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Realidade virtual devolve experiências de vida a portadores de esclerose

A esclerose múltipla é uma doença neurológica crônica que afeta cerca de 2,3 milhões de pessoas em todas as regiões do globo. Destes, 35.000 estão no Brasil. Como a grande maioria das doenças autoimunes, ela interfere diretamente na vida de seus portadores. O norte-americano Steve Bettis, por exemplo, teve de deixar uma de suas maiores paixões desde que foi diagnosticado.

Bettis surfava há 50 anos. Hoje, sobre uma cadeira de rodas, sua capacidade de se equilibrar sobre uma prancha e pegar ondas foi afetada. “Eu sou uma pessoa naturalmente feliz, não vi motivos para mudar isso”, afirmou Bettis. “Poderia reclamar sobre ter esclerose, mas isso não faria ela sumir.”

Em busca de resgatar experiências como esta, a Sociedade Nacional de Esclerose Múltipla dos Estados Unidos lançou uma campanha que simula atividades como surfe ou dança com filmagens de 360º transmitidas em um aparelho de realidade virtual. Bettis participou do projeto em um vídeo promocional.

Veja a seguir (para ativar as legendas em português, após dar play, clique no ícone ao lado esquerdo de configurações, na parte inferior direita):

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