Como descobrir o que você realmente quer fazer

Todos buscam atingir o mesmo objetivo: encontrar um trabalho que os faça se sentir bem. Muitas vezes, porém, parece que o sonho de acordar todo dia e ir para um emprego que agrade foi deixado para trás. Mas existe uma maneira de finalmente conseguir o que se quer? É possível que as pessoas amem o que fazem?

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Sarah Vermunt é uma palestrante, fundadora do site de carreiras Careergasm.com e autora do livro “Careergasm: Find Your Way to Feel Good Work” (sem edição em português). Recentemente, ela deu uma entrevista sobre seu método para achar um trabalho significativo e sobre como é possível voltar a amar sua rotina.

Veja na galeria de fotos abaixo 5 maneiras, segundo Sarah, de descobrir o que você realmente quer:

  • Admita o que você realmente deseja

    Sarah afirma que, como coach de carreira, muitas pessoas a procuram com um ou dois problemas. Eles afirmam que odeiam o trabalho, mas não sabem o que querem fazer no lugar dele. No entanto, rapidamente, quando começam a discutir a situação com Sarah, percebem que não é esse o problema. Segundo a especialista, a questão é que muitas vezes eles sabem o que querem, mas têm medo de desejarem. Às vezes, admitir que queremos algo é muito pior que se sentir perdido, pois isso nos coloca a pressão para tomar uma atitude em relação ao que acontece.

  • Evite resistir

    Sarah afirma que a resistência pode ocorrer, principalmente, de duas formas. A primeira é quando dizemos para nós mesmos o que deveríamos fazer, mas, na verdade, não queremos. É simplesmente evitar algo que não faz bem. A segunda forma de resistência ocorre quando as pessoas realmente querem alguma coisa, mas sentem tanto medo de ir atrás dela que arrumam qualquer motivo para evitar se mexer.

  • Não pense que trabalhar com o que gosta significa não ganhar dinheiro

    “Você não pode ser uma coach de carreira sem falar sobre dinheiro, pois essa questão é o que normalmente mantém as pessoas presas a trabalhos que odeiam”, afirma Sarah. Ela conta a história de uma mulher muito bem-sucedida na carreira de finanças que desejava passar a produzir queijos. Ela afirmava que tinha interesse em fazer isso, mas gostava dos luxos que seu salário atual proporcionava. Sarah questionou se ela realmente achava que pessoas que produziam queijos não tinham itens caros como um iPhone.

    Muitas pessoas atrelam ideias de pobreza a trabalhos gratificantes e ideias de abundância e muita estabilidade financeira a um trabalho que odeiam. Mas essas questões não estão vinculadas.

  • Enfrente seus medos

    “Todos temos medos de passar por problemas financeiros”, afirma Sarah. O problema, segundo ela, é pensar a questão por meio de extremos: “Eu tenho dinheiro” ou “Eu passo necessidade”. Esquecemos que existe um meio termo e, assim, alguns medos malucos crescem dentro de nós, pois não conseguimos nem ao menos ser racional sobre o que acontece.

  • Vá em direção do que você gosta

    Sarah afirma que adoraria desafiar as pessoas a largar alguma coisa que parece errada e se aproximar de algo com o qual elas realmente se sintam bem. Muitas vezes, segundo a especialista, você pode não saber qual o seu trabalho dos sonhos ou a maneira ideal com a qual quer administrar seus negócios, mas todos possuem uma bússola interna que avisa quando algo está próximo ou não do desejado.

    “Se você conseguir se afastar de algo que não parece certo e se voltar na direção de alguma coisa que já parece fazer bem, isso será maravilhoso para a sua carreira e o seu negócio”, afirma Sarah.

Admita o que você realmente deseja

Sarah afirma que, como coach de carreira, muitas pessoas a procuram com um ou dois problemas. Eles afirmam que odeiam o trabalho, mas não sabem o que querem fazer no lugar dele. No entanto, rapidamente, quando começam a discutir a situação com Sarah, percebem que não é esse o problema. Segundo a especialista, a questão é que muitas vezes eles sabem o que querem, mas têm medo de desejarem. Às vezes, admitir que queremos algo é muito pior que se sentir perdido, pois isso nos coloca a pressão para tomar uma atitude em relação ao que acontece.

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