CEOs do país apostam no hexacampeonato brasileiro

Organizada pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) e em sua 21ª edição, a disputa da taça do maior evento esportivo voltado a uma só modalidade teve início na última quinta-feira (14). Com duração de 30 dias, o torneio conta com 64 jogos e a participação de 32 seleções. As partidas serão realizadas em 12 estádios de 11 cidades russas.

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Desde o primeiro torneio, em 1930, até a chamada Copa das Copas, sediada no Brasil em 2014, 37 milhões de pessoas acompanharam o evento nos estádios. A tecnologia televisiva chegou à disputa em 1954 e, somente na última edição ocorrida em terras brasileiras, 3,2 bilhões de espectadores assistiram à disputa televisionada em 207 países diferentes.

A capacidade de unificação do evento é tamanha que o número de nações vinculadas à Fifa para participar da Copa é superior à quantidade de países membros da ONU (Organização das Nações Unidas) – são 211 contra 193. Para a disputa deste ano, 209 seleções participaram das eliminatórias (99% dos associados) – a marca é a maior adesão já registrada.

Durante os 88 anos de existência da Copa do Mundo, com interrupção entre 1942 e 1946 por conta da Segunda Guerra Mundial, foram 836 partidas disputadas, 2.379 gols emplacados e a participação de 77 seleções diferentes na corrida pela taça.

Aliás, o troféu deste ano, feito com cinco quilos de ouro maciço 18 quilates, está avaliado em mais de R$ 790 mil. Pela terceira edição consecutiva, a Louis Vuitton é a responsável por fornecer o case para transportar o prêmio.

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Neste domingo (17), a Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo Fifa 2018 em Rostov, contra a Suíça. O Brasil já sediou duas edições do torneio e segue como maior campeão com cinco títulos, seguido por Itália e Alemanha, ambas quatro vezes campeãs.

Apesar da fatídica goleada de desclassificação no jogo contra a Alemanha em 2014, os brasileiros estão otimistas quanto ao hexacampeonato em 2018. No site de apostas OddsSharks a Seleção do Brasileira segue como a favorita dos apostadores, logo atrás, mais uma vez, estão os alemães.

Os CEOs não ficaram de fora das apostas. Veja na galeria de fotos abaixo o palpite de 12 líderes de empresas para a Copa do Mundo 2018.

  • 1. Carlos Moyses, CEO do iFood, aposta no Brasil.

    “Esperamos que seja um grande evento. A maior expectativa para a Copa do Mundo 2018 é, além de levarmos o hexa, termos uma positiva movimentação da economia, principalmente online, no nosso país.”

  • 2. Eduardo Navarro, CEO da Telefonica/Vivo, aposta no Brasil.

    “Na minha opinião, quem vai ganhar esse Mundial é o Brasil.”

  • 3. Paulo Cesar, CEO da Embraer, aposta no Brasil.

    “O Brasil tem hoje um time bom. O Tite é um grande líder, o que faz toda a diferença.”

  • 4. Caito Maia, CEO da Chilli Beans, aposta no Brasil.

    “Sem dúvida nenhuma a Copa de 2018 é do Brasil. Temos um time competente e preparado, com um bom técnico, capaz de manter a humildade dos jogadores. Além disso, o brasileiro precisa recuperar sua autoestima, e o futebol é um excelente meio para isso.”

  • 5. Giuliano Donini, CEO da Marisol, aposta na Alemanha.

    “Acho que a Alemanha deverá ganhar a Copa novamente. Isso porque conseguiu equilibrar bem a base anterior, que dá um padrão de jogo e maturidade, e também com a renovação necessária para o vigor físico e a motivação em vencer.”

  • 6. Roberta Ramalho, CEO da Intermarine, aposta no Brasil.

    “Eu aposto no Brasil! Os atletas da seleção brasileira são os que têm mais títulos internacionais se comparados aos de outras seleções. O nosso técnico, Tite, vem fazendo uma campanha forte desde que assumiu a seleção e quatro rodadas antes do fim das eliminatórias já estávamos com a vaga garantida. Fomos o primeiro país a se classificar! Sem contar o peso da nossa camisa, né? Somos os maiores campeões da história das Copas do Mundo, já ganhamos 5 das 7 finais que disputamos! Vai dar Brasil!”

  • 7. Luiz Eng, CEO da Honeywell S&PS Brasil, aposta no Brasil.

    “O Brasil tem um time tecnicamente hábil e sem pressão. Apesar de parte das atenções estarem voltadas para o momento político do país, termos sediado a última Copa em casa deixa tudo mais familiar. Acho que temos grandes chances de conquistar o hexa.”

  • 8. Federico Grosso, CEO da Adobe América Latina, aposta no Brasil.

    “Esta seria a terceira Copa do Mundo que eu entraria com a torcida dividida. Sou italiano, mas me apaixonei pelo Brasil quando me mudei para cá, em 2010. Agora em 2018, com a Itália fora da Copa, meu palpite é certeiro: a Seleção Brasileira será hexacampeã! Não apenas porque é minha torcida, mas também porque o trabalho do treinador Tite é admirável desde que assumiu o comando, permitindo-me até traçar um paralelo com o mundo dos negócios: hoje, a Seleção entrega boa experiência ao seu torcedor com um futebol caracterizado pela típica criatividade brasileira e, como consequência, tem tido boa performance, como mostram os resultados recentes.”

  • 9. Alberto Niccoli, CEO da Sony Pictures Television, aposta no Brasil.

    “Com relação ao desempenho do Brasil, a atmosfera é bastante positiva. Uma peculiaridade: não vejo uma identificação tão emocional do povo brasileiro com essa seleção, isso por conta da distância que a maioria dos selecionados têm dos torcedores, já que grande parte dos jogadores atua fora do país. De qualquer forma, chegamos como um dos favoritos e isso é animador. Por isso, a minha expectativa é que sejamos hexacampeões e que a taça volte para o nosso país.”

  • 10. Jean Marc Pouchol, CEO da Air France-KLM, aposta na França.

    “Futebol une todos os povos, e na maior festa do mundo, até quem não acompanha se entusiasma com os jogos, os times, as torcidas. Pessoalmente, eu gosto muito de esporte, pratico futebol com amigos da comunidade francesa duas vezes por mês e estou na expectativa de que a França tenha um desempenho melhor do que quando esteve no Brasil.”

  • 11. Luiz Rocha CEO da Concessionária RIOgaleão, aposta no Brasil.

    “A Copa será um sucesso e dará uma maior abertura da Rússia para o mundo, que vai encantar a todos com sua história e belezas. Além disso, o futebol da Seleção Brasileira e sua torcida vão também encantar os russos.”

  • 12. Janguiê Diniz, CEO do Grupo Ser Educacional, aposta no Brasil.

    “Meu palpite é que o primeiro lugar vai ser do Brasil, o segundo da Alemanha e o terceiro da Espanha. O Brasil porque a gente quer, né? A Alemanha porque tem o melhor time. E a Espanha porque é um time muito guerreiro.

1. Carlos Moyses, CEO do iFood, aposta no Brasil.

“Esperamos que seja um grande evento. A maior expectativa para a Copa do Mundo 2018 é, além de levarmos o hexa, termos uma positiva movimentação da economia, principalmente online, no nosso país.”

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