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Ducati atropela crise brasileira

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A Ducati emplacou 1.184 de suas possantes unidades nos últimos 12 meses (Divulgação)

A Ducati está comemorando cinco anos de presença no Brasil. Apesar de jovem por aqui, tomou uma decisão “adulta” em relação à crise econômica que conhece desde o berço: não fazer parte dela. Presidida no país pelo executivo Diego Borghi, tem, aparentemente, conseguido cumprir essa determinação. “Estamos realizando um trabalho consistente mesmo em um período de queda do mercado”, diz ele. “Em 2016, a Ducati do Brasil bateu recorde de crescimento e registrou o melhor resultado da companhia desde seu desembarque por aqui, em 2012. Na verdade, a Ducati foi a marca de motocicletas que mais cresceu no ano passado”, comemora. Enquanto o mercado nacional de motos caiu 21,8%, a Ducati conquistou 27,7% de expansão e emplacou 1.184 de suas possantes unidades nos últimos 12 meses.

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Um dos trunfos da fabricante para 2018, apresentada ao público brasileiro em novembro no Salão Duas Rodas, em São Paulo, é a aguardada Ducati Supersport S, lançada em outubro do ano passado no Salão de Colônia. O modelo, de 937 cm3, traz a esportividade característica da marca para o dia a dia. Compacta e leve, ela promete “extremo conforto” para piloto e passageiro.

Está em fase inicial de funcionamento um armazém Ducati com estoque local de peças, acessórios e vestuário. Sua inauguração oficial deve ocorrer em 2018. “Vamos também focar na ampliação da rede de concessionárias. Estamos trabalhando no crescimento das operações em lugares onde ainda não estamos presentes, como nas regiões Sul e Nordeste”, conclui Borghi.

 

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