4 dicas para não boicotar a própria felicidade

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Reconheça que o desconhecido não precisa ser tão assustador e que você é bom o suficiente para lidar com qualquer coisa

Todos queremos ser felizes. Esse estado emocional é bom, dá energia e torna muito mais divertido tudo o que está por perto.

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A verdadeira felicidade, muitas vezes, parece uma interminável busca. Alguns de nós parece que nunca vão chegar lá. Outros já experimentaram ser felizes, mas a impressão é a de que não vão conseguir muito mais disso novamente.

E por que essa sensação de dificuldade? Inúmeras vezes, experimentamos a felicidade da nossa própria maneira, mas não percebemos isso.

Você merece ser o mais feliz, e o mais rápido possível. Na verdade, você deveria estar assim agora. Porque isso o faz melhor em tudo e o deixa melhor com todos os outros ao seu redor.

Veja, na galeria de fotos abaixo, 4 dicas para não impedir sua própria felicidade:

  • 1. Reconheça a felicidade

    O primeiro problema é que, muitas vezes, não percebemos se estamos felizes ou não. Não levamos nem um segundo para considerar se somos realmente felizes em nosso trabalho e nos relacionamentos e hobbies. Nós apenas passamos por isso todos os dias.

    Para resolver esse problema, considere a proporção de felicidade necessária. Devemos ser felizes em todas as partes de nossas vidas, no mínimo, 70% do tempo. Cheguei a este número depois de realizar pesquisas com muita gente feliz e com outras nem tanto.

    É um bom índice, certo? Portanto, anote os vários componentes da sua vida e, honestamente, avalie sua felicidade neles. Observe quais estão aquém de 70%. É hora de mudá-los.

  • 2. Observe as histórias que está contando

    A princípio, a palavra mudança pode parecer libertadora ou energizante… até que não é mais.

    Inerentemente, mudar significa nos transformar de algo que sabemos para algo que não sabemos. E o desconhecido pode ser um lugar desconfortável. Ainda não somos bons nisso e podemos falhar. Podemos parecer bobo. Podemos não gostar disso.

    Isso pode ser tão assustador que acabamos por inventar uma ótima história sobre por que não podemos mudar uma situação infeliz. Não podemos mudar de emprego porque temos filhos para cuidar. Não podemos nos separar de amigos tóxicos porque eles precisam de nós agora. Não podemos mudar para outro lugar porque precisamos estar a uma distância de carro de nossos pais, idosos.

    Contamos essas histórias para nós mesmos, e para os outros, com convicção. Elas parecem irretocáveis, mas, na realidade, são desculpas para ficarmos presos. Pense que essas histórias não são reais. Outros empregos pagam bons salários. Colegas tóxicos encontrarão outros amigos. Qualquer Estado tem um aeroporto para você visitar seus pais.

    Reconheça que o desconhecido não precisa ser tão assustador e que você é bom o suficiente para lidar com qualquer coisa. Você pode continuar tentando o tempo que for necessário para obter a felicidade que merece. Analise as histórias falsas e bem trabalhadas que o permitem permanecer firmemente atolado em sua zona de conforto, mas infeliz. Peça aos que você confia para ajudá-lo.

  • 3. Pare de dizer “deveria”

    Outra barreira que nós colocamos contra nossa própria felicidade é o sorrateiro “deveria”.

    Nossos deveres começam logo após o nascimento. Muitas vezes, com a melhor das intenções, nossos pais, nossos amigos e a sociedade nos dizem como as coisas deveriam ser. Como deveríamos estar.

    Somos informados sobre os tipos de trabalhos que deveríamos ter. Como se comportar com amigos e namorados. Como (e se) devemos ser pais. Como devemos nos vestir e comer e olhar e falar.

    O problema é que não vemos esses deveres como recomendações. Em vez disso, acreditamos que eles são fatos, declarações sobre o que é certo e o que está errado.

    Quando chega a hora (e isso sempre acontece) de vermos que um desses deveres, na verdade, não serve à nossa felicidade, acreditamos que devemos fazê-lo de qualquer maneira ou, então, estamos completamente errados. Não consideramos que o problema seja realmente o próprio dever. Isso não é certo.

    Reconheça os muitos deveres que os outros, e nós mesmos, exigem. Eles não são fatos, então, livre-se deles. Encontre novas crenças que funcionem para você e sua felicidade. Encontre outras pessoas que concordam isso.

  • 4. Pare de se criticar

    Uma das maneiras mais comuns e enlouquecedoras de boicotarmos nossa própria felicidade, e isso acontece quando estamos no meio de mudanças e insegurança, é fazermos uma autocrítica exagerada. Brincamos sobre nossa aparência ou idade, nosso intelecto ou nossas habilidades.

    Fazemos isso porque estamos irritados com os outros, nomeando a falha percebida antes que qualquer outra pessoa possa. Ou porque queremos preencher a conversa ou porque achamos engraçado.

    A verdade é que, quando nos submetemos aos outros, por mais insignificante que pareça, estamos nos desrespeitando, o que significa que estamos dizendo que não somos dignos de respeito.

    Não faça mais isso.

1. Reconheça a felicidade

O primeiro problema é que, muitas vezes, não percebemos se estamos felizes ou não. Não levamos nem um segundo para considerar se somos realmente felizes em nosso trabalho e nos relacionamentos e hobbies. Nós apenas passamos por isso todos os dias.

Para resolver esse problema, considere a proporção de felicidade necessária. Devemos ser felizes em todas as partes de nossas vidas, no mínimo, 70% do tempo. Cheguei a este número depois de realizar pesquisas com muita gente feliz e com outras nem tanto.

É um bom índice, certo? Portanto, anote os vários componentes da sua vida e, honestamente, avalie sua felicidade neles. Observe quais estão aquém de 70%. É hora de mudá-los.

 

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