologia, enquanto o ELP e cientistas da Universidade Hebrew oferecem plataformas e ferramentas para ajudar esses estudantes a ir além de suas ideias por meio do programa Space For Next Einstein. Enquanto isso, a The Next Einstein Competition está entrando em seu quarto ano consecutivo como uma competição online, na qual qualquer pessoa pode sugerir uma ideia para mudar o mundo. Se for selecionada, ela receberá um prêmio em dinheiro para, no futuro, colocar o seu conceito em prática. O ganhador de 2014 foi um garoto de 13 anos que recebeu US$ 10.000 para desenvolver um braço robótico (feito em uma impressora 3D) ativado pela respiração.

  • 5. Sonhe alto

    A Teoria da Relatividade foi um tiro no escuro que impactou praticamente tudo. Einstein não perdia tempo com ideias pequenas. Era tudo ou nada. De maneira semelhante, o ELP está lançando o primeiro livro 3D criado pelo artista Ron Arad. O design da obra tem o formato da cabeça de Einstein e exibe ensaios de outros 100 líderes em áreas que vão da ciência às artes, incluindo Walter Isaacson, Barbra Streisand e Deepak Chopra. “Nós não estamos perguntando a eles sobre seus negócios ou histórias pessoais, mas sobre suas visões para o futuro”, diz Elan Divon. E completa afirmando que o livro é como uma cápsula do tempo que, daqui 50 ou 100 anos, poderá fornecer uma perspectiva do nosso mundo. Convenientemente, o primeiro protótipo da obra será impresso no espaço, na Estação Espacial Internacional, graças à colaboração com a NASA e com a Agência Espacial Japonesa.

  • 6. Legado é para sempre

    Apesar de Einstein ter morrido há mais de 60 anos, ainda existem histórias novas e diferentes para serem reveladas sobre ele. O ELP está, atualmente, levantando fundos para construir um centro de arquivos para visitantes em Jerusalém, que vai dividir, pela primeira, vez um acervo com tesouros do cientista e outros itens do estado para visitação do público. O centro está sendo desenvolvido para “servir como uma atração internacional e uma fonte de inspiração que conte histórias sobre inovações humanas e inventividades, assim como o nosso universo”, afirma Rami Kleinmann, cofundador do ELP. “Além disso, a instituição vai servir como um centro de pesquisa para guiar cientistas de todo o mundo.” Por fim, um filme IMAX intitulado “O Incrível Universo de Einstein” está com data de estreia marcada para 2019. A obra será protagonizada por Benedict Cumberbatch e irá examinar a ciência extraordinária de Einstein e a maneira como ela mudou o mundo.

1. Seja bondoso

Einstein era um escritor produtivo. Muitos pais, na época, sugeriam a seus filhos que escrevessem ao gênio para esclarecer dúvidas que eles mesmos não sabiam esclarecer. Ou seja, Einstein recebia milhares de cartas e fotos. Certa vez, ele publicou em um jornal as cartas que as crianças lhe enviavam, incluindo aquelas que censuravam seu corte de cabelo e questionavam sua inteligência. Ele sempre respondeu de maneira amável e bem-humorada tanto as mensagens positivas quanto as negativas. Os millennials devem fazer o mesmo quando estão expressando sua opinião sobre algo bom ou ruim, pessoalmente e nas mídias sociais. Mesmo que seja uma criança de seis anos de idade, a trate como trataria um colega – assim como Einstein fazia.



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